Apartamento 32

FIM DE ERA: TIM COOK, MICHAEL JACKSON E O DIABO VESTE PRADA 2 // APARTAMENTO 32

Pedro Gabriel Miziara & Mariana Veloso

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Pedro Gabriel Miziara e Mariana Veloso abrem as portas do Apartamento 32.

No quarto episódio: Tim Cook anuncia saída da Apple e passa o comando para John Ternus, Tarcísio de Freitas usa IA para apresentar o projeto de Times Square paulistana na Avenida São João, biopic de Michael Jackson infelizmente estreia, expectativas para O Diabo Veste Prada 2, a gente discute relacionamentos que impulsionam e relacionamentos que seguram no Love Story e mais.

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Disponível também no Spotify e Apple Podcasts: https://podcast.pgmiziara.com/2607493/follow

SPEAKER_02

Olá, meus queridos. Eu sou Pedro Gabriel Mziara. E eu sou a Mari Velosa e sejam muito bem-vindos ao Apartamento 32, podcast semanal em que eu e Mariana a gente fala de notícias, a gente responde perguntas da nossa vida, perguntas sobre o mundo.

SPEAKER_00

Curiosidades do nosso relacionamento.

SPEAKER_02

A gente fala o que a gente comprou, o que a gente não comprou.

SPEAKER_00

O que deram na telha.

SPEAKER_02

É, precisamente. No episódio de hoje a gente tem alguns tópicos bem legais. A gente escutou vocês, inclusive, a gente diminuiu os tópicos pra poder falar mais, né?

SPEAKER_00

É isso.

SPEAKER_02

É. A gente, nesse episódio, a gente vai falar de Times Square Brasileira, Apple, Diabo Vest Prada e Filme do Michael Jackson.

SPEAKER_00

Esses são os nossos tópicos pra hoje, hein?

SPEAKER_02

Só, temos quatro.

SPEAKER_00

Uau!

SPEAKER_02

E a gente vai trazer o Diabo Vest Prada na nossa pergunta da semana.

SPEAKER_00

Não é bem pergunta da semana, no nosso quadro Love Story, né? Que a gente fala um pouco sobre relacionamento num geral.

SPEAKER_02

Eu não sei se eles sabiam que o nome do nosso quadro é Love Story. Internamente, o momento que a gente fala sobre o nosso relacionamento se chama Love Story.

SPEAKER_00

É, que a gente começou contando a história, mas a história acabou, né? Não tem mais capítulo.

SPEAKER_02

A história continua o tempo todo.

SPEAKER_00

Mas chamar de história acabou. De resto é o presente, não é a história.

SPEAKER_02

Mas é a história sendo construída.

SPEAKER_00

É isso. História sendo feita.

SPEAKER_02

Precisamente. É isso. Vamos tocar a vinheta e partir pro programa. Eventualmente vai ter uma identidade visual de verdade boa nesse programa, que está sendo feito pelo Estúdio de Design e Arquitetura Efêmera do Rio de Janeiro.

SPEAKER_00

Eventualmente vai ter uma boa. No momento tem uma que o Pedro fez.

SPEAKER_02

O nome do estúdio é Atipique. Adoro eles. Bom, vamos começar com os comentários. No YouTube, a Gabi Manger falou: Amo muito a forma como o Pedro aborda séries e filmes. Sempre me desperta interesse em saber mais. E com isso quero dizer: nunca pare de indicar ou falar sobre. Relaxa. Se tem uma coisa que eu gosto de fazer, é indicar filme e falar.

SPEAKER_00

Sempre tem alguma coisa pra indicar, gente.

SPEAKER_02

E hoje eu tenho coisas pra indicar, inclusive.

SPEAKER_00

E Martin Martins disse.

SPEAKER_02

M. Martins Gui.

SPEAKER_00

M. Martins Gui disse. É muito bom ver o Pedro procurando uma palavra pra linkar o assunto com o outro. Por favor, nunca pare.

SPEAKER_02

Relaxa, que nesse episódio daqui eu li o nosso roteiro e eu fiz.

SPEAKER_00

Meu Deus, tu ensaiou mentalmente.

SPEAKER_02

Sim, eu comecei a fazer as pontes mentalmente.

SPEAKER_00

E eu gosto que eu me ensaiou mental mesmo, porque eu acho que legal vai ser surpresa pra mim o momento.

SPEAKER_02

Eu ia anotar, que você. Vai que você tem um spoiler porque eu anotei, então não. Zerado. A Ana Carolina e Yazim deve ser isso. Mari, conta mais sobre a sua experiência de mudança do Rio Grande do Sul pra São Paulo. Abrir caixinha de perguntas no Insta para responder. Talvez isso tenha sido Michel. Foi o Michel Michel, nosso roteirista.

SPEAKER_00

Minha experiência de mudança do Rio Grande do Sul pra São Paulo. Eu basicamente fiz, estou fazendo, uma transição muito lenta, né?

SPEAKER_02

Mas não é o momento de responder, isso pode ser tópico também.

SPEAKER_00

Ah, é? Eu achei que a gente ia responder lendo comentários.

SPEAKER_02

É, porque a sua história da mudança é longa. Ah, pra entrar. pra entrar, pra entrar. Falar como é que foi avisar pra tua família, tem muita coisa que a gente pode falar.

SPEAKER_00

Tudo bem, então é isso. Foi uma transição longa que eu ainda estou fazendo, na verdade.

SPEAKER_02

Como o Ser Wagner comentou, meu Deus, eu passaria horas ouvindo Mariana falando sobre o tópico arquitetura.

SPEAKER_00

Pedro, inclusive eu pensei ontem e hoje, como é que é pra ti? Eu acho que esse podcast fez com que, pela primeira vez você me escutasse realmente no meu elemento, sabe? Falando da minha única especialidade, basicamente, da minha vida. Porque eu percebi que a gente até conversou muito sobre arquitetura, obviamente, desde o começo. Butnica.

SPEAKER_02

É muito interessante, porque você quase que se recusava a entrar em tópicos técnicos. I think I don't enter, mas você realmente tinha um bloqueiozinho ali de falar de tópicos mais técnicos.

SPEAKER_00

Era quase uma insegurança de achar que eu não tinha, sei lá, repertório, conhecimento. É isso, e segurança, confiança suficiente para falar sobre isso contigo. E eu acho que o podcast fez com que eu sentasse a bomba na cadeira e desse uma lida um pouco melhor sobre a pauta de arquitetura que a gente tem pra falar nas semanas que a gente teve. E é isso, daí eu percebi como realmente eu tinha esse bloqueio de falar contigo sobre isso, e agora você me escutou duas vezes falando muito longo sobre isso.

SPEAKER_02

É muito bom. E porque, ao mesmo tempo, te ver sendo disponível o suficiente pra entrar nos seus tópicos de arquitetura, me deixa um pouco mais disponível também pra entrar nos meus tópicos de cinema. Porque cinema com você também eu nunca falei extremamente técnico, porque eu, tipo assim, a gente conversando, a gente não entrava no.

SPEAKER_00

É, mas às vezes, tipo assim, tu tem um filme pra me mostrar e me dizer por que tu acha muito incrível, ou então tu. A gente vendo um filme e aí, como eu falo, eu sempre gosto de assistir as reações do Pedro quando ele o filme. E aí, às vezes, ele tem uma reação, eu pergunto o que foi? se foi alguma coisa da vida ou se foi algo do filme. ele fala, tipo, ah, esse movimento de câmera. E eu tinha pensado que provavelmente era isso que ele estava reagindo, mas eu queria ter certeza de que foi algo muito extraordinário pra eu poder, entendeu, registrar isso na minha cabeça. Uau, cinema.

SPEAKER_02

A Mariana Lavoisier falou: Amei a reflexão e aula de Mário sobre arquitetura. Um assunto que não sei muito e tive a oportunidade de conhecer com alguém que entende. Obrigada.

SPEAKER_00

Que legal. Eu fico envergonhada, não sei. Eu fico como se eu não tivesse conhecimento, mas.

SPEAKER_02

Falando em conhecimento, a Renata Paixão falou. É engraçado como esse bate-papo me inteirando sobre diversos assuntos que eu não tinha a mínima ideia. Valorizo.

SPEAKER_00

Eu acho isso muito legal sobre o nosso podcast.

SPEAKER_02

Porque, assim, a gente também. A gente mostra um pouco de quem nós somos, mas em intervalos de três minutos o tempo inteiro, né? E é muito comum na internet muita futilidade. Então eu acho legal a gente poder mostrar que, tipo assim, tem o nosso lado futil, consumista, tem tudo isso. Mas também tem o.

SPEAKER_00

E ao mesmo tempo, às vezes, o que as pessoas veem como futilidade talvez seja justamente porque é abordado em apenas três minutos, né?

SPEAKER_01

Total.

SPEAKER_00

Porque aqui a gente entra em todas as camadas das coisas. Então a gente tipo assim, ah, Sabrina Carpenter. Mas, tipo, tem 88 análises pra fazer a respeito, sabe? Então é isso. Eu acho que esse lance da futilidade também coloca em perspectiva o tempo que a gente tem pra falar sobre as coisas lá.

SPEAKER_02

Sim. A Nathalie Félix falou, gente, estou no trabalho escutando vocês assim que lançou o episódio, porque curto demais. Acompanho no TikTok, migrei para o Instagram recentemente. Obrigado. E agora estou por aqui hypando o vídeo, dando meu apoio pro casal mais autêntico, estiloso e de bom gosto que eu conheço. Inteligentíssimos, adoro o conteúdo de vocês no geral. Keep up the good work. Obrigada, Natalie.

SPEAKER_00

Muito obrigada, Nathalie. A Natalie, eu vejo a fotinho dela direto nos meus directs, reagindo aos meus stories. E ela cortou uma franja recentemente. Foi ela que foi. Não, ficou impecável a franja dela. Ela tá, tipo assim, a foto de perfil é uma franja perfeita.

SPEAKER_02

Que legal. A Mari Pessoza falou: que lindo, de onde é o óculos da Mari? Muitas pessoas perguntaram de onde é o seu óculos.

SPEAKER_00

É, inclusive ontem eu postei algum story, mas falando assim, eu tava usando meu óculos e eu também lotei o direct de gente perguntando de onde é o meu óculos e eu tenho uma péssima notícia pra dar. Ele é da Livo, o que não é a parte da péssima notícia, que ele é um óculos de 2021. Então, assim, é o modelo Lu, que não vende mais muito tempo.

SPEAKER_02

Nessa casa deveríamos usar zerezes. Inclusive, você que está nos vendo ou ouvindo e quiser um óculos novo, tem o cupom EZPG pra te dar 10%. EZ tracinho PG, pra te dar 10% de desconto. Obrigado.

SPEAKER_00

Nas zerezes.

SPEAKER_02

Nas zerezes, não na livro. Pau no cu da Livo.

SPEAKER_00

Eu gosto do shape desse meu óculos, mas, ao mesmo tempo, eu gostaria de ir pra algum outro estilo também. que agora, quando eu vejo as pessoas me perguntando e achando muito legal, eu fico me questionando se não é um óculos bom pro meu rosto e eu não querendo ir atrás de, tipo, atualizar a trend, sabe?

SPEAKER_02

Sei.

SPEAKER_00

Entrar numa outra tendência, sendo que esse funciona no meu rosto.

SPEAKER_02

Funciona, funciona.

SPEAKER_00

Qual a opinião de vocês? Porque assim, isso também desatualizado, a lente, o grau. Eu teria que ir no oftalmo e descobri o grau pra comprar outro, seja as herezes ou pra manter esse aqui.

SPEAKER_02

Mas eu acho da mesma maneira, você tem que ir no oftalmo, ponto. Acabou.

SPEAKER_00

É que eu fui tem um ano.

SPEAKER_02

Ah, vai de novo, cara.

SPEAKER_00

A gente não falou de como foram as semana.

SPEAKER_02

Ah, nossa semana foi corrida, como sempre, trabalhosa, ambos em São Paulo, você faz um TCC, eu fazendo várias coisas. No final do podcast, a gente vai falar mais sobre o que postamos e tudo, e a gente pode entrar mais nisso. Vamos pro nosso giro de notícias. Vamos? Vamos. Bom, o primeiro tópico é seu, Mariano Veloso.

SPEAKER_00

Tarcísio, o governador de São Paulo, anunciou essa semana que aparentemente querem fazer uma versão da Times Square brasileira.

SPEAKER_02

Ele lançou um vídeo horroroso em Ya, eu vi, você viu.

SPEAKER_00

Um vídeo que consiste em várias estruturas metálicas e telões surgindo em cima dos edifícios de São Paulo, enquanto nosso querido governador está como um gigante na frente de tudo isso.

SPEAKER_02

É assim que ele se vê, basicamente. Tá, onde é que é essa ideia de ter esses telões?

SPEAKER_00

A ideia é implantar isso na Avenida São João, no centrão de São Paulo. Uma avenida que, assim como a Times Square, querendo ou não, concentra bastante coisa de cultura aqui em São Paulo.

SPEAKER_02

Mas concentra.

SPEAKER_00

Teatros, tem aquela parte que é fechada pra eventos, shows, tem a Praça das Artes. Ali na volta da Praça das Artes, galeria do rock, o local escolhido no sentido de atividade ser semelhante com a atividade de Times Square, talvez até faria sentido.

SPEAKER_02

Bom, o governador falou: é mais gente nas ruas, mais comércio, mais vida no centro. É transformar um dos lugares mais simbólicos de São Paulo em um novo polo de cultura, turismo e convivência. Sempre respeitando a história, mas olhando pra frente. O que eu acho engraçado é que a Times Square nasceu. Você me falou de mais cedo como é que nasceu, mas me fala como é que nasceu.

SPEAKER_00

Na Times Square, basicamente, começaram a ser colocados billboards, enfim, anúncios, porque fizeram uma nova linha de trem ali. E os anunciantes acharam que seria uma ótima ideia colocar seus anúncios nessa rua, que antes não se chamava Times Square, porque muito mais gente ia começar a passar por lá.

SPEAKER_02

Sim. Sabe por que o nome é Times Square? Porque era uma praça anda um relógio na praça. E as pessoas vinham esse relógio enquanto passavam por ali. Não sei, eu acabei de inventar isso. Mas faz sentido.

SPEAKER_00

Eu li nesse tópico aqui. Foi por causa do New York Times who colocou o seu prédio nessa rua.

SPEAKER_02

Mas o prédio do New York Times não era a Times Square.

SPEAKER_00

Mas era. Colocou um prédio, entendeu? E eu acho que ficou tipo a Square, a quadra do Times. Pode estar errado também. Mas eu li num site.

SPEAKER_02

O meu, eu tenho certeza que não é, porque eu inventei isso agora. Na vida a gente tem que espalhar um pouco de desinformação também. O que eu acho engraçado é que a Times Square nasceu da ideia de que tem muitas pessoas passando por aqui, vamos lucrar em cima disso e poluir a visão dessas pessoas com anúncios. São Paulo, numa ideia meio distópica, né, que nossa cidade tem, partiu do contrário. Vamos instalar anúncios e as pessoas.

SPEAKER_00

As pessoas passarem mais, sim, porque a São João até que é movimentada, mas de dia.

SPEAKER_02

De dia, de dia.

SPEAKER_00

Porque vida noturna no centro não existe.

SPEAKER_02

Até existe, mas eu acho não especificamente na São João. Bom, eu não sei exatamente onde é que vai ser. Mas o que eu vejo aqui dos IA.

SPEAKER_00

Ah, que não é perto daquele bar da Brahma, não é onde tem justamente um edifício meio assim também?

SPEAKER_02

Sei.

SPEAKER_00

Eu acho que é ali. É por ali, entendeu?

SPEAKER_02

Entendi.

SPEAKER_00

Foi fazer uma coisa, tipo, em Times Square mesmo, que tem também esse momento, né? Do edifício que faz assim em um lugar.

SPEAKER_02

Não, o edifício que faz assim é outro lugar. Ah, não, bom. Tem um edifício assim na Times Square. Tem, tem. É porque você tava pensando no Flat Iron no.

SPEAKER_00

Não, mas um edifício que é assim, tem anúncios dos dois lados, tem anúncios dos outros dois lados, você fica, tipo, quatro fachadas basicamente com anúncios, e tu consegue ver todas as coisas.

SPEAKER_02

Mas essa é uma região, ela é comercial ou é residencial?

SPEAKER_00

Pois é. eu não sei direito, porque realmente a Times Square é loja, loja, loja, loja, loja. Sim, ninguém mora ali.

SPEAKER_02

Tem uns hotéis, mas os hotéis não são na Times Square.

SPEAKER_00

E daí o hotel, a pessoa que escolhe o hotel ali justamente é porque quer ficar na Times Square.

SPEAKER_02

Então, a luz não.

SPEAKER_00

É, até porque eu acho que essa é a principal questão, né? Os edifícios residenciais se prejudicariam muito com isso. Eu tenho uma amiga in Porto Alegre.

SPEAKER_02

Vamos pra Porto Alegre e não tinha nenhum. Porto Alegre.

SPEAKER_00

Mas ela mora numa região central da cidade, obviamente não é uma cidade cheia desses anúncios em telões gigantes de LED.

SPEAKER_02

Parabéns, Porto Alegre.

SPEAKER_00

And um edifício do lado do edifício dela resolveu instalar um desses pra abater valor de condomínio pros moradores e o telão de cara pra janela do quarto dela.

SPEAKER_02

Cara, dito isso, eu adoraria que aqui no nosso prédio instalassem telões de LED nessa parede daqui pra abater valor no nosso condomínio. Porque o nosso condomínio é caro.

SPEAKER_00

É caro.

SPEAKER_02

O nosso condomínio é mais caro que o nosso aluguel.

SPEAKER_00

sei que assim, ó, o pior de entrar uma luz de um anúncio da rua no teu apartamento é que antigamente os. Como é que era o nome disso? Na estrada, assim, quando a gente via?

SPEAKER_02

Os anúncios, né?

SPEAKER_00

Não, é um negócio gigantesco, assim, com o anúncios. É, os outdoors da rua eram iluminados, tipo assim, tinha uma luz estática dentro e um negócio impresso, né? Que ficava iluminado por isso. Esses telões de LED agora ficam passando um vídeo em looping. Então é, tipo, várias cores entrando na tua casa.

SPEAKER_02

Tem a própria diferença de como era iluminado, né? Esses telões normalmente eram poucas luzes.

SPEAKER_00

Sim, umas barras assim dentro.

SPEAKER_02

Um pouco ao redor. LED, não. LED, cada pixel emite uma própria luz. Então é muita luz.

SPEAKER_00

Era muita luz em casa.

SPEAKER_02

Eu fico imaginando, se eu moro na São João 50 anos, eu sou um senhor, eu tenho um apartamento ali num prédio clássico projetado pelo Rino Levi, e aí, do nada, entra uma. Sim.

SPEAKER_00

Cara, eu não sei nem qual vai ser a dimensão disso. No vídeo de IA parece que vai se espalhar por tudo.

SPEAKER_02

E aí, pra mim, é muito isso, assim. A gente comentou um pouco disso mais cedo, mas é uma ideia claramente muito eleitoral. É ano de eleição. O Tarcísio desceu, foi, que não vai concorrer à presidência, então ele quer se reeleger aqui como governador. Isso é algo rápido e fácil que vai ser feito. que é muito distópico. A ideia é, tipo assim, o campanha eleitoral é botar anúncio na nossa cidade. Vai tomar no cu. tem o TikTok shop. Quer falar mais de TikTok shop?

SPEAKER_00

A gente fala. Claramente a gente não precisava de mais anúncios. E não é isso que vai salvar o centro.

SPEAKER_02

O Paulo tem uma lei tão legal de cidade limpa que não pode ter anúncios, decidem criar anúncios. Enfim.

SPEAKER_00

Mas sobre todo esse marketing de Times Square Brasileira, eu inclusive li aqui.

SPEAKER_02

Pra começar, acho tão brega o nome ser Times Square Brasileira.

SPEAKER_00

Times Square Brasil, eu acho que é. Times Square Paulistana, qualquer coisa é ruim. Qualquer um.

SPEAKER_02

cria o teu próprio cara.

SPEAKER_00

É. Mas enfim, então, falando nessa breguice, adivinha, qual a cidade? Adivinha, qual a cidade? Eu repeti porque eu tava mexendo. Tem que aprender a parar de mexer no microfone.

SPEAKER_02

Na verdade, você tem que deixar o microfone, inclusive, mais perto da sua boca.

SPEAKER_00

Eu não gosto porque cobre o meu rosto no vídeo.

SPEAKER_02

Seu rosto lindo, tudo bem cobrir um pouquinho. O meu coberto aqui.

unknown

Tá.

SPEAKER_02

As pessoas merecem te ouvir direito. Você subiu o microfone e você se subiu junto, né, mano?

SPEAKER_00

Não, mas agora mais perto. Eu me subi porque eu continuo não querendo que me tape tanto. Mas mais perto, não tá? Tá, vai. Copinem, mais perto.

SPEAKER_02

Vai, fala.

SPEAKER_00

Adivinha qual a cidade que tinha tentado registrar a Times Square Brasil?

SPEAKER_02

Obviamente Balneário Cambio. Balneário, Cambori. Obviamente, Balneário e Cambori.

SPEAKER_00

Eu nem sei se tem algum lugar que tem um monte de banner, né?

SPEAKER_02

Com tipo cinco painéis de LED, tem.

SPEAKER_00

Ai, que vergonha.

SPEAKER_02

foi pra Balneário? Não. Também não.

SPEAKER_00

Já, fui, fui.

SPEAKER_02

Eu, nunca fui.

SPEAKER_00

fui, mas meio que de passagem, assim, indo pra alguma praia boa em Santa Catarina.

SPEAKER_02

A gente deveria ir.

SPEAKER_00

de passagem, porque não é uma praia boa. Mas é, Dubai brasileira também quer ser Times Square brasileira.

SPEAKER_02

Sim. Ó, quando lançar o Times Square, a Times Square Paulistana, vamos fazer um episódio do apartamento 32 na rua, no meio da rua da São João. Iluminados pelo LED, tá?

SPEAKER_01

É.

SPEAKER_02

E quando a gente o nosso primeiro patrocinador do podcast, vamos fazer em frente ao telão dele. É isso, eu acho.

SPEAKER_00

Ai, meu Deus.

SPEAKER_02

Bom.

SPEAKER_00

Mas é muito questionável, né? Pegar e colocar essa quantidade de telão em um monte de prédio histórico.

SPEAKER_02

É que é muito feio.

SPEAKER_00

É que é forçado também, né? Como a gente falou, na Times Square foi escalando a coisa. Sim. E é que nem a gente querer forjar uma gallery wall aqui, sabe? Tipo, comprar oito quadros.

SPEAKER_02

A gente ir numa toque stock da vida e comprar dez quadros lá.

SPEAKER_00

Pra fazer uma parede cheia de quadros. É isso. Tipo, na Times Square foi aquela composição exige porque foi: vou comprar esse espaço aqui e vou botar. alguém, depois de um ano, vou ter que.

SPEAKER_02

Opa, ganhando dinheiro ali, vou botar.

SPEAKER_00

Que zin aqui no meio também.

SPEAKER_02

Então tem que ter o da Pepsi logo. Exatamente.

SPEAKER_00

É uma composição que acaba sendo desenvolvida por causa de todo esse lance de marketing, de concorrências, enfim. E vai ser isso fabricado aqui de uma forma esquisita e desnecessária, né?

SPEAKER_02

Bom. São Paulo, Tarcísio. São São Paulo. Pelo menos Rio de Janeiro, eu falo muito mal de Rio de Janeiro constantemente, mas Rio de Janeiro, eu acho que se o respeito estético que merece. É, eu acho que é saber também, né? O papel de cidade que você é, cara.

SPEAKER_00

Saber entender a estética do Rio and trabalhar dentro dessa proposta, né?

SPEAKER_02

E ok que, tendo em vista a estética de São Paulo, até faz sentido. Mas eu acho que faria mais sentido, for example, de uma maneira que eu acho seria mais orgânico, é liberar prédios na Paulista for this acontecer. Ao invés de criar um lugar novo, a Paulista é um lugar that de manhã, de tarde e de noite, tem uma boa movimentação. And liberar umas fachadas ali, tipo assim, I asked ser muito estratégicos com que fachadas? Se essa fachada não é imediatamente do lado de algum prédio residencial.

SPEAKER_00

And essa é a diferença de você querer replicar uma coisa, exatamente, e pegar a ideia e aplicar aqui, né? Exato. Porque, tipo assim, querem fazer lá, pelo que eu vi no vídeo e etc., justamente pensando nessa quadra, que tem um edifício que é assim, pra ficar, como se a pessoa pudesse parar e tirar uma foto e parecer que ela na Timesquader.

SPEAKER_02

Vai ser ótimo tirar foto assim em São Paulo. Porque imagina, tipo assim, na Paulista.

SPEAKER_00

Exatamente. Se fosse pensar na parte lógica de onde aplicar a mesma ideia seria Paulista.

SPEAKER_02

E sei lá, o prédio do do Itaú ter um banner do Itaú rodando o tempo inteiro.

SPEAKER_00

E a gente anda na Paulista de noite, ela tem bastante iluminação desse tipo de coisa, né? Tipo, tem algumas fachadas. Se eu não me engano, tem alguma fachada que tem um monte de.

SPEAKER_02

É o prédio da FESP feito pelo Rino Levi.

SPEAKER_00

É, é aquele que é assim, né?

SPEAKER_02

Não, é um pirâmide sem topo. É verdade. Inclusive, eu tava vendo que tem várias acusações maçônicas desse prédio. O que faz muito sentido, mas é um prédio muito interessante. Eu vi. Apareceu no meu algoritmo na última semana, tipo, quatro vídeos diferentes, de pessoas diferentes, falando sobre aquele prédio.

SPEAKER_00

Que loucura. Nossa, pra mim apareceu ele na mesma semana, apareceu um do MASP, e era a mesma garota falando inglês sobre os edifícios da Paulista.

SPEAKER_02

É, eu vi essa garota falando inglês também.

SPEAKER_00

Agarota brasileira, falando inglês sobre arquitetura brasileira.

SPEAKER_02

Tem um vídeo de um outro homem também falando. Bom. Exato, e o da Fiesp. Surteio aqui na minha cabeça. O da Fiesp não passa nenhum anúncio, ali passa uma arte, um arte que.

SPEAKER_00

É, fica passando uma localidade.

SPEAKER_02

E sabe o que vem na minha cabeça, por exemplo, no prédio anexo do MISP? É um prédio, é um preto. Imagina se ali também tivesse, por exemplo, uma arte animada por um artista que está em exposição naquele exato momento dentro do MISP. Não sei se eu necessariamente gosto.

SPEAKER_00

Sim, pensando em composição da fachada, achei um crime. But eu te entendi.

SPEAKER_02

Sabe?

SPEAKER_00

É, eu te entendi.

SPEAKER_02

Entendeu? Enfim.

SPEAKER_00

Sim, com certeza, se era pra ter um lugar que tivesse isso, faria muito mais sentido pegar um trechinho da Paulista e dizer, tipo, da quadratal a quadratal, tu pode dentro das seguintes premissas.

SPEAKER_02

Brilho X.

SPEAKER_00

Exato.

SPEAKER_02

Tal horário, o brilho tem que descer pra Y, enfim. Bom, o que não falta na nossa vida são telas, né? Tem telas na Paulista, tem telas na São João, tem telas no seu bolso, com o seu celular e no seu computador. Telas essas trazidas por nós pela minha querida Apple. Essa semana rolou uma grande movimentação dentro da Apple. E por mais que pra algumas pessoas isso pode parecer algo meio, ah, chato, notícias de negócios. Não importa quem é o CEO de alguém. Deixa eu te falar por que isso vai ser extremamente importante em toda a visão de tecnologia das próximas duas décadas, basicamente. Bom, a Apple foi criada pelo nosso querido Steve Jobs. Steve Jobs foi o seu primeiro CEO e foi CEO basicamente até 2011. Em 2011, em agosto de 2011, ele saiu do cargo de CEO dentro da Apple e quem assumiu foi o Tim Cook. Tim Cook estava na Apple desde 1998. Eu quero Que você perceba que eu não lendo absolutamente nada disso, que eu tenho absolutamente nada.

SPEAKER_00

Eu sei que tu sabe. Inclusive, eu sei dessa história porque tu falou, não, tu falou com alguém por áudio e eu te escutei falando, então eu sei o quão natural esse discurso e essa história no teu vocabulário, na tua cabeça.

SPEAKER_02

Bom, Tim Cook assumiu em 2011 e ele tinha entrado na Apple em 1998, junto quando eu nasci. Team Cook era especialista em cadeia de montagem, linha de produção. Por isso que ele tem ótimos contatos na China e na Índia, e ele é o cara que sabe que um iPhone vai precisar de 10 milhões de chip Y que é produzido em Taiwan, 10 milhões de chip Z que é produzido em Mumbai, e ele consegue juntar tudo isso de uma maneira otimizada, gastando menos para produzir, não sei o que, não sei o que lá, pipipipo, popopó. Em resumo, foi assim que nasceu o MacBook New, por exemplo, porque eles produziram chip de iPhone demais e falaram, vamos botar esse chip no MacBook também. Mas isso é assunto pra outra live. É, é um pouco por causa disso. Claro que foi pensado.

SPEAKER_00

Eu não sabia disso.

SPEAKER_02

Claro que assim. Não foi tipo, ah, sobrando chip, o que a gente faz? Mas foi um pensamento mais, tipo, tão barato produzir esse chip.

SPEAKER_00

Hum, entendi. Tira proveito disso.

SPEAKER_02

Basicamente. Bom, Tim Cook, pra mim, é o melhor CEO que habitou o planeta nos últimos 15 anos. Tim Cook teve a árdua batalha de assumir a Apple logo depois do Steve Jobs, seu fundador, morre, basicamente. E ele primeiro continuou muito bem a empresa, continuando lançando ótimos iPhones e ótimos Macs, e inclusive revolucionou. Tirou um Mac que estava nos últimos anos sendo uma piada com os processadores da Intel e criou os processadores M, que é onde a gente está agora, que revolucionou completamente o mercado. Mas além disso, falando de dinheiro, ele assumiu uma empresa que valia 300 bilhões de dólares, que é uma grana. E ele está entregando uma empresa hoje que ano passado bateu o pico de 4 trilhões de dólares. Ele fez mais do que 10x de valorização. Mais de 10 é isso? É, mais de 10 vezes de valorização. Porque 10 vezes 300 bilhões é 3 trilhões. Né? Não, sorteio. Sou de cinema, gente.

SPEAKER_00

Um aumento de 300 bilhões para 4 trilhões representa um salto 13 vezes maior than the value initial. É mais de 10.

SPEAKER_02

Mais de 10, estava correto. E agora entrega a Apple. Ele está sendo cargo de CEO, ele vai assumir o cargo oficial of directoria.

SPEAKER_00

Ah, ele não vai sair.

SPEAKER_02

It has optimized access with the government Chinese, with the government American, with whatever government that he precisely. It will be this political, quasi. O que é muito importante pra uma empresa tão grande assim. E quem assumindo agora é o John Ternos. O John Ternos era vice-presidente de engenharia e hardware, basicamente. E ele foi o diretor responsável pela transição dos Macs Intel para os Macs N. Hoje, a gente os Macs Book Zene e são, tipo assim, óbvio, garantido. Mas no momento em que isso se anunciou, tinha muita chance de dar errado. E não deu, deu extremamente certo. Esteve no time de desenvolvimento do iPhone, do iPad, dos Macs. O cara é bom, ele é genuinamente bom. Todo mundo, eu fui pesquisar, todo mundo de dentro da Apple gosta muito dele, falam que ele é um líder muito bom. E ele tem um perfil muito diferente do Tim Cook em uma coisa. O Tim Cook, eu acho que ele foi posto ali cautelosamente pra dar uma segurada depois da morte do Steve, porque podiam querer botar outro inovador como Steve Jobs. A Apple poderia ter dado muito errado. O Tim Cook conseguiu criar uma cama muito estável ali dentro. E porque ele não era de inovação, ele não era engenheiro, ele não era designer, ele era de números, ele era de cadeia de produção. And agora não. Agora eles estão tirando, né? A pessoa está se tirando de alguém de Excel pra ir a alguém de design, de uma forma ou de outra. Me parece muito positivo isso pro futuro da empresa, porque trazendo um engenheiro que gosta de inovar pra um momento em que a Apple precisa continuar inovando.

SPEAKER_00

Sim, não pra se acomodar.

SPEAKER_02

E além disso, quem assumindo o papel dele, aqui eu preciso ler o nome, é o Johnny Schrode. Perdão, eu errei o sobrenome dele com certeza. Mas ele foi a pessoa em si responsável pelo desenvolvimento dos processadores M. Então, assim, era dele isso, e ele agora. Ele fez isso tão bem também. Sim. Que ele subiu uma casa e ocupou o cargo da pessoa que subiu mais uma casa. Eu extremamente animado pelo futuro da empresa, mas extremamente animado. Bom, eu acho que vem coisas muito boas aqui pela frente. Eu dei um resumão pra vocês. O John Ternos assume a Apple, se eu não me engano, é dia 1o de setembro. Ele não mais no cargo de vice-presidente de hardware. Ele agora na transição, junto com o Tim Cook. O Tim Cook vai participar durante o verão americano e vai fazer essa transição. E o John Ternos assume dia 1o de setembro. Sabe o que rola em setembro, Mariana? Historicamente, o lançamento, não, não é um gancho ainda pro próximo tópico. Historicamente, é o lançamento dos iPhones novos. Sim.

SPEAKER_00

A gente conversou sobre esse mês. Inclusive, esses dias.

SPEAKER_02

É, exato. Eu não quero viajar porque eu quero estar aqui no Brasil quando a Apple lançaram os iPhones novos. Esse ano, todos os vazamentos indicam que a Apple estará lançando o primeiro celular dobrável dela. Porque eu confiante. Porque o lance era. O celular dobrável não era bom porque tinha a dobra no meio, você conseguia ver essa dobra sendo que ele estava aberto. Agora não. Conseguiu-se avançar com a tecnologia de uma maneira que não tem mais essa dobra aparente, não tem mais a decidinha que a tela dava quando tinha a rinde. Como é que é rinde em português? Dobradiça. Dobradiça.

SPEAKER_00

Mas eu acho que o último não tinha.

SPEAKER_02

Não, todos têm.

SPEAKER_00

Ele ficava com um bumpzinho, assim, uma depressãozinha na tela.

SPEAKER_02

Essa depressão não vai mais existir.

SPEAKER_00

Inclusive, o material da tela cansava, começava a ficar até meio esbranquiçado, assim, não era?

SPEAKER_02

É, essa depressão e isso não vai mais existir. Conseguiram inovar a ponto dessa tela não ter mais isso e agora que a Apple está entrando no mercado pra isso. E a Apple sempre foi assim. As pessoas até acham que a Apple é empresa de inovar. A Apple nunca foi uma inovadora. A Apple pega uma inovação e faz isso muito bem.

SPEAKER_00

Sim, espera eles mesmos conseguirem, eles mesmos conseguirem aperfeiçoar a ponto de ficar no nível que eles acham que é o signo de vender, né?

SPEAKER_02

Por uns cinco anos ali, ver como é que estão fazendo, ver os erros das outras empresas, e sim entra e faz a maneira dela, normalmente melhor que de todo mundo. O iPhone não foi o primeiro smartphone. Mas até o iPhone, todos os smartphones tinham teclado. Então, Apple, não, vamos inovar direito. Então eu acho que vai ser interessante. O iPhone Air foi um teste pro iPhone Fold, que vai ser o nome. Porque o iPhone Fold vai ser muito fino quando aberto também. E a Apple estava estudando até em casa.

SPEAKER_00

Mas você tirou essa informação? Tu leu sobre isso?

SPEAKER_02

tem, vazou. É porque assim, o que acontece? Faz-se o modelo do iPhone, e pra poder se produzir capinhas do iPhone, tem fábricas especializadas que criam esse modelo em alumínio. E quando rola uma mudança de design, esse modelo vaza. Então vazou, tem basicamente todo esse alumínio pronto, então sabe que vai existir no iPhone Fold. Estou muito animado pra conhecer, pra testar e pra ver como é que vai ser. Mas é muito interessante, assim.

SPEAKER_00

E em quanto tempo lança um iPhone?

SPEAKER_02

É todo ano, todo setembro. Todo ano? Todo ano.

SPEAKER_00

Eu não tinha essa noção. Todo ano, tanto se eu não sei se eu vou fazer. Porque eu nunca tive numa posição, nunca. Até ano passado, eu acho que realmente daí começou a ser o meu trabalho. Nunca tive. Nunca enxerguei necessidade de eu trocar de telefone todos os anos. Então eu comprei em 2017 um iPhone 7, que foi meu primeiro iPhone. Daí, em 2021, eu comprei um 12.

SPEAKER_02

Sim.

SPEAKER_00

Passou quatro. Quantos?

SPEAKER_02

17 para 21, quatro anos.

SPEAKER_00

Quatro anos. E aí, ano passado, troquei pelo 17. Tive pouquíssimos. Eu achava que podia ser, tipo assim, ai, de 2 em dois anos.

SPEAKER_02

Mas o que se vazando por enquanto é que em setembro a Apple vai lançar o iPhone Fold, o iPhone 17 Pro. E o iPhone. Desculpa. O iPhone Fold, o iPhone 18 Pro. E o 18 básico, pura e simplesmente, vai ser lançado, tipo, quatro meses depois, cinco meses depois, sabe?

SPEAKER_01

Esquisito.

SPEAKER_02

Mais ou menos, é porque rola-se, todo o frenesie de vendas. E normalmente o celular que mais vende é o Pro.

SPEAKER_01

Sério?

SPEAKER_02

Sério. E a Apple, adiando pra uns meses depois, ela consegue fazer basicamente dois eventos de lançamento, criar hype pra dois telefones ao mesmo tempo, sabe?

SPEAKER_00

Tá, então em setembro vai ser o Fold e o Pro. Provavelmente. Não Pro Max. Ou aí, variantes de Pro. Entendi.

SPEAKER_02

Sim. E aí, alguns meses depois, teoricamente, vai vir o 18 sem ser pro. Isso é chutes de analistas da não tenho informação. Mas eu considero que a Apple em uma grande era desde o iPod. E é muito interessante ver como essa era continua. E com certeza os próximos produtos vão ser muito ligados à AI. Eu acho, eles lançaram Vision Pro, que pra mim foi um teste de um óculos mesmo da Apple. Um óculos que não seja aquele óculos, seja um óculos. Mas, enfim, estamos nessa desde 2001, basicamente, desde o iPod. E com certeza, um artista que tocou muito nesses iPods foi o Michael Jackson. Gostou do meu gancho, Mariana?

SPEAKER_00

Gostei, você é muito criativo, meu amigo.

SPEAKER_02

Obrigado, meu amor. Bom, o filme do Michael Jackson estreou nessa terça-feira. Uma lástima. Não deveria ter estreado. E foi detonado pela crítica, mas mais importante do que a crítica especializada em cinema é a crítica do apartamento 32, que assistiu esse filme e um lado do sofá sofreu assistindo o outro.

SPEAKER_00

O outro estava no entretenimento superficial.

SPEAKER_02

É isso. E vamos trazer os dois contrapontos aqui. O que é o filme do Michael Jackson? Seguindo a onda das biopics musicais, inclusive, daqui a pouco eu vou dar uma recomendação muito boa de biopic musical. Seguindo a onda de biopics, de filmes biográficos musicais, que infelizmente se começou desde o filme do Queen, do Bohemian Rapsory, decidiram fazer o filme do rei do pop, Michael Jackson. O que acontece é? Essas produções são todas feitas pela família ou pelo próprio cantor ou pela banda. Então são todas chapas brancas até demais. Desde que se anunciou que ia existir o filme do Michael, se imaginava que não ia ser bom. Quem dirigiu é o Anthony Fouquet. É um diretor preto, bom, decente. fez filmes muito bons, andam filmes bons a mais de 20 years. Ele é um diretor negro, tal qual o Michael Jackson, tal qual a família dele, então estava esperançoso. O cara tem um certo estilo, mas ele é cauteloso. que o que me pareceu desse filme é que existe um filme que o diretor quis fazer ando que a família cortou andar. Michael Jackson é uma figura que foi polêmica no final das contas.

SPEAKER_00

Eu vi o Michael Jackson tomar suas decisions, escolher o que ele ia fazer com a vida dele. E ele como uma figura quase que inocente, impotente andar.

SPEAKER_02

O que você aprendeu sobre o Michael Jackson nesse filme?

SPEAKER_00

Eu não sabia muito sobre o Michael Jackson. E eu falo que pra mim ir no cinema ver esse filme acabou sendo realmente eu ser entretida superficialmente.

SPEAKER_02

Fala o que você aprendeu no filme, desculpa.

SPEAKER_00

Eu sabia que era Jackson 5, conheci algumas músicas, não sabia necessariamente de onde eles tinham surgido, toda essa origem, que calaram completamente o estilo de vida. E entendi mais ou menos a cronologia dos álbuns do Michael Jackson e que ele gostava de animais.

SPEAKER_02

O que você aprendeu sobre o Michael Jackson?

SPEAKER_00

Que ele gostava de animais. Cara, nada. Nada. Você sabia disso?

SPEAKER_02

Um hiperfoco no Michael Jackson logo depois da morte dele. Os primeiros livros de verdade que eu li foram sobre a vida dele. Eu conhecia toda a discografia, eu sabia. Cara, nada. A gente não sabe nada depois desse filme. O Michael Jackson em si.

SPEAKER_00

Ele não revelou nada que ninguém sabia.

SPEAKER_02

Não, e não precisa revelar o que as pessoas não sabiam. Mas o Michael Jackson, o filme, o Michael, no caso só, ele não me entrega nenhum. É um personagem que não é desenvolvido. Ele parte do pressuposto que, tipo assim, você sabe quem é o Michael Jackson. Acabou. Então eu não vou precisar te apresentar quem é o Michael Jackson. E pra mim, esse é o erro número um do filme, assim, porque a gente tem uma criança criativa, uma criança talentosa.

SPEAKER_00

E eu acho que também a gente começa ali como a criança reprimida, né?

SPEAKER_02

Yeah, mas como esse pai decidiu que essa criança cantar? Como é que ele percebeu que essas crianças have talent? Jackson 5 just. They just cantando. And the parties more interesting of the film, and nothing spoiler, but I can say the Michael Jackson pensou nas music. Then a sequence of film pra mim que é ridícula. Eu e o Mariana quase não conversou ativamente sobre the film. Tem uma sequence do filme pra mim é ridícula. He was doing notices specificas sobre gangues in Los Angeles. He commenced a instalar ode. And I say, pô, maneuver, he criou Beat, sabe?

SPEAKER_00

do nada ele estava num estúdio com o meu.

SPEAKER_02

A música pronta com os dançados. A parte que mais me interessa, que é o processo criativo do Michael Jackson, continua um mistério. Tem ali o Quincy Jones, um dos maiores produtores da história. Ele fala cinco frases com a porra do Michael Jackson, and I quero debatendo como é que eles criaram algumas músicas mais icônicas of the history. Músicas are extremely and who marcam até hoje.

SPEAKER_00

I'm thinking in this desenvolvement of the personages and content for trying to músicas, I think in why I don't know if you're going to say this example, but I think the story of the origin of it Daisy Jones and the Six. It is a fictitious, theoretically inspired. It's not a living, but theoretically is inspired in Fleetwood Mac. So the story is inspired, but I asked modification, because it was created a living totally fictício, they invent a history base in rumors, but there's a person of relations better and criando as músicas. O relacionamento estava indo assado, outra música. I tava separando a banda, terminando, ando, meu Deus, sabe?

SPEAKER_02

O máximo que a gente tem isso no Michael Jackson é ele ouvindo. ele vendo filmes de terror e criando thriller. Mas na verdade ele nem criou thriller assim. Porque tem uma sequência ali que mostra, tipo, todas as músicas do álbum thriller e ele tem que escolher qual é a música principal que vai dar o nome ao álbum. E ele pega thriller e bota lá, mas eu queria. Sabe, não tem.

SPEAKER_00

Sim, tipo, até o fato de do nada aparecer todas as músicas na parede, né?

SPEAKER_02

E rola-se uma eclipse temporal nos momentos, pra mim, mais importantes. Porque ele tem o wall, primeiro album. Do nada, pula, tamo in thriller. Pula, tamo in bed.

SPEAKER_00

Eu achei legal que, tipo, não foi toda a parte relevante andou da carreira dele que foi retratada no filme. Foi um pedaço, foi mais o começo.

SPEAKER_02

É porque vai ter a parte 2.

SPEAKER_00

Sim, porque vai ter a parte dois. Mas eu achei legal não ser tudo junto no mesmo filme.

SPEAKER_02

Também.

SPEAKER_00

Porque começou com ele criança, né? Diferente do, tipo, o do Queen, que não começa com criança. Então, realmente, temporalmente pra tu falar de tudo no primeiro.

SPEAKER_02

Mas é porque o do Queen não tem tanto importância a infância dele, né? O do Michael tem.

SPEAKER_00

Sim, exato. Exato. Eu acho importante ter infância. Mas eu tinha ficado feliz que começava na infância pensando, vai dar tempo de contar bem tudo. E aí, justamente, como tu falou, as partes mais importantes do filme que eles partiram em dois pra. pra aprofundar nas coisas e não aprofunda nas coisas.

SPEAKER_02

E aí, vamos. Porque existe um argumento, tipo assim, ah, mas porra, as músicas são tão boas, vai no filme e se diverte. Mas eu não senti nem nada durante as apresentações musicais.

SPEAKER_00

Ah, eu me diverti.

SPEAKER_02

Cara, eu me diverti, mas o do Queen tem muitas falhas. Mas quando você chega no Live 8 no final e é o.

SPEAKER_01

Sim.

SPEAKER_02

Aquela apresentação no final, porra, ali eu tava. Eu queria levantar no cinema e cantar junto, sabe? Ali tava do caralho. O Michael Jackson, eu não fiquei, tipo, e você, sei lá, o filme me pareceu corrido. E claro, o filme tem duas horas e sete minutos apenas. Todas as últimas biografias musicais que eu vi tem, tipo, duas horas e meia. E aí, no final das contas, ok, vai ser um filme de quatro horas, porque vai ter a parte 2. Mas eu senti um filme corrido. Corrido. Pra mim, pulou, as partes mais importantes.

SPEAKER_00

É, né? Eu acho que ali o momento em que ele decide ter álbum solo, por exemplo. Pô, ele tomou essa decisão provavelmente depois de querer compor as próprias músicas, que da banda provavelmente não era ele que compunha nada, né?

SPEAKER_02

Quem compunha? Jackson Five. Quem compunha aquelas músicas? Não tem problema. Eram covers? Não eram covers?

SPEAKER_00

No começo eram covers, né? Mas eles tiveram músicas feitas pra eles também. Mas feitas por eles. Feitas pra eles por quem?

SPEAKER_02

Esse filme não me mostra nada do meu filho. Não sabemos. E aí, da mesma maneira que você tem que desenvolver o protagonista, você tem que desenvolver o vilão. E o vilão desse filme é o pai do Michael Jackson.

SPEAKER_00

É, né? Tinha uma relação tão complicada com o pai, mas não.

SPEAKER_02

O vilão, ele não tem motivação de ser vilão ali. O pai parece que ele é mal por natureza. Ele bate no filho por natureza. Tipo, não tem, tipo assim, algo que realmente motiva ele. E talvez podem ter filmado, não sei, mas talvez mostrasse ele sofrendo na fábrica e ele não quer continuar sofrendo. Sabe? Mostra uma motivação maior. Mas não. O pai é mal porque ele é mau. Cara, o filme é muito bom.

SPEAKER_00

E depois aquela some que frustração porque ele não é o que recebe o crédito pelo sucesso todo. Mas isso também não é mais desenvolvido, né? Não. mostra, tipo, de vez em quando, ele passando por cima do Michael e é tudo sobre isso, assim, sobre o Michael não fazer nada e ele passar por cima o tempo todo.

SPEAKER_02

Eu quero, pelo menos, falar bem do ator principal, que não no roteiro aqui o nome, eu também não peguei. O ator principal, ele é sobrinho do Michael Jackson. De verdade, sério. E ele está muito bem no filme, ele interpreta o Michael muito bem. Provavelmente vai ser o único filme que ele vai fazer na vida. Duvido que ele tenha outros papéis. Pelo amor de Deus, para de mexer no microfone.

SPEAKER_00

É que ele caindo, eu não tô. Ele não parando no lugar hoje.

SPEAKER_02

Tem que talvez apertar a bolinha ali.

SPEAKER_00

Essa bolinha ali é grande.

SPEAKER_02

É isso. Ele extremamente bem no filme. Tem momentos em que eu tava olhando e eu falei, caralho, é igual o Michael Jackson. Isso aí, pelo menos, assim. Sim. Pontos pra eles. Mas aí, ao mesmo tempo, todo mundo ali cheio de prótese. O vilão, que é o Coleman. Coleman Rodrigo. Coleman Domingo. O Coleman, que é o pai do Michael Jackson. Ele completamente travado, porque ele cheio de prótese, ele não tem uma atuação nenhuma. Cara, enfim, é muito ruim.

SPEAKER_00

Eu não sabia que tava todo mundo com prótese.

SPEAKER_02

Tem muita prótese ali.

SPEAKER_00

E o olho, será que o olho dele é verde mesmo ou era uma lente?

SPEAKER_02

Não, é uma lente. Esse ator não tem olho verde, não. E aí, uma coisa da direção também que me incomoda. Os closes, tinham uns closes muito grandes, com umas lentes abertas, parecia que todo mundo tinha um roxo gigantesco. Não sei, não gostei da maneira que é filmada. E tem uma coisa engraçada. No filme aparece uma irmã do Michael Jackson, né? Uma mulher junto com a mãe.

SPEAKER_00

E pouco ela aparece, né?

SPEAKER_02

Ele tem duas irmãs. A Janet Jackson, ela não quis aparecer. E ela não existe no filme. Ela não existe naquele universo do filme.

SPEAKER_00

Ah, não deixaram ela existir no universo do filme.

SPEAKER_02

Ela pediu pra não existir. Achei interessante.

SPEAKER_00

Sim, ela não deixou.

SPEAKER_02

É. E tem uma cena que é o Michael Jackson recebendo um chipanzé dele. Naquele momento, eu senti que era um crossover, até pela maneira que foi apresentado o chipanzé.

SPEAKER_00

Não tem o filme do Rob Williams.

SPEAKER_02

Com o filme do Rob Williams. E aqui vai ser indicação boa pra vocês de filme musical. Vamos assistir. De filme sobre um músico de verdade, assim. Que o nome é Better Man, é a história do Rob Williams. você vai me falar, Pedro, quem é Rob Williams? Foda-se, não importa. Na verdade, pra mim não importa. Ele é meu cantor favorito quando eu era criança. Hoje em dia é tipo. É como se fosse o Hairstyle, sabe? Britânico, Age Boy Band. O filme dele parte do pressuposto de quê? Biografias musicais são todas chatas e chapa branca. E se a gente não fizer um. Um filme chato, chapa branca. O Rob Williams foi drogado, traiu a namorada, teve todos os problemas do mundo.

SPEAKER_00

Sim, todos os problemas que geralmente pessoas da indústria musical têm, né?

SPEAKER_02

Ao invés de querer indeusar o Rob Williams, até como fazer o Michael Jackson, porque a gente sabe que o Michael Jackson teve N problemas diferentes, o Rob Williams falou: vamos mostrar tudo isso. que ele também falou, cara, as pessoas sabem como é que eu sou, as pessoas conhecem meu rosto. Eu era meio surtado. Por que a gente vai fazer eu encontrar um ator parecido comigo pra me fazer? Não. Vamos botar um macaco pra me interpretar. E o filme inteiro é um chipanzé interpretando o Robin Williams. Claro, é um chipanzé de computador. Mas você aquilo e você acredita que aquela porra é o Robin Williams.

SPEAKER_00

E as pessoas no filme, tipo, ninguém acknowledge o fato dele ser um macaco, né?

SPEAKER_02

Não, é um macaco que transa, é um macaco que cheira, é um macaco que xinga. Cara, é muito bom.

SPEAKER_00

Que bizarro.

SPEAKER_02

E assim, o filme, ele tem muito mérito por ele não ser chato. O Michael Jackson cantando. É o Michael Jackson cantando em cima de um palco e acabou, né? É um filme que. Esses filmes, o do Queen também, parece que tem vergonha de ser um musical. Então, o momento em que ele é um musical é um momento em que o artista está ativamente performando. O que o Batterman, que é o filme do Rob, faz? Ele pega as músicas e transforma elas em músicas de musical. Então tem uma música. Eu esqueci qual é, eu acho a Rock DJ, que é uma música que eu adoro dele. Ao invés de ser, tipo, ah, o Robby no estúdio cantando Rock DJ. É um balé dançando no meio da Times Square de Londres, da Picadillo Circus. E aí, tipo assim, rola um arranjo diferente pra ser mais, tipo, musical. É toda a rua dançando. Entendeu? Eu acho que eles tentaram uma coisa nova. Não é aquela chatice de cantando no estúdio, cantando no show e acabou. É muito mais, tipo, vamos fazer uma coisa diferente. Tem uma música dele dramática.

SPEAKER_00

É abraçar o negócio.

SPEAKER_02

É, tem uma música dele dramática que ele é no momento pesado do filme, ele dirigindo o carro, ele bate o carro, ele se afoga, tem alucinações, assim. Eles criam visuais em cima dessas músicas, ao invés de simplesmente ser cantando. E até isso mesmo do Michael Jackson. As músicas nem necessariamente se interligam com o sentimento que ele sentindo. Na verdade, talvez não se interligam porque ele não sentindo porra nenhuma em momento nenhum. Personagem 2D.

SPEAKER_00

É, nenhuma música necessariamente se. Tipo, se apresentou depois dele viver algo, né?

unknown

É.

SPEAKER_00

É tudo composto por ele. Mas nunca é, tipo assim, a música será consequência de algo que ele. Uma experiência que ele passou, uma coisa que ele viveu.

SPEAKER_02

Cara, muito ruim, muito ruim. Maldito momento em que se criou o filme do Queen.

SPEAKER_00

Foi uma oportunidade perdida, né?

SPEAKER_02

Foi, completamente. Cara, eu acho que um artista com músicas tão incríveis e tão revolucionárias como o Michael Jackson merecia um filme muito mais revolucionário. Muito melhor. E não foi. É uma lástima. E eu fico.

SPEAKER_00

Figurina tão legal, tipo, ele tinha todo esse pensamento. Tipo, ele tinha uma visão, né? De tudo. Dessa coisa de palco. Me parecia uma coisa muito autêntica a ele. A escolha das roupas. A escolha, sabe? Tipo, de toda a estética. Ele falava, I can see it, sabe? Ele fala que ele tem uma visão no filme. Mas eles não mostram de onde é que sai a visão que ele tem.

SPEAKER_02

Cara, é isso, é muito triste, porque o cara era o rei do pop. Ele com certeza foi genial. E ele não foi genial pela equipe dele. Ele foi genial porque ele era genial. E o filme não me mostra isso em momento nenhum.

SPEAKER_00

Ele é um grande coitadinho nesse filme.

SPEAKER_02

Cara, eu tenho uma coisa. Passivo. Tem uma coisa que eu ouvi muitas vezes. Eu acho que a maior lástima que um filme pode ter é ser chato. É ser medíocre. Cara, me faz um filme ruim. Mas um filme ruim mesmo.

SPEAKER_00

Sim, ruim com orgulho.

SPEAKER_02

E que vai me divertir assistindo. Eu respeito. Me faz um filme muito bom também, obviamente eu respeito. Mas se me faz um filme de 2 horas e 7 horas, em que as melhores partes não são culpa do filme e são culpa do cantor, as melhores partes do filme do Michael Jackson são as músicas que são muito boas. E não são os momentos do filme que você fala, caralho, que cena incrível. Aí, porra, desculpa. Era um filme que facilmente poderia ter sido feito em Ar. Podia. Me gere um filme sobre o Michael Jackson.

SPEAKER_00

Ah, sim, tipo um roteiro, assim. Ah, é?

SPEAKER_02

E gera as imagens de A. Essa semana, a atriz Charlie Zéron, uma ótima atriz.

SPEAKER_00

Dessa vez você me pegou.

SPEAKER_02

Afirmou que in 10 anos a inteligência artificial será capaz de fazer o trabalho de Timothée Chalamet, but apresentação ao vivo como ballet. O que aconteceu? Two years at the time, at the end of Timothée Chalamet, that the time in a talk show, basically, and he virtually follows the idea that the cinema is. But one of the things that come in is that papel of deixar o cinema vivo. It's papel of fazer filmes bons o suficiente que as pessoas vão querer assistir e o cinema vai continuar vivo. Bom, Timothe falou, abre aspas. Admiro pessoas. E eu mesmo fiz isso, que vão a programas de entrevista e dizem, ei, precisamos manter os cinemas vivos, sabe? Precisamos manter esse gênero vivo. E outra parte de mim sente que, se as pessoas querem ver algo como Barbie ou Oppenheimer, elas vão assistir. Farão de tudo pra mostrar seu apoio e se orgulharão disso. E eu não quero trabalhar com balé e ópera, ou coisas do tipo, ei, vamos manter isso vivo. Mesmo que ninguém se importe mais com isso. Todo o meu respeito ao pessoal do balé e da ópera. E aí, se deturpou o que ele falou como se ele tivesse menosprezão do balé e a ópera. Mas eu sinto que era justamente o contrário disso. Mariana Veloso, qual foi a última vez que você foi num balé?

SPEAKER_00

Um balé, assim.

SPEAKER_02

No tipo, municipal. Um balé que não seja, tipo, das suas amigas, sabe?

SPEAKER_00

Sim. Eu acho que eu nunca fui, na verdade.

SPEAKER_02

Exato.

SPEAKER_00

Eu quase fui algumas vezes, mas.

SPEAKER_02

Eu acho que eu fui no Quebra-Noses quando eu tinha, tipo, três anos no Municipal do Rio. Qual foi a última vez que você foi na ópera?

SPEAKER_00

Na ópera eu fui uma vez.

SPEAKER_02

Surpreendente.

SPEAKER_00

Em 2023.

SPEAKER_02

Surpreendente, ok.

SPEAKER_00

Em Buenos Aires.

SPEAKER_02

Ah, ok. bom. Eu nunca fui na ópera. Era exatamente sobre isso que o Timoteco falando, que hoje em dia, óperas, baléis, não lotes.

SPEAKER_00

Sim, e não são mais o programa que passa na cabeça das pessoas, né?

SPEAKER_02

Não são mais o que era antigamente. Existia uma época em que.

SPEAKER_00

Sim, esse era o que há. É o que há, é o entretenimento do momento.

SPEAKER_02

Exato. Ou nem necessariamente o entretenimento do momento, mas talvez aquele entretenimento que vale a pena você se vestir pra ir, sabe? Aquele luxo de viver as pessoas performando isso na sua frente. E hoje em dia não é mais isso. O que o Timotec quis falar realmente é que ele não quer que o cinema se torne o que se tornou o balé e ópera hoje em dia, que vive vazio. Você não sabe quem é a estrela do ballé hoje em dia, você não sabe quem é a estrela da ópera hoje em dia, você não sabe que ópera passando aqui em São Paulo, que balé passando aqui. Porque não importa, no final das contas, né? É uma arte linda. Eu tenho certeza que eu amaria assistir ao vivo.

SPEAKER_00

Eu também.

SPEAKER_02

Mas no final das contas, as pessoas não se importam mais. Quem se porta é o nicho do nicho do nicho do nicho. que se interpretou como o Timoteo falando que o balé e a ópera não importam e que ninguém se importa com eles. E não é isso. Ele falando que se tornou.

SPEAKER_00

Sim, que acabou perdendo um pouco dessa assiduidade, né? Do público.

SPEAKER_02

Sim. Por não ter sabido se manter atual, talvez.

SPEAKER_00

É, não ter se atualizado, realmente ser uma coisa tão, tipo assim, formal, antigona. É, e. E não.

SPEAKER_02

Enfim. E aí, porra! Me vem Charlize Téron, uma atriz, e fala que em 10 anos o próprio emprego dela vai estar extinto por causa da IA. Ela reacende um debate do Timoteio que acabou e ainda argumenta a merda. Porque se tem uma coisa que todos os atores brigam pra exatamente não acontecer, é isso de IA substituir e transformar os filmes. E ela aparece aqui quase como uma advogada a favor da IA.

SPEAKER_00

Tá, mas e também vamos pensar um pouquinho aqui. Por que a IA pode produzir alguém atuando e não pode produzir alguém dançando uma coreografia?

SPEAKER_02

É porque pessoalmente você tudo, né? O 3D.

SPEAKER_00

Ah, tá. falando de um espetáculo de balé.

SPEAKER_02

E pensando como IA, realmente, o espetáculo ao vivo não vai ser substituído, assim como o teatro no despedido. Mas da mesma maneira em que os atores não vão conseguir ser substituídos. A atuação é um negócio que vem tão de dentro, mas tão de dentro, que IA não vai ser capaz. Ela é capaz de gerar imagens fotorrealísticas, mas que não entregam sentimentos.

SPEAKER_00

Sim, se hoje em dia lançam filme e ficam por semanas debatendo se não devia ter sido outra atriz pra representar, né? Para fazer aquele papel.

SPEAKER_02

E tem coisas, você tem DRT, você sabe. Tem coisas que vem de dentro. Tem coisas que uma tremidinha na sobrancelha que vem da cena. Uma improvisação que vem da cena. O ator pensa ali, o ator entra no personagem. A Ian does this. Não vai fazer isso. Não tem como.

SPEAKER_00

É quase que a parte artesanal do cinema é ser feito por seres humanos.

SPEAKER_02

One of the country, isso aqui eu poderia falar muito, but one of the country no cinema é o erro. I, quando estava dirigindo coisas andando coisas, when you vejo em filme Paul Thomas Anderson, who feels one battery após a outra e trauma fantasma, it's trilho de câmera, né? Aquele movimento que a câmera normalmente é lateral. É um trilho no chão. Rola-se muito dentro do cinema a necessidade desse trilho ser o mais smooth, né? Liso possível. Porque quer se quase apagar a ideia que essa câmera existe. Você é um voyeur voando ali na cena, vendo, mas essa câmera não existe. O Paul Thomas Anderson faz isso, eu adoro fazer também. Deixa o trilho tremer, cara. O trilho com uma tremidinha é tão gostoso. Ou tem algum filme que faz isso, eu me esqueci, mas eu acho que esse pai é trama fantasma. Não, não é trama fantasma, não. É. Entre facas e segredos. Knives Out. A câmera num tripé andando, do nada. Você literalmente o movimento do operador da câmera tirando a câmera do tripé. Tem a.

SPEAKER_00

Eu acho que tu comentou comigo quando isso aconteceu isso.

SPEAKER_02

A gente estava dentro do tripé e andando, assim, a câmera fica na mão. São essas intromissões que eu amo. Coisa que o Mayá nunca vai conseguir fazer ou pensar, porque isso é humano. E aí, cara, você.

SPEAKER_00

Isso nem no roteiro tá, né? Não seria parte do prompt.

SPEAKER_02

Não. Às vezes até é. pra programar isso, mas é artificial.

SPEAKER_00

Mas é, é o que eu falo. Aquilo ali não naquela parte daquele filme, porque disseram, vamos fazer assim agora. O cara que tava gravando naquele momento, daquele take, sentiu a necessidade de fazer aquilo, e na hora de editar, alguém disse que aquele take ficou melhor do que os outros.

SPEAKER_02

Cara, exato. Enfim. Pra mim é um absurdo uma atriz reviver esse tópico two years ago, quase porque ela quer relevância, a Charlise é uma ótima atriz. E cagar pela boca dessa maneira. Falar um erro disfarçado de opinião dessa maneira. Enfim. Reacender um debate do Timote que acabou. quero falar aqui, because I think people no commentary vão tentar defender o Timote. Nessa casa, I'm so o maior do time, tá? Gosto muito dele. E Mariana sabe o quanto eu gosto da maneira inquieta de falar que ele quer ser um dos melhores. Isso pra mim é uma das coisas mais legais. Rola-se toda uma. This foi muito errado de terapia em mim, inclusive. Uma necessidade de querer se parecer humilde, né? Ando o time por virar e falar: Eu quero ser um dos melhores, eu quero sentar na mesa dos melhores. Cara, pra mim não tem coisa mais admirável do que isso. Alguém que olha a profissão dele com tanto respeito que fala, eu quero ser muito bom nisso.

SPEAKER_00

And ao mesmo tempo que tem esse lado de todo mundo quase que quer ser humilde e não mostrar que tentando tanto, eu acho que também requer uma quebra no ego. Tu assumir que tu quer ser o melhor, sabendo que tu ainda não é. Que tu se esforçando. E às vezes o que as pessoas querem é que não pareça que elas estão se esforçando.

SPEAKER_02

Exato. Tem essa, toda essa. Você falou muito bem, tem essa ilusão de que tem que parecer tranquilo. Fácil, fazer. E aí, o time, ele se. ele bota a cara a tapa dele durante as premiações, por exemplo, porque ele quer vencer essa porra. E ele deveria ter vencido por Mario Supreme. Porque o que ele faz em Mario Supreme, nenhum outro ator fez ano passado. Talvez o Leonardo DiCaprio tenha feito. que o Léo DiCaprio, pra mim, é quase o contrário do time. O Léo DiCaprio é tão bom e tão bom, que as pessoas olham pra ele e falam. É o Leonardo Di Caprio.

SPEAKER_00

A gente estava esperando isso dele.

SPEAKER_02

E ele não vence. E o Michael B. Jordan ter vencido o Oscar por atuação no passado, pra mim, foi um absurdo. Foi um absurdo. Porque ele nem não atua bem naquele filme, no Pecadores. Eu acho Pecadores muito bom. Mas, enfim. Então, se alguém vier aqui falar mal de Timotech Alamamé, eu vou reclamar. Eu vou reportar bloqueados comentários. Não vou. Aqui eu mais tranquilo em bloquear pessoas. Mas sabemos que no final das contas, atuação não vai ser substituído, balé não vai ser substituído, ópera não vai ser substituído, desfiles de moda também não vão ser substituídos. E Mariana Veloso, essa semana que vem. Cara, dia 30 de abril, estreia o Diabo Veste Prada 3.

SPEAKER_00

O Diabo.

SPEAKER_02

O Diabo Veste Prada 3.

SPEAKER_00

Sim. O problema todo dos ganchos do Pedro é em que momento eu vou falar pra ele que eu preciso parar e fazer xixi.

SPEAKER_02

Vai, né?

SPEAKER_00

Eu segurando.

SPEAKER_02

Vai, né? A falta de profissionalismo é impressionante. Caralho. Primora bestar, suping. Primora bestar, suping. Diabo Vesprada 2. Expectativas, Mariana.

SPEAKER_00

Eu animada, ao mesmo tempo que eu com medo. Porque o primeiro filme é muito mágico pra mim. Eu te perguntei mais cedo in which ano it was languado, because that was a filme that you participe do boom dele no lançamento. Foi um filme que eu me deparei com ele, sei lá, in 2012, when I tinha uns 12 anos. que foi o momento perfeito pra mim, porque no lançamento dele in 2006, I had six anos, não hadia tanto impacto na minha vida. In 2012, tipo assim, I quiero essa mulher.

SPEAKER_02

Cara, Mariana é sózia da Anne Ratway, desculpa. Mariana é sózia da Natalia.

SPEAKER_00

É o cabelo.

SPEAKER_02

No.

SPEAKER_00

É o cabelo dela nesse filme.

SPEAKER_02

O corpo é muito parecido. O rosto é parecido também.

SPEAKER_00

No, o rosto não é parecido. Acho que é só, tipo, o mesmo gênero de beleza.

SPEAKER_02

De longe sem óculos, sem movimento.

SPEAKER_00

Sem óculos de movimento, com o olho assim.

SPEAKER_02

Através de um celular.

SPEAKER_00

Mas o que eu tava querendo dizer é que. Então, esse primeiro filme, quando eu me deparei com ele, eu pensei, meu Deus, quero ser, quero viver essa coisa. Preciso que essa seja a atmosfera da minha vida. Eu reassisti esse filme those dali em diante in my idea.

SPEAKER_02

But there are films that I reassist for the time.

SPEAKER_00

To be sozinho in casa, to make falas in my cabinet.

SPEAKER_02

You have, in fact, films that I do this practice, I crescendo and interpretando different things that acontecer.

SPEAKER_00

Sim, de reassistir de terms in times, sort of nostálgico, for me this film virou comfort, the prime é um film.

SPEAKER_02

My assistant, I don't pude assistive in that episode, but I mean the boom do lançamento. Because I tinha oito, I assistia Fantástico com os meus pais, a gente tinha a rotina oficial todo domingo. And you me lembro de matérias sobre o filme, ouvir sobre o filme, but I realmente assistir depois de você, probablemente. Depois de 2012. I acho que eu fui assistir bem mais pra frente. E também eu, como menino, teve um momento que esse era um filme de menino. Mas o primeiro filme é um filme bom. que o primeiro filme, Anne Hatway, Meryl Streep, Stanley Tucci, foi um filme pensado em época de Oscar, época de premiação. Tanto que se eu não me engano, foi lançado em tipo outubro e novembro. Esse filme, não, né? Diabo Veste Prada 2 sendo lançado pro verão americano pra ser um filme de bilheteria. E esse filme vai fazer muito dinheiro. Eu boto minha mão no fogo aqui, achando uns 700, 800 milhões de dólares de bilheteria global. Eu tenho minhas dúvidas que vai ser bom.

SPEAKER_00

Então, por isso que eu falei, ao mesmo tempo que eu animada, eu tenho medo. Porque, pra mim, vai ser o tipo de filme que eu vou continuar assistindo o um e ignorar a existência do dois. Claro. Sabe? Porque na minha cabeça não tem como ficar melhor do que aquilo. Os filmes de hoje em dia com essa cara mais, sei lá, eu, aquela iluminação mais pura de Netflix, coisa.

SPEAKER_02

Justamente o contrário. Desculpa te corrigir, mas justamente o contrário de iluminação dura. É iluminação suave até demais. Existe medo hoje em dia de ter sombras pretas, de ter sombras definidas.

SPEAKER_00

É, é verdade. Não é dura a palavra.

SPEAKER_02

Não, é completamente. smooth.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_02

que.

SPEAKER_00

Não é muito a realidade, né? Não. A iluminação é diferente.

SPEAKER_02

E eu fico. Assim, vem um debate na minha cabeça de que houve esse papo anos de ter um Diabo Vesperada 2. Tem esse papo muito tempo. E não era feito. Por que elas fizeram fazer agora? eu dou duas opções. Um, roteiro chegou lá, gostaram do roteiro, acharam que é o momento bom pra se falar desse filme e que vale a pena fazer essa história. Dois, querem aumentar a aposentadoria e queriam ganhar mais dinheiro. Me preocupa as sessões começarem na terça-feira e hoje, estamos gravando quinta-feira, 23 de abril, às 9h15 da noite, e não saiu nenhuma crítica ainda. Essa é uma estratégia muito conhecida das distribuidoras. Se o filme é bom, você libera as críticas semanas antes.

SPEAKER_00

É bom, cria expectativa.

SPEAKER_02

Cria expectativa, as pessoas ficam, meu Deus, nota crítica boa, nota boa, quero ver, quero assistir, quero assistir. Não teve. Michael Jackson, a crítica foi liberada na terça-feira. As sessões começaram na terça-feira. Inclusive, os críticos. Os críticos foram assistir uma semana antes, andam comentar sobre o filme do Michael Jackson. Tinha um embargo, não podia se falar sobre. But fãs específicos que estavam animados para o filme foram convidados e eles poderiam falar. So, quem foi assistir melhor filme, não sei o quê. Exato. Bom, Diabo Vesprada, dois, não teve nenhuma crítica ainda e me preocupa.

SPEAKER_00

Do que eu vi, eu acho que não vai ter a mesma magia, o mesmo impacto pra mim, porque pra mim o universo, a estética, sabe, as visuais desse filme são o que me trazem muito, não a história, eu acho que é muito mais as visuais. E por esse motivo, eu sei que não vai me encantar o segundo filme.

SPEAKER_02

Eu tenho até uma teoria que, por você, pra você mesmo. Não sei se faz sentido. Mas talvez o primeiro filme tenha também te encantado dessa maneira que te encantou, porque era um mundo que você queria viver e era um mundo que naquele momento era completamente inacessível pra você. Então você poderia sonhar nesse mundo em cima do filme que você tava assistindo e se ver naquele lugar. Hoje, você longe de estar nesse lugar ainda. Mas hoje você muito mais perto e com uma possibilidade muito maior de viver esse mundo do que você tinha com 12 anos.

SPEAKER_00

Sim, e querendo ou não, eu não vivendo esse mundo, mas eu vivendo muito uma vida de tipo conquistar o lugar em carreira, comprar as minhas roupinhas e do nada ter uma grande makeover. E não isso. Entendeu?

SPEAKER_02

Trabalhar com mil mil, né? chegando nesse ambiente também do filme. E ser convidado pra bailes e não sei o quê. Estamos entrando nesse lugar do filme, dessa runaway da.

SPEAKER_00

Querendo ou não, esse. Eu acho que de ter na mesma faixa etária que eu tô. E esses gestos de começar a trabalhar, crescer na carreira, sabe? Relacionamento, eu sinto que eu muito vivendo esse momento. Claro que não naquela escala, mas é isso. Dentro da minha realidade, na minha cabeça, cheguei muito mais longe, eu acho, do que eu achava que a Mariana que via aquilo ia chegar.

SPEAKER_02

Vamos ver se o segundo filme conseguiu se atualizar para essa Mariana de hoje. Uma coisa que Harry Potter fez muito bem foi crescer junto com o público. Vamos ver se esse filme conseguiu também crescer um pouco com o público dele, ou pelo menos se ficar mais maduro, ou não. Ou se tentaram recriar a mesma fórmula do primeiro filme e não conseguiram. Sei lá. Eu curioso. Estaremos assistindo na quarta-feira aqui. Eu bem animada. Não, eu animado, eu gosto muito do primeiro filme.

SPEAKER_00

Tipo, eu não nem animada de esse filme vai ser muito legal. de reviver e todo mundo ouvindo vídeos. Vogue e cortando franja e sabe? Tipo. esse movimento é uma coisa que me anima, porque eu gosto muito do primeiro filme. Então, estar falando sobre isso é legal pra mim.

SPEAKER_02

A gente tava no JK hoje, não sei se você percebeu, mas Anne Hatway tá, tipo, em cinco vitrines diferentes. Ela na vitrine da Bulova, ela na vitrine. Tem coisa da X-Cedo dela.

SPEAKER_00

Xisseido dela é clássica, né?

SPEAKER_02

Sim, sim. Tem alguma de moda também. Não esqueci qual é a de moda que ela tá, mas ela tá. Eu vi o rostinho dela no JK. Louis Vuitton. Louis Vuitton. Enfim, quanto mais Anne Hattway eu ver por aí, eu satisfeito. Sim.

SPEAKER_00

Estamos vivendo um momento de ouro em que a gente entra no shopping, tem a Dakota Johnson, de Calvin Klein. E a Ana Hattle em algumas lojas diferentes.

SPEAKER_02

Tem. A Vitrina da Prada bonita também. Quem na Viterina da Prada? Tem a Hunter Schaefer na Vitrina da Prada também. Verdade, né? A Vitrina da Prada bonita. Tem mais alguém.

SPEAKER_00

Muitos colírios andam no shopping.

SPEAKER_02

Tem o Jacobelor em algum lugar? Acho que não, né, não William?

SPEAKER_00

Eu acho que não.

SPEAKER_02

Essa semana começou a sair a notícia que o Jacobelor e a Kendall Jenner estão se vendo, se conhecendo melhor. E marcaram a gente no story falando que era eu e a Mariana. Eu adorei isso, porque eu acho o Jacobelor um homão. Candle Jenner também.

SPEAKER_00

Mulherão.

SPEAKER_02

Mulherão, obrigado. Falando em Jacobi, tem a parceira de cena dele em Euforia. Sinay Sweney. Essa semana saiu notícia que em Diabo Veste Prada 2, a Cine Sweney teria uma Cameo, ela teria uma aparição no filme, e que ela foi cortada. Começou a rolar toda uma discussão que ela tinha sido cortada pelas opiniões políticas dela, pelas últimas polêmicas, e que ela mereceu e que não sei o que, que bem feito e o que não sei.

SPEAKER_00

O questionamento dela, né?

SPEAKER_02

Na mídia. E eu vindo aqui, eu como cineasta que montou algumas coisas pra falar que não teve absolutamente nada a ver com isso, inclusive porque, como o Michel ressaltou muito bem aqui no nosso roteiro, não foi a Siden Swinney que foi tirada do filme. Teve o ator Conrad Hikamora, de How to Get Away with Murder, que também foi cortado.

SPEAKER_00

Que é alguém que é muito mais neutro, né?

SPEAKER_02

Sim, gente.

SPEAKER_00

De posicionamentos e etc.

SPEAKER_02

Isso acontece o tempo todo em filmes. Because você grava muito mais do que vai. Os primeiros cortes tem três horas de duração. Tem, sei lá, duas horas e meia de duração. Eu não sei quanto tempo ficou do Diabo Vesprada, mas deve ser um filme de uma hora e cinquenta, duas horas. Então é normal cortar muita coisa. No filme do Maurício de Souza, a gente cortou alguns atores diferentes. Muito. A gente cortou a. Zezé Mota, sabe? Que é uma baita atriz brasileira. Foi cortada completamente a participação dela do filme. Então isso é muito normal. Mas você falou uma coisa muito bem.

SPEAKER_00

Okay, ela não foi cortada do filme por causa disso. Mas as pessoas verem que ela foi cortada do filme e assumirem que foi por causa disso, diz muito sobre que rumo está tomando a carreira de Sidney Sweeney.

SPEAKER_02

Concordo. Dito isso, eu sinto que é uma bolha muito vocal sobre ela do que ser a verdade mesmo. O último filme que ela lançou, a criada, a empregada, The Handmaiden, sei lá. Sucesso de bilheteria inesperado. E ela é a protagonista daquele filme.

SPEAKER_00

Mas eu acho que o sucesso desse filme, okay, pode ter uma porcentagem que tem a ver com ela. Mas eu acho que tem muito o lado desse book toque, basicamente. Universo do livro, que pessoas que gostam muito do livro.

SPEAKER_02

Se ela tivesse tão queimada como dizem que ela tá, não teriam ido. Principalmente o pessoal do Book Tok, que é muito ativista.

SPEAKER_00

Fiquei pensando, que outra artista a gente tem no passado que era questionado muito quão escandaloso era o que ela fazia, dizia, enfim.

SPEAKER_02

Tem algumas. Madonna.

SPEAKER_00

Madonna, Marilyn Morrow.

SPEAKER_02

Sim.

SPEAKER_00

Né?

SPEAKER_02

É. Pô, a Marilyn Morrow era amante do presidente, sabe? que também era uma época em que essas coisas eram mais permitidas do que são hoje em dia. Essas polêmicas eram também quase incentivadas do que são hoje em dia.

SPEAKER_00

É que daí eu acho que também tem uma diferença. O que a gente sabia era o que queriam que a gente soubesse. Não tinha tanto acesso a cada passo que a pessoa dando quanto tem hoje na internet. And I think that alguém who fez essas coisas erradas andalosas, as well, a persona ainda tinha um mistério, então ainda tinha uma idolização. Idealização oferecida, aquela coisa oferecia. Sabe esses quatro coisas dela, of escândalos ando. It's que é isso, é o cançar, alguém, because the out, causar algum impacto, because the bad atuando não é o suficiente, ser reconhecida pelo trabalho não é o suficiente. You follow, se o filme foi tão bem, pra que fazer outras coisas pra chamar atenção pra ela?

SPEAKER_02

E o filme produz bem, tipo você, sei lá, Any One by You com o Glenn Powell. Sucesso de bilheteria também, retorno de investimento ótimo. Handmaiden. Ela é produtora executiva do filme também. Sucesso de bilheteria. Pra quê, né? Pra que continuar e ir atrás de polêmica, quase? Parece que ela vai atrás de polêmica. Bom, vamos continuar pro love story?

SPEAKER_00

Era pra gente ter falado da Sydney primeiro e do Diabo depois, né? Porque daí a gente dava um gancho mais natural.

SPEAKER_02

Com ou sem Sydney Sweeney em um Diabo veste Prada 2? Será que voltaremos o debate de. Qual o nome da personagem da Andy Reto aí?

SPEAKER_00

Andy.

SPEAKER_02

And. Andy não é o nome do namorado? Era Andy, então qual é o nome do namorado? Bom, não importa.

SPEAKER_00

Não, não importa o nome do namorado, claramente não importa.

SPEAKER_02

Eu acho Nate também. Será que nesse filme teremos novamente debate de amor, relacionamento, carreira? Cara, a FFW lançou o post no Instagram agora, me chamou pra Collab, sem me deixar aprovar. Tipo assim, eu adoraria que eles tivessem me.

SPEAKER_00

Você aceitou?

SPEAKER_02

Não, olhando aqui agora. Ok. Review. Aceitei. Mariana, eu e você temos, além de um namoro, uma sociedade. Somos parceiros e. De trabalho. De trabalho.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_02

E somos parceiros e um muito focado no crescimento do outro. A sua vitória é a minha vitória, a minha vitória é a sua vitória. Eu acho que é por isso que estamos aqui hoje, porque a gente é muito sincronizado nisso também. Diferente da Andy e o ex-namorado dela no filme.

SPEAKER_00

Where the vitória dela era motivo of it that was mud, and mud was a coisa ruin. It was revoltado with the crescimento professional dela, because it significant that viral garotas who used salto e se arrumam horrors. Sabe, ele inventou uns problemas. And I ausência, ausência ausente. Seria você entender naquele relacionamento que por aquele tempo aquela pessoa ia se dedicar muito àquele trabalho, porque seria muito um investimento pro futuro dela. Então, nossa, é uma coisa que me irrita muito ver esse filme e ver esse cara achando ruim. Que dando tudo muito certo no trabalho, que ela sendo muito requisitada. Pô, se ela estivesse sendo uma péssima assistente, a Miranda não estaria mais enlouquecida pedindo coisas pra ela.

SPEAKER_02

E se seu namorado trabalhasse com algo que você não concordava?

SPEAKER_00

Cara, que pra eu não concordar com o trabalho, tem que estar fazendo algo legal, né? Tem que ser o tigrinho, tem que ser uma coisa muito vergonhosa, tem que ser. Entendeu? É isso que eu não consigo conceber sobre isso do filme. Porque daí, ok, entender o lado abusivo do trabalho dela e achar isso ruim é uma coisa.

SPEAKER_02

É, mas eu e você a gente teve discussões de trabalho, discussões mesmo de trabalho em que eu não concordava com coisas que a sua ex-agência estava fazendo com você, for example. And a gente discutia por causa disso, porque era pro melhor de nós dois.

SPEAKER_00

Sim. But one coisa é a gente seja brigando ou se ajudando islorar and crescer ainda. The problem was that the agency, you are.

SPEAKER_02

You ask this one of the things incríveis of our relacionamento. It's a maneira in which you and you conseguem se empurrar o tempo todo. É muito fácil, até pra quem perto da gente, mas não dentro daqui, de, na verdade, nem reconhecer necessariamente os esforços que os dois fazem em prol do relacionamento, em prol um do outro. Eu acho muito fácil, às vezes, menosprezar e falar que você é uma menina genial e você conseguiu tudo isso que você tem hoje, ignorando que eu existo junto contigo. Ou da mesma maneira, e falar, não, o Pedro é genial. E olha onde é que ele conseguindo, porque o Pedro é genial. Mas eu aqui hoje porque eu com você. E que eu e você juntos fizemos uma dupla multitud.

SPEAKER_00

Onde a gente chegou hoje é 100% consequência do fato de que a gente se encontrou.

SPEAKER_02

Completamente, completamente. E eu vejo casais, seja fictícios como no filme, eu vejo pessoas ao nosso redor em que parece que a função de um dos parceiros é puxar o outro pra baixo. E ao invés de ser ambos combustíveis no fogo de uma maneira positiva, muitos casais que a gente conhece, um deles você nitidamente que é uma âncora ali. E parece fazer o necessário, o impossível de vez em quando, pra realmente segurar.

SPEAKER_00

Ou até o conhecer alguém quando você muito no ápice da sua carreira, com uma coisa muito movimentada, muito indo, and conhecer alguien who is paradigm, that's more time disponible, and a person has been doing. And that person just does that person. So the gentleman that we have a relation, I think it's more bad, because for example, okay, architecture don't have to work necessarily with our work, but I had these retail finals of participants of faculty, even when I'm at distance, presenzially, seven years. It's a moment in which I feel indisponible and it was a problem, and our completely entendable moments that the Pedro is lotado. Lembra que teve a semana que você proposta 10 videos in 5 years because grava vídeo, não sei o quê.

SPEAKER_02

I am muito mais agora no meu escritório também. Eu e você, a gente está convivendo num tanto hoje em dia, durante o dia. Mas a gente não triste um do outro, porque a gente não parado no sofá aqui o tempo todo. A gente feliz porque os dois não tem tanta coisa pra fazer que a gente distante, mas não é que a gente distante, né? A gente não trabalhando junto.

SPEAKER_00

Com certeza. Eu acho justamente um privilégio a gente ter tanto trabalho pra fazer e ficar cada um no seu universinho ali, fazendo suas coisas durante o dia, mas ao mesmo tempo a gente poder tomar café da manhã junto, parar pra moçar juntos, se parar no meio do dia e tu me ajudar ali com o insight pra um roteiro que eu tenho pra fazer. Sabe? Eu acho muito bom. Eu acho que.

SPEAKER_02

A gente não aqui falando que todo casal tem que estar na mesma velocidade, tem que estar no mesmo ponto. Não. Longe disso.

SPEAKER_00

Zero.

SPEAKER_02

Tem casais que às vezes um muito mais acelerado que o outro, mas é nenhum dos dois tentar segurar o outro, né?

SPEAKER_00

Ou então não existia compreensão, sabe? Tipo, de reconhecer, pô, é que ele num momento muito mais boom do que eu. Então, eu tenho que entender que a falta de disponibilidade é justificada. Pô, é a carreira, sabe? É entender isso. E é isso que eu volto pro filme e eu falo, pô, é muito revoltante. Ela tava conseguindo algo muito incrível. E o cara o lado ruim disso para o relacionamento, não o lado bom para ela.

SPEAKER_02

Isso aqui, gente, não é relacionamento amoroso, não, tá? É relacionamento de amizade, é relacionamento familiar. Tem muito isso. And so the outer voando significa que when he was not values a pena, and this person who continues reclame the outfit embaixo. Tell us, parcelas, amizades, namoros, in which two se impulsion.

SPEAKER_00

Well, I think it would chamar de impulsion, but I think so to have alguien who fica much feliz for you. Sabe? É, se impulsionar nesse sentido, né?

SPEAKER_02

Eu sou seu maior fã, sou seu número um, you're quem quase todos os seus roteiros e quase todos os seus vídeos antes de postar.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_02

E que traz e fala e não sei o que, e que critica, ao invés de pessoas que. Ai, fazendo isso? Ai, não bom.

SPEAKER_00

É, ou então é coisa de.

SPEAKER_02

Ai, a Mariana tentando virar influência.

SPEAKER_00

Não tem tempo pra mim, não me respondendo.

SPEAKER_02

Cara, eu desde que a nossa vida começou a fazer sucesso, a quantidade de amizades que eu diminuí, não, na verdade, não diminuí, mas a quantidade de pessoas que eu deixei de responder, que eu respondia todo santo dia antes de trabalhar, tanto quanto a gente trabalhando, porra, são tantas, mas ninguém vem me falar, ai não, porque o Pedro não me responde mais. É porque o Pedro não liga mais pra mim.

SPEAKER_00

Agora que o Pedro não sei o quê. Agora que o Pedro famoso e não se importa mais fazer isso.

SPEAKER_02

Não, são pessoas que entendem, tipo assim, cara, ele fazendo o corre dele, tudo bem.

SPEAKER_00

É o corre, exatamente. É a pessoa. Tu entender que, pô, se tu sem tempo, é porque sinal de que dando muito certo. Que bom pra ti.

SPEAKER_02

Mas tem pessoas que preferem continuar no buraquinho delas ali, às vezes, e. E se incomodam de ver as outras pessoas voando. Tal qual. Eu encontrei o nome dele aqui. Nate.

SPEAKER_00

Mas pior que o vagabundo era bonitinho, né?

SPEAKER_02

Ele era bem bonitinho.

SPEAKER_00

Ele também era digno de ser modelo em campanha lá. Se ele fosse esperto.

SPEAKER_02

Se ele estivesse namorando com a Carolyn Bassett, ela teria posto ele.

SPEAKER_00

Teria posto ele no negócio pra uma campanha.

SPEAKER_02

Sim.

SPEAKER_00

Mas não, ele tinha que ser contra desde o começo.

SPEAKER_02

Mas de namorar com a Anne Ratway.

SPEAKER_00

Ah, sim. Tipo, os atores combinam muito. Exato. que como o personagem, tirando apareceu.

SPEAKER_02

O Hapon nunca mais fez grandes coisas, né? Ele desaparecido. Eu li uma entrevista dele falando que, ah, ele tem motivo pra aparecer no segundo filme. O cara tava querendo um trabalho.

SPEAKER_00

Ah, ele falando que o personagem tinha motivo pra aparecer no segundo filme.

SPEAKER_02

Eu queria que Annie Ratway impulsionasse ele de novo.

SPEAKER_00

Gente, mas eu juro que se eu fosse ver esse filme e aparecesse esse inimigo ruim.

SPEAKER_02

Ela podia ter ido no restaurante dele. Sabe? Ele não é o chefe de cozinha.

SPEAKER_00

Sim, ele inclusive conseguiu algo, né? Eles deu esse tempo, terminam, e depois eles se encontram de novo e ele deu certo no trabalho dele. Olha só, depois que ele parou de tentar puxar dele pra baixo, eles terminaram. Ele conseguiu se concentrar, ao invés de ter inveja da carreira dela, em investir na carreira dele. E ele também conseguiu subir. Eu gosto que pra mim essa questão é pessoal, mas é pessoal sobre a Andy e o Nate, não sobre ninguém que eu conheço na vida real.

SPEAKER_02

Você teve um relacionamento?

SPEAKER_00

É, mas não era culpa de ninguém. Eu tive um relacionamento que eu era muito inquieta e estava tentando dar certo nas redes sociais, e a outra pessoa não tava com tanta pressa pra crescer, se desenvolver e viver. Sabe, tipo, decidir as coisas. Tava se descobrindo com muita calma.

SPEAKER_02

Eu, com o meu antigo relacionamento com a Carol, fazia muito o que você sabe que eu faço. De quase esse conselheiro, faz it, faz assado, tipo, abrindo aqui. Carol se formou in psicologia, que ela sempre soube que ela não queria trabalhar com psicologia. And com muito incentivo meu, ela foi pra moda. And hoje extremamente feliz em moda. Teve coisa no Rio Fashion Week. Enfim. E eu fico muito feliz de saber que eu tive parte nisso. E quando eu conheci você, a gente falou sobre isso, mas quando eu conheci a Mariana, eu falei, cara, ela tem um potencial tão incrível que tão desperdiçado da maneira que hoje. E isso nunca é encontrado de uma maneira simples de aceitar. Tipo assim, ah, bom, o pelo é verdade, o Pelo tem razão. É sempre visto de cara ali com uma certa dificuldade. Eu acho que existe um pouco, até essa. Existe esse tipo de relacionamento que é um relacionamento de projeto, em que a pessoa se apaixona pelo que a pessoa pode ser e o que a pessoa é, que não foi o meu caso. Eu com você me apaixonei pelo que você era, mas eu sabia que nós poderíamos ser algo muito maior.

SPEAKER_00

Sim. E também eu acho que daí tem âmbitos diferentes, né? Pô, tu se apaixonou pela minha pessoa, pela minha aparência e tal. que nesse sentido de carreira do que eu tava fazendo com a minha vida naquele momento, tu viu que dava pra fazer muito mais.

SPEAKER_02

Eu sinto que depois de alguns discursos nos últimos anos, parece que tem quase um tom negativo. Casais que querem se impulsionar dessa maneira, sabe? De tipo, eles não gostam de mim pela maneira que eu sou.

SPEAKER_00

Sim. Eu, inclusive, nos primeiros momentos in que você falava alguma coisa e eu vou citar sobre o quê, eu ficava assim. Se tu não satisfeito com a porra da roupa que eu usando.

SPEAKER_02

É.

SPEAKER_00

Tu pode ir embora.

SPEAKER_02

Sim.

SPEAKER_00

Se tu não gostando, começou a falar comigo por quê? Porque eu vestindo exatamente do mesmo jeito que eu tava no começo. E não era porque ele achava que o que eu tava vestindo era ruim. Era porque ele também queria ver eu me vestindo de outra forma, porque achava que eu ia ficar muito bem com aquela outra coisa também. É muito nesse sentido de querer ver o que tu acha que vai ficar muito bom em mim. E é isso, não é? Eu escutava muito como. Ah, então tu quer que eu vista aquilo? Significa que tu acha que eu feia vestindo o que eu vestindo. Sabe? Ia direto pra esse lado.

SPEAKER_02

Eu achava que você poderia ficar ainda mais bonita vindo outra coisa.

SPEAKER_00

Pra vocês não acharem que esse discurso que eu fazendo aqui significa que o Pedro tava tentando controlar o que eu ia vestir, não tem nada a ver com isso. Ele me mandava referências, fotos de próprias celebridades dessas que ele fala que são parecidas, e tipo, nossa, tu num vestido desse, tu numa roupa dessa, ai, compre isso aqui, sabe? Não era dizendo troca roupa que tu tá, que não boa. Mas era nesse sentido, assim. Então, o Pedro vai dar um exemplo agora.

SPEAKER_02

Teve uma vez que a gente tava na Zereza, é até outro exemplo. A gente tava nas zerezas e tinha uma senhora, 50 e poucos anos, talvez 60, de uma elegância, mas de uma elegância.

SPEAKER_00

E era uma elegância cool, né? Não era aquela elegância old money, querendo reproduzir uma coisa.

SPEAKER_02

Ah, era uma elegância completamente de dentro dela. E era uma elegância silenciosa. Porque tem pessoas que querem ser elegantes, mas você olha e fala que.

SPEAKER_00

tentando.

SPEAKER_02

tentando. Aquela senhora era. E eu me lembro da Mariana virar pra mim e falar, eu quero ser isso. Eu falei, graças a Deus, porque é como eu quero também. Tem uma coisa também que eu não me esqueço, não tem nada a ver com você. Mas tem uma campanha que a Jaquemu, que o Jaquemu, lançou. Tem esses quatro meses. E é um vídeo meio que da mãe dele, de uma mãe.

SPEAKER_00

Ah, sim, é tipo o Jaquemu criança, o pobre dele.

SPEAKER_02

E a atriz é que fez White Lotus.

SPEAKER_00

Sim, e a atriz dos Lotus agindo, fazendo. recriando cenas que ele via a mãe dele fazendo. E as roupa de cotinho.

SPEAKER_02

E que ela usava naquele. Tipo assim, em casa, o loungewear dela. E eu olho pra aquilo e eu falava, eu quero isso. Eu queria isso naquela época também. E eu queria isso com você, porque eu sei que você vai ficar tão bem naquelas roupas também, e a gente não lá. Porque nós dois, financeiramente.

SPEAKER_00

Sim, a referência ia longe desde o começo.

SPEAKER_02

Exato, mas era exatamente isso. Tinha um óculos que a Mariana usava.

SPEAKER_00

Um óculos de sol que eu usava.

SPEAKER_02

E quando ela me mostrou esse óculos de primeira vez, tipo assim, ah, eu gostei tanto que eu comprei, olha. Eu tive um apavoro pelo óculos. Eu achei uma das coisas mais feias da minha vida. que eu não falei isso pra Mariana.

SPEAKER_00

Justamente porque eu ficava ofendida quando tu me mandava alguma roupa, porque eu ficava assim, tu começou a morar uma influenciadora de moda.

SPEAKER_02

Sim.

SPEAKER_00

E tu quer dizer o que vai ficar bom pra eu vestir? Deixa eu escolher. Então, quando veio o óculos, ele tinha entendido que não podia interferir tanto, não falou nada.

SPEAKER_02

Até que a gente quase teve uma discussão dos motivos pelos qual eu odiava aquele óculos dela. Era um óculos pra mim que tinha a cara de um óculos barato, de um óculos da coleção, e um óculos da moda. Ao invés de um óculos bom, tipo o seu óculos. Você hoje mesmo falou que ele não é. Ele é velho, não é da coleção, não sei o quê, mas é um óculos quase.

SPEAKER_00

Que funciona no meu rosto. A temporal. E atemporal.

SPEAKER_02

Sim, e o seu rosto é um rosto muito angular e muito reto. E você usava um óculos de sol que era reto também.

SPEAKER_00

Ele era todo cestavado, ele tinha muitos ângulos também.

SPEAKER_02

Puta, ficava tanto ângulo nesse teu rosto. Eu odiava aquele óculos com pão. Tudo que eu tenho dentro de mim. E a gente teve uma discussão e a Mariana falou: se você não gosta desse óculos, então me um outro óculos. E eu dei. E é o óculos de sol que ela usa até hoje.

SPEAKER_00

Foi escolhido por mim.

SPEAKER_02

Sim.

SPEAKER_00

Mas, tipo assim, tu falou: sim, esse óculos muito melhor do que o outro, mas tu deixou eu escolher, né?

SPEAKER_02

Sim, óbvio. Eu tinha um projeto, eu tinha uma imagem ali de potencial de Mariana. E graças a Deus, hoje. Cara, era uma Mariana naquela época que usava poliéster sem problema nenhum. E hoje o quê? É fria, é cachemir, é Mouhair.

SPEAKER_00

É algodão. Falando dos mais normais.

SPEAKER_02

Algodão.

SPEAKER_00

Linho.

SPEAKER_02

Linho.

SPEAKER_00

Coro. Couro eu usava. Porque eu sempre fui do brechó, entendeu?

SPEAKER_02

Seda.

SPEAKER_00

Então eu comprava coisas boas. que eu não descartava as outras.

SPEAKER_01

Sim.

SPEAKER_00

E eu acho que muito de eu ter aceitado essa tua visão. Porque às vezes eu mesma fico, tipo assim, deixei um homem entrar na minha vida e interferir até na forma como eu me visto. Porque não foi uma imposição.

SPEAKER_02

Aonde nós chegou.

SPEAKER_00

Não foi uma imposição. Tu não concorda comigo?

SPEAKER_02

Não foi uma imposição.

SPEAKER_00

Foi só, tipo assim, tu me mostrando como tu gostava de fazer. And I crescendo comigo, né? Foi, completamente. Tipo assim, quando a gente começou a namorar, não fazia muito tempo que o Pedro usava calça skin ainda, for example, which I cogitaria, and gracious. When I misma question the fact that I had to intrometer tanto na minha forma de vestir, I analyzei wheel what I was doing alive. Because I since me pegou bem no momento que eu estava experimentando de tudo. I had saíred the pandemic, which was postar as roupinhas that I told us, and that I had mutage that was do guarda-roupa da minha mãe, que eu hoje em dia sei curar o que é legal que era do guarda-roupa da minha mãe e o que eu usava por ser do guarda-roupa da minha mãe.

SPEAKER_02

E com todo respeito à Rosélia, a Rosélia gosta de comprar roupa.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_02

A Rosélia gosta.

SPEAKER_00

Mas. E é isso, eu acho que tu me ajudou a ter mais claro uma direção pra ir com o meu estilo pessoal. E consegui hoje enxergar claramente quais são as minhas peças assinatura, qual é o meu estilo assinatura. Que não é como se eu tivesse mudado.

SPEAKER_01

Não.

SPEAKER_00

A gente conseguiu, tipo, tu conseguiu guiar, desenvolver, aperfeiçoar. Tipo, porque continua essa coisa meio eclética, com muita referência vintage - uma coisa moderna que também tem trend aqui e ali, mas daí eu acho que é completamente curado para o meu estilo. E antes eu acho que eu ficava tentando replicar tudo que eu via numa grande salada de frutas de todos os lados possíveis.

SPEAKER_02

Pode ser.

SPEAKER_00

Exato. E eu acho que isso vem muito da Mariana Modelo.

SPEAKER_02

Pode ser.

SPEAKER_00

Que era Eu posso ser qualquer coisa, marcas. Sim, pode ser. Qualquer marca que queria botar minha cara naquela campanha, podia botar. E eu sempre vendi essa coisa de que não tenho estilo, eu tenho vários.

SPEAKER_02

E você tem. E se tornou a It Girl favorita do Brasil.

SPEAKER_00

Por definir um estilo.

SPEAKER_02

Precisamente. Amém.

SPEAKER_00

Exatamente. E com a tua ajuda. Então, foi um pouco doloroso no começo, mas.

SPEAKER_02

Se eu não tivesse sido chato naquele começo, a gente não estaria aqui hoje. Juntos. Juntos.

SPEAKER_00

Estaria mais.

SPEAKER_02

Não, e você não teria conseguido alcançar os voos que você está alcançando. Porque se você era uma tela que qualquer um poderia projetar, por que eu iria te seguir? Eu, uma menina que precisa ser.

SPEAKER_00

Sim, sim, porque alguém me seguiria se eu não tinha uma referência clara, uma imagem clara, né? Concordo.

SPEAKER_02

Sim. Bom, vamos fazer nosso saldo da semana, o que fizemos, o que compramos, ou ficamos de olho o que recomendamos?

SPEAKER_00

Podemos, mas eu também acho, nesse assunto ainda, que, para o senhor Pedro, o próprio relacionamento e as referências advindas de Mariana Veloso também desenvolveram muito o teu estilo.

SPEAKER_02

Completamente. Completamente.

SPEAKER_00

Eu nunca fui muito de impor e de me intrometer naquele começo, né?

SPEAKER_02

Sim.

SPEAKER_00

Até perguntavam minha opinião, mas quando eu não gostava, eu não era de falar. Isso foi uma coisa que eu aprendi muito contigo.

SPEAKER_01

Tem que falar.

SPEAKER_00

Lembra? Sim. De como eu ficava chocada, porque eu falava assim, tipo, Pedro, eu estive com roupas que eu não gostei. Eu nunca ia falar.

SPEAKER_02

Eu falava pra você, mas tem que falar.

SPEAKER_00

Tem que falar, Mariana. Eu quero saber.

SPEAKER_02

Não com namorando com vocês pra não saber.

SPEAKER_00

Sim, sim, pra ouvir a versão polida, a versão. Ai, linda, meu amorzinho, ótimo.

SPEAKER_02

Sim, não. Pra isso eu tenho. Não sei, na verdade, todos os meus amigos são muito honestos comigo.

SPEAKER_00

Sim, é verdade. Mas eu tenho muitas pessoas ao meu redor que são muito mais. Tudo que eu fizer vai ser aplaudido sem realmente pegar e analisar.

SPEAKER_02

Você tem muitas pessoas ao seu redor que não aceitam uma crítica de verdade. Que se você critica a roupa de alguma das suas amigas, alguma coisa assim, as pessoas vão ficar. Eu não quis falar família, mas exato, de família, sua família vai ficar chateada porque você não gostou da roupa. Acontece muito isso.

SPEAKER_00

É. E entre a gente, acho que a gente conseguiu desenvolver isso - de tipo, se meter um na coisa do outro e o outro receber isso como: ok, room for improvement, né? Eu tenho espaço pra melhorar a partir dessa crítica.

SPEAKER_02

Em que a gente tem maturidade suficiente de. Cara, vira e mexe. Tapete quilin, que daqui a pouco a gente vai entrar. Mariana não gosta de tapete quilinho, do estilo quilin de tapete. Eu acho muito legal. Eu queria um tapete que lim pra nossa sala, Mariana não deixou, ok, nossa sala, mas pro meu escritório eu comprei no leilão um tapete quilinho. Eu reconheço que ela não gosta, mas eu também tenho meu próprio gosto pra saber que eu gosto de filho.

SPEAKER_00

Sim, que tu gosta. E não é como se completamente o fato de eu dizer que eu não gosto virou. bom, então tapete de quilinho é feio. Sim. Até porque eu mesma, com arquitetura, eu sei distinguir o que é legal e o que eu quero para a minha casa, que é o meu gosto. Então eu sei que o tapete de quilinho é muito legal, tá? Não dizendo que, tipo, eu não gosto, meu Deus, bota fogo, é horroroso. Eu não gosto pro meu estilo, sabe? Não é algo que ressoa muito com a minha pessoa, então eu não quero um desses na minha casa. E um exemplo prático ao contrário também, a minha saia da Etienne.

SPEAKER_02

Mas eu acho ela super legal. Eu acho ela engraçada, mas eu acho ela legal.

SPEAKER_00

Mas desde o que eu outra saia desse, tu zoava? Pode ser. A Pliçada de Lã. Que eu usei em Nova York?

SPEAKER_02

Sim.

SPEAKER_00

Eu sei que é algo que não é o que tu olha e deixa eu. Não, mas eu acho ótimo em você.

SPEAKER_02

Se eu tivesse sozinho, eu não teria comprado pra você, mas você usando, eu consigo achar ótimo.

SPEAKER_00

É. Então, é isso também. É tu saber até que ponto tu escuta o outro, porque talvez eu pensei nisso. Se tu tivesse na loja comigo e tivesse visto eu provando a saia, tu teria dito pra talvez eu não levar. E a gente tem maturidade suficiente pra eu pegar e dizer: bom, eu gostei o suficiente pra levar. Com certeza. E acho que a gente conseguiu chegar nesse meio termo, esses podemos ir pro saldo da semana.

SPEAKER_02

Saldo da semana. Mariana, o que você comprou, ganhou o que gostou?

SPEAKER_00

Eu comprei um hidratante corporal da Cudalie, porque eu tinha ganhado um esfoliante corporal deles e eu vinha usando, e toda vez que eu usava, eu saí do banho com uma sensação muito gostosa. E eu gostava muito do cheirinho, gostei muito do sensorial do esfoliante. Eu pensava assim, eu queria muito sair, poder usar o hidratante corporal da mesma linha.

SPEAKER_01

Sim.

SPEAKER_00

E eu fiquei semanas pensando nisso. Eu queria muito, eu queria muito. eu fui e eu comprei. Zero arrependimento - é realmente delicioso. O cheiro é muito bom. E eu sendo de todos os banhos ansiosa pra passar hidratante no corpo, porque antes eu tinha preguiça.

SPEAKER_02

Sim.

SPEAKER_00

É isso. E o que mais eu falei de compra? Ah, é verdade. Não é uma compra dessa semana, mas é uma compra que tem semanas que eu sou mais grata do que outras. Que é a nossa máquina de gelo. Eu não sei tomar, agora derreteu, mas eu não sei tomar Coca-Cola na lata que nem o Pedro está tomando. Eu preciso tomar num copo e num copo com muito gelo, mas muito gelo. E eu sou assim muitos anos. E o gelo que a geladeira produz não é o suficiente.

SPEAKER_02

Não é. Tem que ser gelo de gente de gente de gente de gente.

SPEAKER_00

Pela quantidade de gelo que eu bebo, uma máquina de gelo virou essencial. E eu muito feliz que a gente tem uma máquina de gelo. Toda semana eu fico feliz que a gente tem uma máquina de gelo.

SPEAKER_02

Eu, essa semana, recebi o quadro do Hiro, que ele fez em cima de fotos do meu avô. Meu avô era marceneiro e ele tirava fotos de todos os móveis que ele fazia. Andro fez um quadro lindo. I will find it of various obras of my avôt who he tires who were linding. And in the Rio de Janeiro, I rolled the Rio to see, which is one of the most fears of creativity of industry creative of America Latina. Some six years, if I don't mean of papers, palestras, workshops, students in Rio de Janeiro in Cidade das Artes, and I will participate in a workshop of criação de conteúdo andar seu nicho, porque eu encontrei um nicho pouco explorado, eu acho, na criação de conteúdo brasileiro, que era esse nicho mais masculino. Bom, aonde nós chegou?

SPEAKER_00

Estou muito orgulhosa de ti, meu amor. Eu acho que o especial sobre ti é um nicho masculino que não tem medo de desafiar o que as pessoas veem como masculino. E eu acho que esse é o grande diferencial, assim, né?

SPEAKER_02

É bem isso. É bem isso. Temos algo mais?

SPEAKER_00

Eu ganhei esse anel.

SPEAKER_02

Verdade, mano.

SPEAKER_00

É esse vidaço. muito feliz com ele. Ele é a coisa mais linda. Ele é de prata, o metal é de reuso. Eu achei muito incrível isso. Então, pega joias antigas e faz uma joia nova. Do atelier Onca. Anel Fenda, Topazio Azul. Essa pedra é muito linda. Eu muito encantada. Eu passei o podcast inteiro assim, ó.

SPEAKER_02

Essa semana a gente postou dois vídeos. Eu postei um que eu achava que ia da polêmica e não deu, e a Mariana postou um que achava que não ia dar polêmica e deu.

SPEAKER_00

Não é que eu não achava que ia dar polêmica. Eu achava que ia dar uma polêmica mais contida do que aconteceu.

SPEAKER_02

É, eu postei um vídeo sobre couro versus PU, né? O couro ecológico, o couro falso. E o feedback foi muito positivo. As pessoas estavam concordando.

SPEAKER_00

No fim, teve alguém contra?

SPEAKER_02

Eu teve três pessoas contra, sei lá.

SPEAKER_00

E o da Mariana, você postou um vídeo sobre usar um MacBook na architetura de arquitetura, and it was done certain for me, and it impressionou that it was done certain for me, because I escutei a vida inteira that it was impossible. And there's nothing to do with it. I was just saying that my experience was me impressionando because I was the contrary. And I thought the caso is a casual, a computer that has sentiment for him. And I just defined. Sabe?

SPEAKER_02

Pro Hill to see eu tenho cupom, hein? E Pedro 2C. lembrei aqui que eu quero ver vocês no meu workshop, desculpa. Mas realmente, deu um debate pesado, o teu. Bizarro. As pessoas levam muito a sério isso de Mac versus Windows, né? Algo que é loucura, porque todo mundo sabe que o Mac é muito melhor que o Windows. Então, enfim, não é nem competição. Vamos encerrar? com medo de acabar a bateria.

SPEAKER_00

Eu acho que meio que é isso também, né?

SPEAKER_02

Bom, é isso pelo episódio. Se você chegou até aqui, esse episódio longo, tá? Esse aqui bem longo. Se você chegou aqui, você merece uma chave da nossa casa, talvez.

SPEAKER_00

Uma cópia da chave.

SPEAKER_02

Uma cópia da chave. Se você ouvindo no Spotify ou no Apple Podcast, siga o apartamento 32 por e deixa sua nota, isso é super importante. Comenta por também, que a gente sempre vendo os comentários no Spotify. Isso ajuda outras pessoas a encontrarem o nosso podcast.

SPEAKER_00

Ai, não, sobrou pra mim falar o que eu não gosto de falar.

SPEAKER_02

Fala, ativa o sininho.

SPEAKER_00

Se você assistindo no YouTube, ativa o sininho, deixa um joinha.

SPEAKER_02

Joinha.

SPEAKER_00

Um comentário. Comentário não tem problema. O problema é joinha e o sininho.

SPEAKER_02

Qualquer coisa, a gente no Instagram, apartamento.3.2 ou nos nossos pessoais.

SPEAKER_00

underlinemari.veloso e PGM Zara.

SPEAKER_02

Pura e simplesmente. E a porta quase sempre aberta. A gente se no próximo episódio, gente. Sexta-feira, 11 da manhã.

SPEAKER_01

Beijo.

SPEAKER_02

Beijo.