Apartamento 32

O DIABO VESTE PRADA 2, O CASAMENTO DE EUPHORIA E A MUDANÇA DE MARIANA | Apartamento 32 Ep 5

Pedro Gabriel Miziara & Mariana Veloso Season 1 Episode 5

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Episódio 05 do Apartamento 32 — o podcast do Pedro Gabriel Miziara e da Mari Veloso. Nessa semana: a gente analisou O Diabo Veste Prada 2, falou sobre os looks absurdos do casamento de Euphoria, discutiu por que São Paulo foi eleita a cidade mais feliz da América Latina. Também respondemos comentários de vocês, trouxemos rapidinhas sobre Taylor Swift, Zara Larsson, Ed Sheeran e Ariana Grande, e no Love Story contamos como foi a mudança de Porto Alegre para São Paulo

⏱ CAPÍTULOS 
Leitura de Comentários 01:17 
O Diabo Veste Prada 2 17:27 
Os looks de Euphoria S3 33:09 
SP a mais feliz da América Latina 50:50 
Taylor Swift, Zara Larsson, Ed Sheeran e Ariana Grande 58:07 
A Mudança de POA para SP 01:04:39 

NOSSAS REDES:
Pedro → @pgmiziara 
Mari → @_mari.veloso 
Podcast → @apartamento.3.2 

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SPEAKER_01

Olá, meus queridos. Eu sou Pedro Gabriel Muziara.

SPEAKER_04

E eu sou a Mari Veloso.

SPEAKER_01

Sejam muito bem-vindos ao Apartamento 32, podcast semanal, em que eu e Mariana a gente fala sobre nossa vida, notícias da semana, responde comentários e perguntas de vocês, fala sobre nosso relacionamento com a.

SPEAKER_04

Quase casos de família, sim.

SPEAKER_01

Às vezes, exato. E muito mais. É isso. No episódio de hoje, a gente vai dar nossa opinião sobre o Diabo Veste Prada 2, sem spoilers, prometemos. A gente também vai falar de. O que a gente vai falar, Mariana? O que mais?

SPEAKER_04

De euforia, porque vocês pediram bastante.

SPEAKER_01

Exato.

SPEAKER_04

Vamos contar tudo sobre a minha mudança de Porto Alegre pra São Paulo.

SPEAKER_01

Tiveram pessoas voltadas semana passada, que eu não deixei a Mariana, né? Porque eu acho que merece um espaço grande no episódio. Algumas rapidinhas. Eu sinto que essa semana foi um pouco leve de notícias bombásticas, assim, pra gente comentar. Foi uma semana.

SPEAKER_04

Não sei, talvez não, né? que dessas mais do nosso universo. Notícias mais leves, nananã. Realmente foi o mais fraco essa semana.

SPEAKER_01

Sabe o que eu percebi aqui agora? Enquanto você falava, eu te atropelei. E isso vai levar a gente pra leitura dos comentários da semana passada.

SPEAKER_03

Começou os ganchos.

SPEAKER_01

Exato. Semana passada, vocês tiveram muitas opiniões sobre o nosso podcast, o nosso episódio, sobre a maneira que nós dois nos tratamos.

SPEAKER_04

Interagimos.

SPEAKER_01

Exato. Mais do que eu trato a Mariana. Então, a gente ressaltou uns três comentáriozinhos aqui do YouTube bons para isso. E a gente vai falar um pouquinho sobre pra vocês. A Gabriela Bonacho me pediu: deixa a Mari falar mais. É tão legal quando full e como uma conversa, o roteiro é bom pra ter uma coesão de vídeo. Mas fugir um pouquinho dele também torna mais dinâmico. Queremos saber mais da transição de Poa pra São Paulo.

SPEAKER_04

Eu sinto que muito da indignação de interromper e cortar veio da sede por uma fofoca nesse último episódio. Porque foi assim, eu tava indo contar a fofoca suculenta da minha mudança de Porto Alegre pra São Paulo. E o Pedro, como um bom criador de conteúdo, na verdade, né? Que sabe lidar com as mídias. Ele sabe que se tem potencial esse tópico, a gente pode deixar todo mundo com vontade. Todo mundo aqui hoje escutando, querendo saber da fofoca que ficou pendente da semana passada.

SPEAKER_01

Exato. E ao invés de a gente falar correndo ali na leitura de comentários, passar 5, 10 minutos, aqui a gente pode falar o tempo que a gente quiser.

SPEAKER_04

Exatamente. Não quer dizer que a gente vai mutar a vontade de vocês de escutar sobre isso. A gente quis deixar um momento específico pra falar sobre, sem abrir mão das notícias da semana. Porque daí tem essa questão no nosso podcast, eu acho, né? Tem coisas que são frescas daquela semana, a gente não vai abordar na próxima. Exato. E tem coisas que são atemporais, como o tópico da minha mudança de Porto Alegre pra São Paulo. Então, foi ele que ficou pro próximo episódio, entendeu?

SPEAKER_01

A Gioia falou. Pedro tenta não cortar tanto a Mariana quando ela falando. Dois. Eu achei o comentário da Gioia que ela se contradiz um pouco, mas vamos falar sobre isso. Tentem se combinar sobre tudo antes de começar a gravar. Muito chato Mariana começar a responder uma pergunta e o Pedro mandaram ela parar porque o quad se chama lendo comentários. Poxa, a gente queria ouvir a resposta, deixa ela falar. Sair roteiro é ótima às vezes. Mas ela também fala: menos roteiro, mais naturalidade. Ela pede pra gente combinar, como vamos falar.

SPEAKER_04

Tudo antes, mas com menos roteiro. E eu acho também que daí nesse tópico. Ai, Pedro relaxa uma batida do microfone, de vez em quando, não é pra tanto. Gente, ele deve ter tirado 90% das batidas de microfone.

SPEAKER_00

Eu acho que mais.

SPEAKER_04

Que são muitas e realmente estragam a experiência dos ouvintes, dos assistentes. Claro. Dos espectadores. Então, tem certas coisas que a gente deixa a parte engraçadinha de Ai Mariana, para de bater, não sei o quê. Sim, porque foi cortado todas as batidas, não deu tempo nem disso irritar vocês, entendeu? É um zelo de profissionalismo do Pedro.

SPEAKER_01

Se eu fosse tão perfeccionista quanto o Ninho foi, isso aqui nem é o ar. Porque eu abraço muitos erros aqui, mas eu sou uma pessoa muito perfeccionalista. Perfeccionalista?

SPEAKER_03

Perfeccionista.

SPEAKER_01

Perfeccionista, é isso. Se eu não fosse uma pessoa perfeccionista, eu teria cortado eu falando errado, mas eu não cortei, entendeu?

SPEAKER_04

É, e eu acho que isso volta muito pra aquela contradição ali, né, da joia. Porque eu acho que, ao mesmo tempo que ela quer que a gente se combine tudo, pra ela não ver a gente. Não, não, não, tá. Esse tópico é muito bom, não vamos falar dele agora, vamos falar dele no próximo. Tipo, ao mesmo tempo que ela não quer ver isso, a gente mudando a direção do episódio, ela quer que tenha menos roteiro. Então eu acho que vai muito da expectativa de quem assistindo de o que é o menos roteiro que a pessoa quer. Porque ao mesmo tempo ela não quer ver essa parte da gente mudando de direção, decidindo não abordar isso agora. E a gente podia muito bem ter cortado isso, né? Esse momento em que eu começo a falar e tu fala, não, vamos guardar pro próximo episódio.

SPEAKER_01

Eu talvez devesse ter guardado esse momento. E aí, tiveram alguns comentários que não estão mais nem no YouTube, mas muitas pessoas, de uma maneira muito agressiva, me criticando pela maneira que eu converso com a Mário. Primeiro, eu quero falar que eu li, eu prestei atenção, eu escutei, e eu repensando muitas coisas. Mas, Mariana, quer falar mais sobre isso do que eu acho que eu mereço.

SPEAKER_04

É, eu acho que, em primeiro lugar, eu queria deixar muito claro que eu sinto que eu e o Pedro temos uma comunicação extremamente de igual pra igual. Eu não sinto que ele me interrompe, que ele é alguma voz da razão e que sou eu que tenho que ficar quieta e ouvir ele falando. Zero é isso. E que ao mesmo tempo, a partir do momento em que o público está tendo esse tipo de percepção, a gente passou essa última semana analisando até nas nossas conversas normais do dia a dia. O que pode levar as pessoas a ter essa impressão nossa, né? Porque, na realidade, eu sempre acreditei, sempre ouvi da minha família, que eu era uma pessoa muito de interromper em conversa. E eu venho de uma família em que todo mundo conversa em cima de todo mundo. Sabe aquela mesa de churrasco, assim, de domingo, que tem cinco conversas cruzadas acontecendo? É tu com uma pessoa ali, tem alguém aqui que falando com alguém lá. E isso é muito natural pra mim. Então é algo que não me afeta, assim, quando ele fala em cima e vira parte do que eu falando, quando ele faz um comentário engraçado em cima. Enfim, pode falar, Pedro. Obrigada. Gostaram dessa dinâmica? Não, né? Pois é.

SPEAKER_01

Você. Você é um mulherão. Você é uma mulher com muita força. As pessoas te veem muito como delicada porque você é muito delicada em certas coisas. Mas você é uma mulher muito.

SPEAKER_04

Sim, talvez eu tenha três jeitos muito delicados.

SPEAKER_01

Sim, mas você sabe exatamente o que você quer da maneira que você quer. Você não é uma coitada.

SPEAKER_04

Não sou uma coitada, não sou uma florzinha que, meu Deus, nada pode acontecer comigo. Inclusive, eu venho de uma origem que não é nada so delicada e calma e tranquila. Mas vocês podem ficar bem tranquilos, eu não estou correndo nenhum perigo. O ponto todo aqui é: se eu estivesse achando absurdo o Pedro me interromper, ele teria escutado muito. And ele teria escutado todas as vezes que ele me interrompe.

SPEAKER_01

Faz parte da nossa comunicação, cara, o tempo inteiro.

SPEAKER_04

É isso. E no momento em que incomoda demais, um. Volta e meia fala um pro outro. Não me interrompe. Deixa eu terminar. Eu falando. E aqui isso não acontece porque eu sinto que a gente consegue ou falar por cima ou comentáriozinho, assim. Sim. Fiquei muito na cabeça o negócio do corte que eu tava falando da Andy, o corte do podcast que eu tava falando da Andy, não sei o quê, que se ele tivesse sido esperto, ela teria colocado ele numa campanha e tu fala, ah, se fosse a Carolyn Basser. Entendeu? Tipo, e exatamente, tu acrescentando na minha linha de raciocínio. Completamente. E vira parte do meu discurso. Tipo, eu não me sinto interrompida. E eu faço isso contigo o tempo inteiro também. Talvez no podcast eu seja mais comedida, mas na vida real eu faço isso o tempo inteiro.

SPEAKER_01

E tem uma coisa, a gente pode passar muito tempo falando sobre tipos de comentários diferentes. Mas eu acho que tem pessoas que se esquecem que tem seres humanos lendo os comentários. E, cara, teve dia que eu acordei 5 horas da manhã, olhei o celular como às vezes eu faço, tinha gente me xingando, assim, falando que não suporta me ouvir falando. Tem ninguém te obrigando a assistir. Fica à vontade, sabe? Pode sair. A gente não faz questão de. Se não gosta dos dois do casal, não tem por que ficar aqui. Mas, você tem mais alguma coisa a querer sentar, meu amor?

SPEAKER_04

Não, eu bem.

SPEAKER_01

Ok. Teve um uma pessoa que o nome do arroba dele é Guerra de Idiomas, que eu achei que ele fez um comentário legal, né? A gente falou de comentários não tão positivos.

SPEAKER_04

Depois de ler de certo, todos os comentários negativos sobre isso, ele teve algo a dizer.

SPEAKER_01

Essa semana foi muito cansativa pra mim em relação à leitura de comentários. Nossa, a profissão é muito boa e tem coisas muito boas, mas às vezes uma drenada top. Não foi uma semana mentalmente in relação a leituras mesmo. Teve o post da FFW quinta, das minhas recomendações, and pessoas ofendidas com as recomendações that I did, because Pinheiros. But the guerra de idiomas virou andou. I think minha opinião é bem polêmica, porque vai contra a maioria dos comentários. I asked the Pedro corta a Mari de forma seca. Acredito que ele seja uma pessoa bem pontual and por ser muito pontual, gera a sensação que ele está cortando, porém não está. A Mari, por ser a perfeita representatividade de uma mulher feminina, é mais delicada em fazer seus comentários. E quando o Pedro ouve os comentários dela, fica entusiasmado e pontua algo. É muito isso, como você falou da Carolyn Bassett, que a gente se anima e vai.

SPEAKER_04

Exatamente, tipo, um começa a ficar, caramba, é muito isso que tu dizendo. E quer acrescentar, sabe?

SPEAKER_01

Bom, vamos continuar. O Natan Cruz falou que assistiu o Better Man por minha causa. E posso dizer que minha vida é uma antes e um depois desse filme. Assistam Better Man, eu e Maria, a gente não assistiu. Mari não assistiu ainda.

SPEAKER_04

Não, é óbvio que eu não assisti. A gente tem que assistir. A gente não me indicasse a assistir.

SPEAKER_01

O Lucas Drummond pediu pra gente colocar os minutos dos tópicos principais na descrição.

SPEAKER_04

O que vocês acham disso?

SPEAKER_01

Não é o que eles acham? O estará nesse episódio. É? É, porque às vezes a pessoa não quer me ouvir falando de um filme, mas quer te ouvir falando da arquitetura, então vai naquele ponto. Menor problema.

SPEAKER_04

Isso é no YouTube?

SPEAKER_01

Eu acho que o Spotify faz isso automaticamente.

SPEAKER_04

Legal.

SPEAKER_01

É. Fale o que vocês estão achando sobre a nova temporada de euforia, daqui a pouco.

SPEAKER_04

Virar.

SPEAKER_01

Eu adorei que alguns tópicos de vocês puxam coisas do relacionamento de vocês. E teve um assunto especificamente sobre relacionamento e trabalho que eu me identifiquei demais.

SPEAKER_04

Muito bom. Sim, eu gostei de como no último episódio a gente puxou o assunto do filme para o nosso relacionamento e a nossa relação com namoro e trabalho ao mesmo tempo. Eu gosto desses paralelos que a gente consegue fazer, dos assuntos que a gente traz com a nossa vivência. E o Guiar antes disse o fato de vocês discordarem a opinião com argumentos próprios e no final seguirem sendo fofos e vários sinais demais. Mas não, né? Maior que é o nome certo desse símbolo. Muito a nerd da matemática. Sim, é exatamente isso. Eu gosto muito dessa dinâmica do nosso relacionamento e é engraçado como isso pode ser mal interpretado, né? Porque o pessoal chega, pede menos roteiro, e no momento que a gente discordando, porque realmente a gente coloca os tópicos para serem debatidos, a gente evita debater eles antes do podcast, né? Então, às vezes é uma surpresa pra gente que a gente nem sequer concorda nesse tópico.

SPEAKER_01

E faz parte, eu acho. Exatamente.

SPEAKER_04

A gente vive muito de concordar em discordar.

SPEAKER_01

Sim. E eu acho até um retrato, não querendo botar o nosso relacionamento como um espelho para as outras pessoas. Discordância nem sempre é pessoal. porque eu discordo de alguma coisa da Mariana, não significa que eu não gosto da Mariana, mas eu acho que hoje em dia, até muito no mercado de trabalho, tem muito uma visão de, tipo assim, se eu discordo de você, eu não gosto de você. São coisas separadas. A gente pode discordar de temas e aprender um com o outro e concordar em discordar.

SPEAKER_04

Eu acho que é muito algo construtivo to conseguir separar essa. Claro que tem certeza opinions que no relacionamento tem que estar alinhadas. Mas, de forma geral, e ainda mais the type of topic that blah blah blah, a gente discord, I should have been constructive, because a gente não sentasse pra falar dessas coisas no podcast.

SPEAKER_01

If you apoiasse a Times Square Paulistana, você ainda, minha Maria. E pra finalizar a leitura de comentários, vou finalmente responder pra vocês. Por que eu não faço mais vlogs para o YouTube, Pedro? Cara, assim, inclusive hoje mesmo, literalmente, está num Uber para comprador, eu vendi minha câmera de podcasts.

SPEAKER_04

De vlogs.

SPEAKER_01

De vlogs, perdão. A minha questão é.

SPEAKER_04

Desculpa te interromper.

SPEAKER_01

Não desculpa. Comentem. A minha questão é, cara, eu vou reclamar tanto da gente. A minha questão é, eu considero tudo assim, o tempo que leva pra gravar, pra editar, pra estar na frente da câmera, pensar tudo. Aqui, por exemplo, são duas horas gravando. É mais uma hora, assim, de reunião de pauta, basicamente. E mais umas três, quatro horas entre editar, renderizar, fazer arte, inscrição, postar, tudo. Aqui se pagando, sabe? tendo retorno pra gente, tanto no YouTube quanto no Instagram. Não retorno financeiro, não, mas retorno de audiência. As pessoas estão.

SPEAKER_04

Sim, tipo, sendo. levantando coisas interessantes, a audiência interessada.

SPEAKER_01

acontecendo algo muito legal pra gente na rua, que agora as pessoas estão começando a falar, vendo seu podcast, tava ouvindo o podcast deles agora. Isso é uma coisa muito maneira. o vlog, eu precisava gravar uma semana inteira. Eu tinha, no final das contas, umas 4 horas de material bruto. Eu passava um dia e meio editando, assim, boto umas 9 horas de edição. E eu sou uma pessoa muito perfeccionista, vocês perceberam. Eu sou do cinema, gente. Eu passo um ano e meio com o filme, até o filme ao ar, sabe? Aqui é diferente, aqui é muito mais rápido. que eu sou muito perfeccionista dos meus cortes, da maneira que eu filmava. E estar na frente da câmera, por mais que isso aqui seja muito natural pra gente, o Pedro que aqui é o Pedro, também é o Pedro Gabriel, mas também é o Pedemziara. E imagina que eu vivendo meu dia a dia normalmente, eu boto uma câmera pra me gravar, eu não consigo ser o Pedro 100% natural. Existe uma camadinha ali, né, de. De atuação, não é a palavra, mas é.

SPEAKER_04

Mais artística, né? Óbvio, um pouco mais polido, como a gente falou. A gente trabalha. Talvez, a gente trabalha com marcas, então é muito diferente a gente estar em casa sabendo que não tem ninguém assistindo e estar em casa sabendo que tem alguém assistindo, sabe?

SPEAKER_01

Eu fico muito feliz pelo interesse de vocês, genuíno. E eu ainda quero tentar entender como eu consigo trazer um longo formato que não seja esse podcast, porque é uma coisa que me agrada. Longo formato é o que a gente consome muito. Então, mas não vai ser com o DJI Osmo, com aquela câmera que não me agradava. Se for, talvez vai ser uma coisa completamente diferente da minha linguagem normal de internet.

SPEAKER_04

E eu acho que também esse lance do vlog, quando tu tem uma agenda de conteúdos semanais, é tipo assim, quando tu não gravando, tu gravando, né?

SPEAKER_05

É.

SPEAKER_04

Ou então tu tem que ficar te gravando, gravando. Porque o teu dia a dia é muito escrever roteiro, gravar o vídeo, editar o vídeo.

SPEAKER_01

Não, em cima do computador, não em cima do computador.

SPEAKER_04

Vem cá, vem cá.

SPEAKER_01

Psiu, pode subir, filha.

SPEAKER_04

Helena. Psiu. Olha.

SPEAKER_01

É. E não isso, se eu tinha uma semana chata, eu inventava problema pra fazer, pra gravar, pra ficar um vlog interessante.

SPEAKER_04

Sim, mas é que hoje em dia a gente tem uma rotina meio pesadinha, né? E eu fico pensando nisso, de tu gravando um vídeo que vai ao ar para o entretenimento de outros.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_04

tu tem que te gravar gravando um vídeo pra entreter outros em outra plataforma.

SPEAKER_01

É. E tem coisa que a gente grava que vai ser postada daqui a duas semanas, e o vlog. Enfim, eu tenho que pensar.

SPEAKER_04

É, tem que ser muito melhor calculado, calibrado pra funcionar esse formato, né?

SPEAKER_01

Bom, vamos para o nosso giro de notícias. Eu me toquei que a gente não fez a nossa vinheta.

SPEAKER_04

Tinha muita coisa pra ser abordada.

SPEAKER_01

Tava entalado aqui, né? Bom, Mariana Veloso. Ontem à noite assistimos o Diabo Veste Prada.

SPEAKER_04

O Diabo não, né? Fala direito.

SPEAKER_01

O Diabo Veste Prada. O Diabo Veste Prada 2. Opiniões.

SPEAKER_04

Opiniões. Quer falar? Quer começar?

SPEAKER_01

Não, eu quero que você comece.

SPEAKER_04

Tá. Eu preciso dizer que eu gostei do filme. Eu achei um filme que me conseguiu me engolir. Eu fiquei dentro dos problemas do filme não pensando na minha vida. Eu acho que eu tenho ido muito assistir filme contigo, muito mais agora, né? And existe uma diferença muito grande quando o filme consegue me engolir e quando o filme não consegue me engolir. E eu achava que esse filme podia ser muito mais raso e eu não consegui ficar dentro dele. But I consegui.

SPEAKER_01

Ontem aconteceu uma coisa muito divertida com você. Mariana tava ansiosa durante o dia e ela achava que ela tava ansiosa com o trabalho, com faculdade, com tudo. Até que ela se tocou, Pedro. Na verdade, eu acho que eu ansiosa com o filme. Que eu quero muito ver o filme.

SPEAKER_03

Quero gostar do filme.

SPEAKER_01

Exato. E é uma sensação que eu tenho constantemente com filmes que eu muito animada. E o que eu nunca vi a Mariana, porque eu nunca vi a Mariana animada mesmo pra um filme. Ela às vezes ficava animada pela minha animação, mas não por você. E, enfim, fala.

SPEAKER_04

E daí é isso. Eu gostei do filme, gostei da história que foi contada. Senti, obviamente, aquilo que as visuais do filme não me deslumbraram, não me encantaram tanto quanto no primeiro. Isso tanto por luz, enfim. Quanto também porque eu não sou mais uma jovem pré-adolescente de 12 anos que nunca tinha visto basicamente Nova York pelos olhos da moda, como o primeiro filme mostra, né?

SPEAKER_01

Uma curiosidade, eles estavam gravando as cenas em Nova York no exato mesmo que a gente estava em Nova York em julho do ano passado.

SPEAKER_03

E em julho, no verão. Desgraçado.

SPEAKER_01

A gente sabe o que é calor. O Rio de Janeiro fica muito quente, Porto Alegre também fica muito quente. Eu nunca senti um calor como aquele em Nova York.

SPEAKER_04

Não, é. E descer no metrô.

SPEAKER_01

Era literalmente bizarro do inferno.

SPEAKER_04

Eu juro que eu nunca senti um calor que eu achava que o meu corpo ia desligar completamente a qualquer momento, como eu sentia embaixo da terra em Nova York.

SPEAKER_01

O único momento que eu senti um calor tão grande assim foi no engenhão, no show da Taylor Swift, que foi adiado pelo calor, por tudo que aconteceu.

SPEAKER_04

Eu não vivi isso. O meu foi em São Paulo e tava 20 graus.

SPEAKER_01

Assim, quando vocês forem assistir o Diabo Veste Prada 2, pensem em todas as cenas na rua em Nova York e a sensação.

SPEAKER_04

As mais iniciais.

SPEAKER_01

A sensação de você abrir um forno quando você fazendo um bolo e vem aquele bafo quente quando você abre o forno. Era exatamente aquela sensação que tava lá. E eles estavam gravando com roupa.

SPEAKER_04

Sim, é por isso que eu falei das mais iniciais, tipo, que ela com um blazer azul marinho, com uma calça, azul marinho e uma camisa, tipo uma roupa. A gente tava andando em Nova York, eu tava com basicamente uma samba canção. Lembra aquele shortinho azul que eu usava? Que manchou. Uma regata canelada muito fina.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_04

Um calçadinho que até era fechado, mas era porque eu não me atrevia a andar naquela cidade meio imunda com o calçado aberto.

SPEAKER_01

Cidade mais suja do mundo. Não, mentira, isso deve ser na Índia.

SPEAKER_04

Mas era isso, entendeu? Eu queria servir mais looks, mas era regata e short mini. E o Pedro também, tava de short mini, camiseta.

SPEAKER_01

E um short que ia subindo na virilha. Ficava horroroso. E eu ficava de regata com um half-tuck também pra tentar ficar mais de freio.

SPEAKER_03

É verdade, mas vamos voltar pro.

SPEAKER_01

Vamos, filme. O primeiro filme é muito importante pra você. falamos aqui nos últimos episódios, se vocês não viram, a gente falou de Diabetes Prada algumas vezes. Refluxo. Mas o que esse segundo filme te fez sentir?

SPEAKER_04

Cara, eu. Eu não tinha pensado em como eu responder o que ele me fez sentir. Eu acho que você vai ter botado tópicos da minha percepção sobre o enredo.

SPEAKER_01

Porque como alguém que literalmente na faculdade aprendeu a como assistir filme, tem filme que você vê, você sabe que é ruim, mas te deixa feliz. E tem filme que você olha e fala, esse filme é ótimo.

SPEAKER_04

Eu me senti nostálgico, eu me senti feliz that the elenco principal continues. I think that having várias referência to nostalgia dos reencontros. Aquellas primeiras cenas dos reencontros principais I was divertidas. I asked that se tivesse continuado de uma forma, o que o outro está fazendo nesse momento da vida. Não teria tanta graça, sabe? Eu achei bem divertida essa coisinha que eles fizeram. Mas é isso, me senti feliz, nostálgica e claro, um pouco desapontada com as visuais, assim, de não ser tão mágico, tão.

SPEAKER_01

Claro. Eu, assim, não é um filme ruim. Mas depois de fermentar o filme por quase um dia aqui dentro, eu não sei se eu consigo dizer que é um filme bom também, na minha opinião. Ele tem um negócio que a gente chama que rolou em Hollywood nos últimos anos, que é Legacy Sequels. Que é quando você pega um filme de 20 anos atrás e você cria uma sequência pra ele. Das Legacy Sequels dos últimos anos, e, sei lá, tem Caça Fantasmas, tem. Alguns filmes assim, né? Que eles fizeram essas sequências. Esse é de longe o melhor. Mas de longe o melhor. que é você querer alinhar por baixo, eu acho, no final dessas contas. Uma coisa que eu gostei muito e que eu respeito esse filme por, é que ele não. Ele não tentou trazer uma quinta pessoa pra aquele grupo, né? Que é a Ann Hathaway, a Mary Stripp, o Sunny Tucci e a.

SPEAKER_04

A Emily.

SPEAKER_01

Emily Blunt, é. Eles não tentaram trazer um quinto, uma quinta pessoa jovem, pra meio que ser uma audiência nova ali dentro. Respeitou o quarteto clássico.

SPEAKER_04

Meio que trouxe aquela protagonista de Bridgerton, mas ela teve um papel muito. Ela é de Bridgerton? Não sabia. É. A Simone.

SPEAKER_01

A Simone Ashley.

SPEAKER_04

Isso que foi a Mari. Mas eu acho que ela teve um papel muito. Ficou pra trás. Sim. Não pra trás, não negativamente, mas ela conseguiu dar um passo atrás e deixar o protagonismo não ser delas.

SPEAKER_01

Ela não é forçada ali, porque a Miranda precisa de uma assistente.

SPEAKER_04

E a assistente é pra ser icônica, né? Tipo a Emily na época. Exato.

SPEAKER_01

Então não foi forçado, pra mim foi natural. O que eu achei forçado, e o filme tinha que fazer isso de alguma maneira, é como juntar esses quatro personagens de novo no mesmo lugar. Eu sinto que o filme uma forçação de barra, assim, como botar a Anne Hathaway na Runaway de novo?

SPEAKER_04

Sim, de volta, sendo que aquilo queria ser jornalista e falar de coisas em muitas aspas sérias.

SPEAKER_01

Tem um negócio que a gente chama muito de Deus ex-machina, que é quando algo acontece no roteiro, que não é necessariamente real o que aconteceria, mas tem que acontecer pra progredir o roteiro. Eu acho que acontece um pouco disso, tipo assim, ah, rola uma coisa. Annie Hattle de volta no runway. Tipo, não é justificado. E pra Emily Blunt aparecer no momento em que ela aparece, eu acho, mais forçada ainda.

SPEAKER_02

Tu acha?

SPEAKER_01

Eu acho, porque, tipo assim.

SPEAKER_02

A gente não pode falar, né?

SPEAKER_01

Tem uma polêmica e eles precisam falar com anunciantes. Eles nunca explicaram direito que polêmica era essa. Eles. A polêmica aparece, assim.

SPEAKER_04

Claro que sim.

SPEAKER_01

Era alguma coisa de fast fashion, né?

SPEAKER_04

É, era uma fast fashion que teve algum escândalo e eles tinham promovido essa fast fashion. Não precisa nem entrar muito a fundo do que foi que a fast fashion fez, entendeu?

SPEAKER_01

Eu acho que precisava. Se é um escândalo tão grande assim.

SPEAKER_04

Mas o filme não era pra ser sobre isso.

SPEAKER_01

Mas tudo bem, se é um escândalo tão grande assim que prejudicando a Miranda, que não sei o quê, que precisa de um all hands-on, que precisa contratar a gente nova, fazer um pedido de desculpas. Eu gostaria de saber. E assim, o que a gente falando aqui acontece nos primeiros 15 minutos do filme, tá? Não é um spoiler. O filme tem todo o resto. Eu gostaria de saber o que é, sabe? Pra eu poder. Enfim, o que me incomoda do filme é que ele é redondo até demais. Ele é bonitinho até demais. Ele tenta botar um laçozinho in tudo que estava laceado. Eles abrem o laço pra fechar o laço de novo. And os personagens avançaram desde the prime filme. São personagens que me parecem reais. Eles existem naquele lugar, a vida deles aconteceu e não ficou pausada por 20 anos. But me incomodou, talvez porque hoje em dia eu esteja muito mais nesse mundo. Não é um filme sobre moda. É um filme sobre jornalismo e o estado atual da mídia.

SPEAKER_04

Sim, é muito sobre a mídia.

SPEAKER_01

É muito sobre a mídia.

SPEAKER_04

É meio que sobre, tipo, ah, obsolescência de revistas. Não é sobre moda, é sobre a runway, né?

SPEAKER_01

No, I ask muito sobre o estado atual das coisas, em que pra você ter um veículo de media, você precisa ser um bilionário. Nenhum desses veículos de media hoje em dia dão dinheiro, então você precisa ser um filântro pra ter. Como não tem liberdade jornalística, nada disso. You're okay, é verdade. É tudo verdade.

SPEAKER_04

Tudo é um ponto válido, uma reflexão válida, mas.

SPEAKER_01

Cadê a moda? Cadê a. Não, isso aqui foi na coleção outono do ano passado. Não, isso aqui vai ficar bom pra lá. Porque no primeiro filme tem mais isso, tem mais moda, tem mais a Miranda ainda atrás de vendo os.

SPEAKER_00

As coleções.

SPEAKER_01

As coleções, opinando, criticando o modelo, criticando as fotos. Isso aqui tem tão pouco. Eu senti falta disso. E aí, dessa vez, eles tiveram um acesso muito mais legal que eles não tiveram na última vez. Com marcas, com cutu, com tudo.

SPEAKER_04

Eles falam de marca o tempo inteiro de novo. E não me parece aproveitar isso. É.

SPEAKER_01

O filme é bom. Eu imaginava que o filme fosse ser bom no momento em que a Mary Strip aceitou voltar. E Anne Hatway também. Nenhuma delas precisava voltar. E voltaram. Sim.

SPEAKER_04

Eu fiz umas anotações das coisas.

SPEAKER_01

Tem coisa aqui na anotação que é spoiler, tá? Então não vamos falar sobre elas.

SPEAKER_04

Tá, mas aquela primeira eu super posso falar. De forma geral, quando você falou que gostou que os personagens were no sammel and 20 years, I fiquei pensando nesse lance da Miranda.

SPEAKER_01

But the tempo mudou, the secretary is politically corretted for that.

SPEAKER_04

And one of the personality. Até esse lance. I don't even know this. Tinha que acontecer? Não, não tinha. Eu acho que tinha liberdade poética pra ela continuar sendo uma megera.

SPEAKER_01

Não acho. Você sabe como são as coisas em dia. Se naquela época, 20 anos atrás, a Miranda foi polêmica, eu acho que hoje em dia, sabe, seria mais ainda.

SPEAKER_04

Pensando agora, eles até conseguir ainda, talvez mais ou menos de bon, ainda zoar sobre a Indy ser size 6. Sim, de uma maneira mais.

SPEAKER_01

And the maneira in which the assistant entered ali sendo politicamente correto dela, I think eles fizeram de uma maneira de zoar um pouco disso. And I sabe.

SPEAKER_04

Também achei. Eu sinto que houve uma boa dosagem de atualizar nesse sentido sem perder a essência da maldade do universo da moda. Porque, querendo ou não, sou o Ben Insider. Sei que continua existindo muito e que, na realidade, se ignora muito mais o politicamente correto hoje em dia do que deveria ser nesses meios.

SPEAKER_01

Ela honronando. E na saída do cinema, você se mostrou um pouco desapontada com as roupas do filme. Por quê?

SPEAKER_04

Não é desapontada com as roupas do filme. Porque eu adorei quase todos os looks da Miranda. Você tem um que eu não gostei, ou talvez eu não tenha amado ele, sabe? Não me ofendeu o look, talvez não tenha me chamado atenção, mas a maioria deles eu gostei. O que me chateou foi os looks da Andy, alguns. Because I say que a proposta da personagem não é ela ser um fashion icon. É justamente a essência que terminou o primeiro filme. Não nasci pra esse mundo, estou desistindo. Então ela até volta como alguém que tem algumas influências de moda. Me diz se eu estiver fazendo algum.

SPEAKER_01

Spoiler, pode deixar. Spoiler? Eu te aviso.

SPEAKER_04

Ela volta como alguém que tem muitas referências culturais, devido à trajetória de carreira que ela tem. Do primeiro filme pro segundo. Mas é que tem uma coisa que me incomoda sobre figurino quando ela traz essa atriz mais velha, mas que ainda não é a Miranda. Parece que na hora de tentar fazer um glamour, tem que enfiar um monte de peça de paetê.

SPEAKER_01

Olha, não me incomodou.

SPEAKER_04

Ela usa primeiro um vestido azul de paetê, e depois ela usa um macacão de paetê por baixo de um sobretudo maravilhoso. é um sobretudo caramelo, lindíssimo, se não me engano, é um sobretudão de couro, assim. que por baixo com uma coisa horrorosa, tipo, uma coisa que um a Andy não usaria, nem com 40 anos, nem com 20. Dois, eu acho que qualquer um naquele meio não deveria achar bonito. E, tipo, eu super gosto da figurinista desse film.

SPEAKER_01

A mesma de Sex and the City.

SPEAKER_04

Quem foi apprendiz dela, basicamente, trabalhou com ela durar esse tempo aí. Hoje está tomando a frente sendo.

SPEAKER_00

Não sabia.

SPEAKER_04

E sendo estilista, figurinista desses filmes. Então, tipo, de modo geral, acho que conseguiu trazer a essência, sabe? Na Miranda, eu gostei bastante.

SPEAKER_01

Say.

SPEAKER_04

Na Emily, eu gostei.

SPEAKER_01

Achei bom, hein? No. Nigel, sempre. Sempre perfeito.

SPEAKER_04

pontualíssimo. Muito.

SPEAKER_01

Mariana ontem falou que queria que eu raspasse meu cabelo pra ser igual o Nigel. E eu não vejo como uma ofensa. Eu acho o Stanley Tucci um cara elegantércimo e ele é o hétero mais gay que eu conheço. E eu acho que eu posso ser considerado um hétero meio gay, às vezes.

SPEAKER_03

É isso.

SPEAKER_01

Eu sou um ally. Falando em roupa, Mariana Veloso. Essa semana. Cara, a Mariana fez uma coisa aqui, a nossa câmera tinha dado um probleminha. A Mariana, sem gravar, ela fez uma traição comigo. Que ela falou: bom, vamos falar então das roupas do Diabo Vesprada. E você pode criar o gancho falando em roupa. O gancho é meu, tá?

SPEAKER_03

Eu nunca mais, desculpa. Nunca mais.

SPEAKER_01

Eu quero fiquei muito ofendido.

SPEAKER_03

Vou te sugerir um gancho. Até porque eles são pra ser surpresa pra mim, que é uma reação.

SPEAKER_01

Sim. Falando em roupa, essa semana, domingo, aconteceu o episódio do casamento da Cassie e do Nate em Euforia, Season Temporada 3. O que a gente achou do episódio?

SPEAKER_04

O que a gente achou do episódio, cara? Eu não amando a série, num geral. Não gostando do teor, não gostando do. da direção que indo.

SPEAKER_01

Eu me diverti. Eu ri alto em alguns momentos. Pra mim, sendo divertida. É quase um show de horrores ali, mas eu começando a entrar no mood, sabe? É aceitar que não é a mesma euforia que era. Parece que, assim, o criador continuou. Ele fez outra série completamente diferente.

SPEAKER_04

Em cima dos mesmos personagens.

SPEAKER_01

Ele tinha muitos que continuar com aqueles personagens, então assim, vida que segue, eu vou contar outra história. E vida seguiu. Cara, eu me divertindo.

SPEAKER_04

Eu queria dizer que 50 mil dólares pra um casamento com tanta peônia não é qualquer flor. São peônias.

SPEAKER_05

Claro.

SPEAKER_04

Basicamente peônias e rosas. Essas flores são muito caras. Eu acho que essa quantidade de flor custou muito mais do que 50 mil dólares. But óbvio que pra série eles precisavam inventar um valor exorbitante.

SPEAKER_01

Exato. E eu acho que o valor exorbitante é mais crível. Se eles falassem, tipo, 232 mil dólares.

SPEAKER_04

Sim, em flor. Imagina quando vai ser o evento. É.

SPEAKER_01

a pessoa vai falar, mentindo, mas 50 mil dólares eu consigo ver.

SPEAKER_04

É, é verdade, tem razão. Mas teve o casamento, o evento em si foi um show de horrores.

SPEAKER_01

Foi.

SPEAKER_04

E a dança, o que foi a dança? Cara, a dança com.

SPEAKER_01

O quê? Os pares? É o nome? Pestes. O tapamamilo.

SPEAKER_04

Não, a gente chama de tapamamilo em português mesmo.

SPEAKER_01

Perdão, é porque eu sou meio americanizada. O cara de tapamilo aparecendo.

SPEAKER_04

Não, é. Nem minha filha. Eu sinto que perderam muito a linha da decência com os peitos da Sidney Swing.

SPEAKER_00

Cara, eu acho que perderam mesmo.

SPEAKER_04

E tipo, descensibilizou. Não é mais nem num sentido sensual, sexual, né?

SPEAKER_01

Porque não é mais sensual.

SPEAKER_04

É chilmante e eles viraram, tipo, parte da série, assim, né?

SPEAKER_01

Uma coisa que eu tava pensando assim, que normalmente quando ela parecendo de lingerie na série, é a marca de lingerie dela. E não fica bem. Tipo, parece barato, parece apertado.

SPEAKER_04

Tudo que ela tem vestido ultimamente tem parecido apertado. Eu vi um TikTok dela num bar. Eu não sei se ela abriu um bar, o que acontecendo.

SPEAKER_01

Ah, eu acho que eu vi ela meio que num show com umas pessoas.

SPEAKER_04

É, ela tava com uma roupinha azul, assim.

SPEAKER_01

Eu vi no título.

SPEAKER_04

Ela tava estrangulando os peitos de uma forma que eles estavam pra fora e não era nem num formato legal mais nessa altura.

SPEAKER_01

Não era naquele formato, sei lá, retrô, vintage de que.

SPEAKER_04

Não. Não é essa coisa pinup, né? Que eram as peitodonas com uma roupa que cabia o peitão dentro. Não é, não é mais isso. Virou uma coisa muito esquisita. A relação das câmeras, da série, com os peitos da Sidney Swinney.

SPEAKER_01

Sim. Esse casamento, tiveram looks. Mas e looks, e looks, e looks. Eu sinto que quando a gente fizer o nosso casamento, ia te convidar a nata artística e criativa de São Paulo. Vocês não podem me levar a sério, tá? A maior parte das coisas que eu falo são zoeira. Mas as pessoas vão aparecer o nosso casamento assim também.

SPEAKER_04

O que chamou a atenção bastante na internet essa semana de reflexão sobre esse casamento foi o quão inapropriado foi o look de certos convidados para o casamento. Certos, vulgo, Mary e Jules.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_04

Que foram com vestidos que tinha muito do corpo delas amostra.

SPEAKER_00

Porra.

SPEAKER_04

Não era, tipo, a Sidney Swane com os peitos pra fora, era, tipo, várias partes do corpo pra fora.

SPEAKER_01

Qual o nome da Jules? Um side bulb o tempo inteiro, no caso não. Não, não é nem side, né? cobre o mamilo.

SPEAKER_03

cobre o mamilo, não é side boob. Mostra o peito inteiro. tapa o mamilo. tapa o mamilo.

SPEAKER_04

Mas, enfim. E aí, os vestidos são assim, tipo, revealing, eles mostram bastante disso. O da própria Jules, na verdade, parece uns panos que cobrem, tipo, um peito e meio, um pouco da barriga, um pouco da nádega, um pouco não.

SPEAKER_01

Eu acho esse vestido muito feio. Muito feio. Foi muito feio.

SPEAKER_04

E o da Mary também, tipo, cobre ali os peitinhos e na frente, enquanto precisa.

SPEAKER_01

Sim.

SPEAKER_04

E daí abre também uma fena, que eu não sei se você viu, né? Que vestido é fechado até aqui, assim, ó. Sim. Daqui em diante abre.

SPEAKER_01

Mas o da Mary. Eu achei legal.

SPEAKER_04

Eu amei. Eu teria esse vestido, eu usaria.

SPEAKER_01

O com ele quase aparece o cofrinho, mas não aparece.

SPEAKER_04

Eu achei lindíssimo. Eu gosto muito de decotes assim nas costas. Gosto muito. Claro que eu acho que tem que ter um equilíbrio. Tipo, eu gostaria de um vestido assim com esse decotão nas costas, mas que na frente fosse fechadão.

SPEAKER_01

E vamos dar nome aos bois.

SPEAKER_04

Tá, não, peraí, peraí, peraí, peraí. bom. Que daí o que eu vi essa semana na internet.

SPEAKER_01

Mariana, você me interrompeu.

SPEAKER_04

O que eu vi na internet essa semana foi. Ah, e vocês chocados com os vestidos porque elas usaram esse vestido pra afrontar não sei o que no casamento, é falta de noção, não sei o quê. Tu lembra da polêmica do vestido que a Kendall Jenner usou no casamento?

SPEAKER_00

Não.

SPEAKER_04

Era um vestido preto com um monte de coisinha assim, ó.

SPEAKER_00

Não.

SPEAKER_04

Tu não lembra disso?

SPEAKER_00

Não.

SPEAKER_04

sei que realmente trouxeram esse ponto. E é verdade. Tipo assim, a gente tem exemplos na vida real de pessoas que foram com vestidos extremamente reveladores em casamentos. Então, quando tu falou do nosso, das pessoas que iriam no nosso, eu acho, e eu não falo nem isso de uma forma negativa, tá? A gente tem que vestir o que quiser, revelador demais ou não. Eu acho, eu gosto muito de roupas que são inteligentes, divertidas, diferentes, sabe, que brincam com isso, mas não é o revealing por ser revealing, sabe? Que é inteligentinho, esperta forma de fazer. Então, não ligaria, mas eu fiquei pensando muito nisso. Tipo, que realmente os nossos convidados seriam estilo Kander, que foi no casamento com uma roupa super.

SPEAKER_00

Seria o mesmo.

SPEAKER_04

Né? Mostrando bastante do corpo dela. Mas tá, quer falar quem fez cada um dos looks?

SPEAKER_01

O da Mary é da Natasha Newman Thomas. Você conhece a Natasha Newman Thomas?

SPEAKER_04

Ela é a figurinista da série. Ela desenhou esse vestido especificamente para a personagem usar no casamento.

SPEAKER_00

bom.

SPEAKER_04

E eu achei legal que tem um vídeo delas explicando que a Mary aparece desde a primeira temporada com uma cruz no pescoço, com um crucifixo no pescoço. E que daí, na terceira, eles trouxeram isso com muito mais força, não tem mais nenhum look dela sem um crucifixo em algum lugar do look. E que no look do casamento, o crucifixo era um cordãozinho que começava nas costas, na nuca, e ia até o cofrinho dela nas costas. Genial.

SPEAKER_01

A da Jills era um Acne Studios.

SPEAKER_04

Sim.

SPEAKER_01

Eu entrei na Acne em Nova York. eu olhei uma peça que eu tinha gostado.

SPEAKER_04

Eu adoro a marca, eu acho muito legal.

SPEAKER_01

É muito maneira. A loja me deu um pouco de nervoso.

SPEAKER_04

É, eu não fui na loja, era no meio do sorro. Eu tava tendo problemas técnicos.

SPEAKER_01

Era no meio do sorro, carpete, uma semana que tinha nevado e a neve tava suja. E você pisava com a sua bota de neve. Em carpete.

SPEAKER_04

Desagradável.

SPEAKER_01

E eu vi alguma peça que eu gostei e eu olhei e Keita, tipo assim, 850 dólares. Falei, show, legal. Ainda não. O Neite. Eu com muita inveja do Neite essa temporada. Keita todo de boteiga.

SPEAKER_03

Sempre de boteiga.

SPEAKER_01

Sempre de boteiga. E eu queria estar com. Queria não. No nosso casamento, eu vou estar.

SPEAKER_04

Isso, essa é a mentalidade.

SPEAKER_01

E você sabe, quando eu falo que algo vai acontecer.

SPEAKER_04

Eu tenho até medo quando o Pedro fala que algo vai acontecer, porque as coisas que ele fala acontecem.

SPEAKER_01

Eu estarei de custom botega.

SPEAKER_04

Amen.

SPEAKER_01

Ah, a Cassie estava de Jimmy Show.

SPEAKER_04

Nos pés.

SPEAKER_01

Ah, é verdade.

SPEAKER_04

O calçado era Jimmy Chill. É porque é um calçado que é bem notório, que foi esse modelo específico de calçado da Jimmy Chew nos últimos tempos, foi o calçado viral das noivas. Porque ele consegue ser alto e confortável ao mesmo tempo.

SPEAKER_01

Faz sentido a Cassie estar com um sapato. Viral.

SPEAKER_04

Então, eu vi um TikTok exatamente sobre isso. Era uma bridal stylist falando que faz muito sentido o look que escolheram pra Cassie, porque pega ali esse Jackson. Winterhoss do Corset. É um cara que faz looks custom de casamento incríveis. Faz umas coisas assim, fora da realidade, e sempre muito tudo a ver com a noiva, sabe? Tipo assim, a noiva é diferentona e ele faz a roupa que tem tudo a ver com ela. Tem uns bordados, umas coisas incríveis por cima desses corsets super elaborados. E eu vi a moça justamente falando que pegaram um corset desse cara, completamente ordinário e nada demais. Claro que é um corset que veste perfeitamente bem, mas sem nenhum outro detalhe. Tá, não, é que veste perfeitamente bem naquelas, né? Que eles quiseram deixar os peitos dela transbordados.

SPEAKER_01

Pra quem ouvindo, eu fiz umas caras de duvidar que serve perfeitamente bem.

SPEAKER_04

Não, é, mas enfim, eu achei engraçado que ela fez esse ponto que pegaram esse estilista que faz looks super com a cara da noiva, e pra ela escolheram um básico, chato, extremamente trendy. Porque tudo que ela se importa é que seja ali o do momento, porque ela não sabe qual é o estilo dela, o que ela quer, ela quer apelar ao male gaze, e não importa o resto. Porque ela não tem necessariamente um bom gosto, assim.

SPEAKER_01

Não tem. Euforia, ela. O roteiro pode ter dado uma perdida nessa terceira temporada. Mas tecnicamente ela é impecável. A equipe de figurinos sempre pensou muito na roupa de cada um e sempre fez isso muito bem. A fotografia um absurdo.

SPEAKER_04

bonita a série mesmo. Eu vou dizer que não tá.

SPEAKER_01

O criador da série, esqueci o nome do querido, que não é querido. Esqueci o nome dele. Ele dirige muito. Bem, ele filmou muito bem.

SPEAKER_04

Como Coisa Stan, não é isso?

SPEAKER_01

Eu esqueci. Cara, eu super sei o nome, eu me esqueci legal. Teve uma coisa que aconteceu, inclusive, essa. No casamento, que eu achei muito interessante. Como a madrinha, né, da Cassie, uma das madrinhas de casamento.

SPEAKER_02

Sam Levinson?

SPEAKER_01

Isso, Sam Levinson. Ele filma muito bem. Mas a atriz, a madrinha fofoqueira, a testa congelada de Botox. E é óbvio que uma mulher daquele meio estaria com a testa congelada de Botox. Enquanto isso, a Cassie. Pô, a Sine Sweeney, pra se falar muitas coisas dela. Ela atua como uma louca muito bem. Ela entrega a atuação muito bem. Esse casamento, ela tava muito bem.

SPEAKER_04

A cena do cara levando. Spoiler aqui, Dani, você tem que assistir o episódio no domingo. É, euforia não tem alerta de spoiler, não. Não. A cena do Neite levando uma surra escada abaixo. Tipo assim, pra morrer. E ela chorando.

SPEAKER_01

Bom demais.

SPEAKER_04

Porque ela suja de sangue.

SPEAKER_01

Bom demais.

SPEAKER_03

No dia do casamento dela.

SPEAKER_01

O meu destaque pra atuação dela vai quando ela na mesa ali, no jantar do casamento, e ela tentando sorrir, mas o olho dela desesperado e começa a encher de lágrima, e você a tensão dela enquanto ela sorrir, cara, porra.

SPEAKER_04

Essa é uma cena dela que foi notória na temporada anterior, né? Quando ela vai no banheiro ela mesma tentar sorrir assim pro espelho, mas o olho dela diz que eu sou desesperada.

SPEAKER_01

Eu acho que a cena mais famosa de euforia até hoje, a saída. Cara, e você queria falar sobre, eu tenho opiniões também, sobre a trilha sonora, porque sendo muito comentado nas redes sociais. O que aconteceu? Vamos contextualizar. Euforia, a trilha das duas primeiras temporadas, foi escrito pelo artista Labyrinth, que é um artista de hip hop, rap, um eletrônico, faz umas músicas muito maneiras. Ele, uns, sei lá, cinco meses atrás, botou nos stories xingando o HBO, xingando Sam Levinson, xingando uma galera, assim, falando pau no da euforia. E ele mandou a gravadora dele tirar todas as músicas que ele tinha feito pra euforia da temporada. Falou, não vai usar. tinha sido anunciado que essa temporada seria The Labyrinth com o Han Zimmer. Han Zimmer hoje é um dois, se não o maior compositor de Hollywood. O cara é muito bom. Inclusive, eu tenho um amigo meu, Eduardo, que trabalhou na equipe do Han Zimmer. Então, assim, ele é muito bom. rolando opiniões na internet de que a trilha não boa. E teve uma cena, principalmente, da Mary entrando no casamento.

SPEAKER_04

Essa cena que foi realmente me colocou pra pensar como o que contribuindo pra tu entrar no universo de euforia não é mais tão forte a trilha sonora quanto foi, né? Porque quando começava a tocar aquelas músicas com as cenas de slow motion.

SPEAKER_01

Cada um cantando uma música diferente que os dois cantaram muito bem.

SPEAKER_04

Tá, mas quando começava a tocar essas músicas, era realmente tipo assim, as músicas com a maquiagem, com a iluminação roxa, com slow motion, tu ficava, caralho, que estética impecável.

SPEAKER_01

A primeira temporada, o primeiro episódio, o corredor girando com a Ru.

SPEAKER_04

Era muito marcante, né? E hoje em dia, realmente, quando começou ali aquela cena do casamento, com aquele rington.

SPEAKER_00

Eu com isso na minha cabeça agora. Foi essa que pra mim.

SPEAKER_04

Essa é a clássica de euforia pra mim. Mas quando começa a tocar aquilo ali que parece um rington de iPhone.

SPEAKER_01

É uma marima mesmo. É uma marima mesmo. Cara, mas eu achei que faz parte de quase um pós-moderno, sabe? que todo mundo tão esculhambado assim no casamento. Vamos botar uma música.

SPEAKER_04

Eu senti que era pra trazer uma ironia também.

SPEAKER_01

Completamente. Reclamaram também da Mary quando ela foi naquela piscina encontrar com a Cine Suite, com a Cassie, com aquele vestidão de Pedro.

SPEAKER_04

Ah, aquele casacão de peco.

SPEAKER_01

Toca uma música meio marimba da mesma maneira. Eu acho, tipo assim, olha o quão ridículo é isso. Eu acho assim, tão difícil.

SPEAKER_04

Elas dibosificaram as personagens, né?

SPEAKER_01

Exato.

SPEAKER_04

O que é isso? Eu acho que nas primeiras que elas. Desculpa eu te interromper. Não, meu. Que elas estão no ensino médio.

SPEAKER_01

Os comentários vão lidar com isso.

SPEAKER_04

Mas é isso. Eu acho que assim, a forma de retratar elas no primeiro quando elas estão no ensino médio e tudo mais é uma coisa meio Deus. Realmente estivemos na nossa melhor fase no ensino médio. E é isso, acho que a terceira temporada traz. Realmente, o pico de vocês foi no ensino médio. Vocês estão ridículos todos agora.

SPEAKER_01

Ridículos, tentando parecer uma coisa que não são, que todo mundo ali tentando parecer alguma coisa que não é. No máximo, eu acho que a Hunter Schaefer.

SPEAKER_04

Ah, Jules.

SPEAKER_01

Jules. Ela é a única que realmente sendo o que ela parenta ser ali no final das coisas. Não, nem ela. Nem ela. Que ela não esconde que ela tem um sugar daddy, sabe?

SPEAKER_05

É.

SPEAKER_01

Que a Rue escondendo com o que ela trabalhando. A Mary se mostra muito mais poderosa do que ela realmente é. A Cassie. O Nate também pra outro mundo. Cara, você é muito apaixonada por mim, né, gatinha? Meu Deus, eu não aguento, rolando de uma maneira. Mas, cara, a trilha sonora, eu gostando. Eu pago pau pro Hans Zimmer, eu adoro a trilha sonora.

SPEAKER_04

É, eu acho que é isso. O que as pessoas queriam era sentir aquela coisa etérea e muito louca e drogas. que daí primeiro não é mais isso toda a série. Eles não estão mais indo pras festas e aquela loucura, aquela coisa festa em casa das pessoas. Então, realmente, ter todas essas músicas que parece que é música de Edite, né? Virou depois de um tempo, assim.

SPEAKER_01

Eu acho, na verdade, a música de Edith tava sendo a música das primeiras temporadas de euforia. Isso, é isso que eu falando.

SPEAKER_04

Aquelas músicas de Edith.

SPEAKER_01

Eu tava pensando no meu gancho, desculpa.

SPEAKER_04

Nem encaixariam na realidade da terceira temporada, né?

SPEAKER_01

Sim, não. E eu acho, assim, ok, não tem mais o Labyrinth. querer botar o Ranzimmer pra emular, simular, como.

SPEAKER_04

Sim, fazer músicas do mesmo estilo e tal. Ia ficar muito feio.

SPEAKER_01

não é uma mesma série, deixa eu ver.

SPEAKER_04

Ainda mais com a polêmica. Quer saber? Iam reclamar se tivessem tentado fazer algo semelhante também.

SPEAKER_01

Com certeza, óbvio. que a euforia surtou completamente, eu acho que deixa a trilha sortada, deixa o Ranzimmer. A gente tendo privilégio, as pessoas têm que entender. É um privilégio ver o Hanzimmer compondo uma hora de episódio. A Mariana tentou ler o próximo tópico, tá?

SPEAKER_03

Eu entendi aonde tu quer chegar.

SPEAKER_01

Não tentando, não. É um privilégio a gente ver o Ranzimmer compondo uma hora de trilha sonora por semana, por oito semanas. Pra mim é um privilégio. Enfim. Bom, você acha que os personagens de euforia tão felizes?

SPEAKER_04

Ninguém ali me parece feliz.

SPEAKER_01

Não, mas sabe quem feliz? Os moradores de São Paulo. Porque São Paulo foi eleita a cidade mais feliz da América Latina.

SPEAKER_04

Eu fiquei chocada quando eu fiquei feliz.

SPEAKER_01

Eu me senti vindicated. Como é que é vindicated em português? Vingado?

SPEAKER_02

É, talvez.

SPEAKER_01

Deve ser, vingado. Eu me senti.

SPEAKER_02

Usa mais de uma palavra.

SPEAKER_01

reconhecido. Eu me senti visto. Porque eu sou muito feliz em São Paulo.

SPEAKER_04

Sim, e tudo que falam.

SPEAKER_01

E tem um asterisco que o Michel, nosso roteirista, botou extremamente bem aqui no roteiro. São Paulo é a cidade mais feliz da América Latina. Confira ranking. Rio. Rio! Rio de Janeiro! Fica fora de ranking internacional. Pau no cu, Rio de Janeiro. São Paulo, cara. Ó, vamos contextualizar.

SPEAKER_00

Vamos.

SPEAKER_01

Segundo o ranking, Happy City Index 2026. A capital paulista ficou na. Ficou em 161 entre 251 cidades do mundo.

SPEAKER_04

Eu queria muito saber quais são os critérios. Como.

SPEAKER_01

Aqui, tem aqui, calma. Essa foi a sexta edição do Indice de Cidades Felizes, divulgada esse mês. O estudo é baseado em 64 indicadores, distribuídos em seis grupos temáticos: Cidadãos, Governança, Meio Ambiente, Economia, Saúde e Mobilidade. Os indicadores medem as condições de qualidade de vida e de bem-estar urbano.

SPEAKER_04

Não é possível, que piada. Me desculpa, eu também sou feliz em São Paulo, mas não pra colocar São Paulo em cima assim num ranking desses. Eu acho que dá. A cidade cheia de problema. Muito mais gente se fudendo do que gente se dando bem.

SPEAKER_01

Mas ao. Tipo assim, ó, cidade da América Latina, só. Buenos Aires. em 189. Desculpa, Buenos Aires mega fudida também. Buenos Aires numa crise gigantesca.

SPEAKER_02

É.

SPEAKER_01

Sabe? Curitiba. Eu vou pra Curitiba esse mês. Então eu nunca fui pra Curitiba. Mas Curitiba, todo mundo nos meus comentários que mora em Curitiba parece.

SPEAKER_03

Ai, ela quer falar.

SPEAKER_01

Todo mundo que mora em Curitiba nos meus comentários.

SPEAKER_03

Deixa eu contextualizar, a gata que deitada no colo do Pedro desde o momento em que ela basicamente fez interromper o meu raciocínio lá. Agora tá, tipo, tentando alcançar o microfone por algum motivo, pra se esticar, eu acho.

SPEAKER_01

Eu te silenciando, filha. Vamos lá. Quem mora em Curitiba, da minha audiência, ama Curitiba. Vive falando muito bem de Curitiba. Temos BH, BH é uma cidade simpática, mas é uma cidade que também tem muitos problemas, não tanto quanto São Paulo. Os problemas diferentes que São Paulo.

SPEAKER_04

Tá, o último brasileiro que tem é BH. Que bem perto da última, né?

SPEAKER_01

Tá. BH 219, a última é 250.

SPEAKER_04

De forma geral, eu também acho importante a gente colocar isso, tá? De 250 cidades, qualquer cidade brasileira tá.

SPEAKER_01

Na parte de baixo.

SPEAKER_04

Exato, tipo, do um terço pra baixo da metade, mais da metade de baixo.

SPEAKER_01

Mais da metade pra baixo, sim. E assim, a gente vem em 250 Guadalajara no México. Não é uma cidade também livre de problemas, sabe? É porque o Rio de Janeiro, e é uma coisa que eu falei muitas vezes, o Rio de Janeiro, pra turista e na Zona Sul é um paraíso. Mas aquilo é 20% da população carioca.

SPEAKER_04

Agora, vamos falar do fato de que uma cidade chamada Porto Alegre não entrou no ranking das cidades mais felizes do mundo.

SPEAKER_01

É porque eu sinto um pouco que o gaúcho é muito forte com o Rio Grande do Sul. E não com a cidade, sabe? É muito mais uma união ali, estatal, do que municipal.

SPEAKER_00

Faz sentido.

SPEAKER_01

Vamos ver o ranking das cidades mais felizes. E tem duas cidades aqui que eu quero visitar esse ano, tá? A gente começa com Copenhague, na Dinamarca. Essa é uma que.

SPEAKER_04

Faz todo sentido.

SPEAKER_01

Faz muito sentido. Essa é uma que a gente quer muito visitar esse ano.

SPEAKER_04

Todo mundo de bicicleta. Pô, que sonho. Feliz.

SPEAKER_01

Arquitetura bonita.

SPEAKER_04

Arquitetura é ótima, restaurante bons. Os seus restaurantes são bons.

SPEAKER_01

O único problema é que é tudo muito caro, mas.

SPEAKER_04

É. E ganhando bem lá, tudo resolvido?

SPEAKER_01

Óbvio. Número dois é Helsinki, na Finlândia. Terceiro, Genebra, na Suíça. Quarto, Uppsala, na Suécia. Quinto, Tóquio, no Japão. Estaremos em outubro, em Tóquio, inclusive. Meu Deus. Vai ter episódio internacional aqui.

SPEAKER_00

Olha só.

SPEAKER_01

Em sexto, em Trondheim, na Noruega, Noruega deve ser ótima também. Sétimo, Berna, na Suíça, oitavo, Malmo, na Suécia.

SPEAKER_04

A Suíça e a Suécia estão.

SPEAKER_01

Suíça e Suécia é top, né, pô?

SPEAKER_04

Estão ritando na lista.

SPEAKER_01

Nove, Munique na Alemanha, uma cidade que eu quero muito conhecer também. Em décimo arros, na Dinamarca.

SPEAKER_04

Posso te fazer uma pergunta?

SPEAKER_01

Pode.

SPEAKER_04

Em que momento entre décimo lugar na Dinamarca.

SPEAKER_01

E.

SPEAKER_04

Não, não, não, calma.

SPEAKER_01

Não.

SPEAKER_04

Entre décimo lugar e posição 161, tu acha que Nova York. A tua cidade favorita.

SPEAKER_01

Cara, ontem a gente vendo o filme, sempre que aparecer Nova York, meu. Meu coração, assim, apertava. Eu quero pesquisar onde é que está Nova York.

SPEAKER_04

Eu acho que não tem como a gente passar desse tópico sem a gente ver onde Nova York está.

SPEAKER_01

Cara, você foi muito pontual nesse exato momento, meu amor. Muito obrigado. Eu não gostando de estar rolando tanto pra baixo, assim. Nova York. Não, não. Eu li New Taipei City e eu entendi New York City.

SPEAKER_03

Ai, cadê Nova York? pensou se não em São Paulo, tá?

SPEAKER_01

Eu estou em 75. E eu não quero, tipo assim, Command F. Toronto, Luxemburgo. Souther Hampton. Não, devo ter passado dessa porra.

SPEAKER_04

É que o Nova Yorquino, ele é reclamão e exigente também, né? passou, acabou.

SPEAKER_01

Não, calma. New.

SPEAKER_04

Ah!

SPEAKER_01

207 está Nova York. Esse ranking é uma balela.

SPEAKER_03

Você é mais feliz do que Nova York, Pedro Gabriel Miciara.

SPEAKER_01

Eu não sei pro Nova Iorquino, mas eu te garanto que eu sou muito mais feliz em Nova York do que eu sou em São Paulo. Porra. Bom. Mas Nova York também é uma cidade com. Nova York, eu acho que tem menos problemas do que São Paulo.

SPEAKER_04

Menos problemas.

SPEAKER_01

Menos de Nova York tem menos problemas. Com certeza.

SPEAKER_04

É, né? Com certeza.

SPEAKER_01

O crime em Nova York não é tão pesado. Bom, ok que. A questão também é que isso pode ter sido, com certeza foi feito no último ano e meio. A moral do americano muito baixa. O americano se vendo muito baixa. E Nova York é um estado muito democrata, né? Então Nova York está muito revoltado com tudo que acontecendo e talvez isso tenha prejudicado a percepção ali deles. Essa semana a gente reservou menos tópicos pra falar, pra poder falar muito e falamos muito sobre esses tópicos. E agora tem um girinho de notícias, mas rapidinhas, assim, pra opiniões rápidas de cada vez.

SPEAKER_04

Coisinhas interessantes dessa semana, mas que não merecem. Não é que não merecem, não vão gerar entre a gente especificamente um debate tão longo, né?

SPEAKER_01

Total. Taylor Swift reage às fic sobre suas músicas e serem para ex-namorados. Fui eu que escrevi.

SPEAKER_04

Então, essa semana teve uma entrevista com os melhores compositores de todos os tempos do New York Times.

SPEAKER_01

Foi um ranking que o New York Times fez.

SPEAKER_04

A Taylor entre os 30.

SPEAKER_00

Faz sentido.

SPEAKER_04

Não sei nem qual é a posição dela, mas ela lá. Então, nós tivemos Taylor Swift Content essa semana.

SPEAKER_05

Uh-huh.

SPEAKER_04

Uma entrevista de 30 minutos da Taylor falando. E eu, como uma fã, extremamente fã, independente do conteúdo, fico feliz de ter mais 30 minutos inéditos para mim de Taylor Swift falando.

SPEAKER_01

Eu, como um Swift, eu adoraria ter um pouquinho menos de Taylor Swift nos últimos tempos. Eu tava sentindo muita Taylor Swift em muitos lugares.

SPEAKER_04

Mas eu acho que é diferente o tipo de coisa que tu escuta.

SPEAKER_01

Ela deu uma saturadinha pra mim.

SPEAKER_04

Sim, eu tenho sentido isso da tua parte. Assisti, não achei nada de grandes revelações nesses 30 minutos. Por isso que eu falei, pra mim foi bom ter mais 30 minutos de Taylor Swift, mas eu não achei que teve grandes coisas novas.

SPEAKER_01

Zero Larson se apresenta em universidade porque assinou o contrato antes de dar tudo certo. Explica o que acontecendo.

SPEAKER_04

Cara, eu achei muito engraçado. E eu acho, num geral, o fenômeno Zara Larson 2025 barra 2026 muito legal, porque ela chega como uma celebridade que uma impressão muito grande de ser zero filtro. Pra quem não sabe, vamos contextualizar. Zara Larsen é uma artista pop that teve muitos hits pela carreira dela. Ela começou a carreira muito nova, ela era adolescente, tinha seus 17, 18 anos, ando with Bons Grandes Hits, ela sumiu de novo, nunca teve uma marca muito forte, era bons hits and sumia. And a internet fabricou um meme com aquela música Symphony, which envolvia golfinhos and uma estética meio prayana, anos 2000, com essa música I just wanna be but your symphony. And fabricou toda uma nova estética, que agora é a marca dela, de tropical, praia, gosta muito de festas e verão, golfinhos. Pra conseguir cobrir os custos da tournée dessa nova fase da carreira dela, ela tinha assinado contratos to apresentar in vario different with shows pockets, as an artist meant non-mainstream that was a year, who was apes of continued. Yeah, impressionante, sempre tem. And virou um sucesso. Ingressos caríssimos, a tour mega produzida, virou hit, as roupas, as unhas, as maquiagens especialmente na internet, todo mundo reproduzindo as maquiagens da Zara Larson no carnaval foi um hit. Todo mundo fazendo maquiagem com muitas pedrinhas e muitas cores. Andana, uma onda de TikToks de universitários americanos postando que por 10 dólares estavam assistindo a Zara Larson. E o TikTok dela, ela falou: gente, assinei esses contratos antes de dar tudo certo. Quando eu precisava de grana pra pagar a turnê, porque fazer uma turnê é muito caro. E eu não sou o tipo de pessoa que cancelaria esses contratos.

SPEAKER_05

Claro.

SPEAKER_04

Que ela poderia pagar a multa, porque agora ela fez dinheiro suficiente pra isso não fazer uma diferença pra ela. Mas ela fez questão de ir e fazer, sabe? Não deixou o orgulho do momento em que ela chegou na carreira tão rápido passar por cima.

SPEAKER_01

É porque ela também chegou nesse momento antes e flopou, né?

SPEAKER_04

É, eu acho que é isso. Eu acho que é de quem chegou num pico, desceu e agora num pico de novo reconhecer que, tipo, tem que manter essa humildade e não deixar de fazer as coisas que tu compromete. E no fim, se tu quer saber, isso contribuiu pra imagem dela, né?

SPEAKER_01

É bem isso. Bom, Ed Sheeran confirma show no Brasil. Você gosta de Edsheer, Mariana?

SPEAKER_04

Não.

SPEAKER_01

Eu também não muito. A gente vai no show do Ed Sheeran?

unknown

Não.

SPEAKER_04

Mas tem seu público brasileiro.

SPEAKER_01

Tem, com certeza.

SPEAKER_04

Minha mãe.

SPEAKER_01

Eu ia falar exatamente ela. Ariana Grande anuncia disco inédito. Para Júlio. Você gosta de Ariana Grande, Mariana?

SPEAKER_04

Mais ou menos. É, eu julgo. Ah, eu gosto das músicas daquele álbum bem.

SPEAKER_01

Sim.

SPEAKER_04

Sexual. Ai, diversão. Qual é a outra daí que tem.

SPEAKER_01

Não, esse é de outro álbum.

SPEAKER_04

Ah, é aquela que ela canta na bicicleta também.

SPEAKER_01

Não sei.

SPEAKER_04

Que é a soma da 69, sabe? São dois números diferentes.

SPEAKER_01

19 e 15?

SPEAKER_04

Não.

SPEAKER_01

Não sei.

SPEAKER_04

46 Plus, não sei o que é o nome da música, é uma coisa assim. 6L? Ih, não, Pedro Gabriel, não.

SPEAKER_01

Estaremos ouvindo?

SPEAKER_04

O álbum novo? Com certeza. Álbuns novos de artistas pop, eu estou sempre ouvindo, que seja pra dizer não gostei.

SPEAKER_01

Quando lançar o single, vai passar no meu Twitter, eu vou ouvir.

SPEAKER_04

É. E no máximo dizer assim, gostei, não gostei. Às vezes nos surpreende, às vezes a gente gosta e ela volta pros charts, né?

SPEAKER_01

É. Agora, você teve muitos tópicos de divas pop. Tem o minha diva pop, Christopher Nolan, diretor de Oppenheimer, e diretor do filme que vai estrear ao longo desse ano, a Odisseia. Christopher Nolan revela que o filme será mais curto que Oppenheimer. Ainda bem, Oppenheimer foi muito.

SPEAKER_04

Ah, o filme é a Odisseia? É mais curto?

SPEAKER_01

Que Oppenheimer. Você viu Oppenheimer?

SPEAKER_04

Não, acabei não vendo.

SPEAKER_01

Enfim, ele avisou que vai ser menor que o Oppenheimer, e tem, inclusive, um motivo por qual não pode ser maior. Oppenheimer tem o limite de tempo possível pra encaixar na película do projetor do IMAX.

SPEAKER_04

Eu não acredito.

SPEAKER_01

Sério.

SPEAKER_04

Ele foi até os três minutos. As três horas.

SPEAKER_01

É, ele foi até o. Sim, como eu sempre faço, viu? Aprendo com ele. Estarei assistindo a Odisseia, se Deus quiser.

SPEAKER_04

Eu também quero assistir esse. Tem a Ana Ratway, né?

SPEAKER_01

T A A An Ana Rathew. Tem a Zendaia, tem o Robert Petson. Tem muita gente. E meus queridos da audiência, comentaristas, chegou no momento em que vocês tanto se revoltaram semana passada.

SPEAKER_00

O momento da fofoca.

SPEAKER_01

Eu fui um merda, um lixo e eu não deixei Mariana fofocar. Mariana, você se mudou para São Paulo no final do ano passado. Precisamente dia 27 de dezembro de 2025.

SPEAKER_00

Yes.

SPEAKER_01

Como foi essa mudança? Como foi falar pra sua família? Como foi o raciocínio? E como é que sendo?

SPEAKER_04

Eu acho que eu vou começar com desde o momento em que eu e Pedro nos conhecemos, quando ele morava no Rio de Janeiro e eu morava em Porto Alegre, nós dois sabíamos que o nosso tempo de relacionamento à distância tinha dias contados. A gente sabia que ele não ia ser a distância pra sempre. Or os dois iam se mudar. O Pedro começou a namorar comigo, me perguntando quanto tempo falta pra gravar essa faculdade.

SPEAKER_01

Pelo amor de Deus.

SPEAKER_04

And I follow I don't want to go, I don't want to stay in the casa dos terminations. This me drena of a form, I don't say. I follow this como estudante de arquitetura, nunca fiz no course. But what I escutted with people of out. Ou também de outras pessoas da arquitetura é que realmente nosso curso é diabólico, é tóxico e é mais trabalhoso do que poderia ser. Eu não sei, não sinto que é uma graduação que é tão mais importante do que as outras, que precisa enlouquecer o aluno pra ele ser capacitado, sabe?

SPEAKER_01

Eu acho que a arquitetura é tão importante quanto comunicação.

SPEAKER_04

Exato. E por que fazem a gente enlouquecer tanto? Não consigo.

SPEAKER_01

Eu acho um egocentrismo dos professores.

SPEAKER_04

Eu acho que se instaurou isso como uma. Mas enfim, continuando.

SPEAKER_01

Tema pra outra semana.

SPEAKER_04

É, sempre falei isso pro Pedro. Não vou sair da casa dos meus pais. É muito estressante fazer a faculdade. Vou ficar aqui no conforto enquanto eu não me formar. E o Pedro estava ok com isso. Eu tava ok com isso e o Pedro tava ok com isso, né? Ficou ok com isso inicialmente?

SPEAKER_01

Eu fingia que eu tava ok com isso, mas eu sempre.

SPEAKER_04

É que a gente também tava num momento que tu não tava uau financeiramente.

SPEAKER_01

Sim, era inviável pensar financeiramente.

SPEAKER_04

Eu não tava uau financeiramente, então a gente também pensava, a gente quer que o mais cedo possível a gente não seja mais à distância, tenho tempo da faculdade, a gente achava que talvez a gente tivesse mais algum tempo até a gente conseguir juntar ali nossas trouxinhas, juntar uma graninha pra ir morar juntos. E eu não queria morar no Rio, o Pedro não queria morar em São Paulo.

SPEAKER_01

O Pedro não queria morar no Rio. Eu não queria morar no Rio. Não, calma. Você não queria morar no Rio, eu não queria morar em Porto Alegre. Eu queria morar em São Paulo.

SPEAKER_04

É, eu falei que você não queria morar em São Paulo?

SPEAKER_01

Falou.

SPEAKER_04

Tá, não, o que eu quis dizer foi: o Pedro não queria morar em Porto Alegre. Mariana não queria morar no Rio de Janeiro. Deus, meu. Então, o que a gente precisava fazer, invariavelmente? Encontrar um common ground. Encontrar uma cidade que nós dois quiséssemos morar.

SPEAKER_01

Encontrar a cidade mais feliz da América Latina.

SPEAKER_04

E a gente sempre teve, os dois sempre tiveram uma conexão com São Paulo. Os dois sempre gostaram muito. Eu, quando tinha 18 anos, morei em São Paulo por three years. Tentando trabalhar, tentando minha vida como modelo. me traumatizei, não foi bom. Eu precisava pedir grana para os meus pais e era humilhante, porque eu não tava conseguindo me sustentar com meu dinheiro de modelo.

SPEAKER_01

Era muita coisa humilhante pra você, né? A modelo, ser modelo da maneira que você era era um pouco humilhante, com todo o respeito à profissão.

SPEAKER_04

Sim, sim. O Pedro falando tudo isso a partir de coisas que eu relatei pra ele, tá, gente? Relaxa.

SPEAKER_01

Eu não falando que, né? É porque a Mariana passava o dia inteiro em pé, improvador, sendo maltratada, destratada pelas chefes dela. Tipo assim, era humilhante pra você ser humilhada pelas pessoas. E tinha que pedir dinheiro pros seus pais, porque a profissão que te humilhava não pagava o seu dinheiro. Não pagava nenhuma. Porque uma coisa é uma que humilha e te dinheiro, né?

SPEAKER_04

E eu fui pra São Paulo tentar isso num contexto em que eu me formei no ensino médio com 17 anos e fiquei um ano inteiro fazendo cursinho pré-vestibular pra tentar entrar em arquitetura na federal do Rio Grande do Sul.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_04

Não entrei, não consegui passar com esse um ano de pré-vestibular. E aí, antes de fazer mais pré-vestibular, eu falei, quero dar um hiato. As pessoas fazem um grande intercâmbio pra fora do Brasil, fazem essas coisas assim. Eu recebi uma proposta, recebi uma oportunidade da minha agência de vem tentar uma temporada em São Paulo, vem fazer uma grana. Vamos ver o que acontece. E eu planejei isso, que na segunda metade do ano, meu segundo ano fora do ensino médio, então, nesse momento, eu viria pra São Paulo tentar, e na segunda metade eu voltaria a fazer pré-vestibular pra tentar entrar na federal. Vocês sabem que eu consegui entrar na federal. E aí, nesse meio de ano que eu fiquei aqui, era pra ser pra esparecer, né? Pra ter a mente mais leve, mais tranquila. Serviu pra eu crescer, mas me traumatizou.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_04

Ainda assim eu continuei gostando da cidade. O problema foi estar aqui, tendo que pedir dinheiro pros meus pais e trabalhando com algo que não me agradava.

SPEAKER_01

Cara, pra. É muito fácil criticar São Paulo, tem muita coisa pra criticar. Mas, sendo, assim, transparente o nosso estilo de vida, São Paulo é perfeita para a gente.

SPEAKER_04

Sim, pra gente hoje em dia. E é por isso que eu falo, eu realmente.

SPEAKER_01

Não, mas pra você naquela época, você queria viver essa vida hoje, de alguma maneira.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_01

Comer bem, ter todas as marcas na sua porta, fazer o que você quiser. Tem, tipo, pô. E tem uma coisa que eu gosto muito de São Paulo. Você pode ser quem você quiser em São Paulo.

SPEAKER_04

Sim, ele aceita muito, né? Tipo, nesse sentido, é tipo Nova York. Tu pode sair na rua com uma roupa maluca.

SPEAKER_01

Eu tava de meia antiontem, no meio da rua, pra te filmar. Eu sabia que não tinha ninguém me jogando. Tem coisa tão pior que a gente no meio da rua de São Paulo, sabe? Aqui é um lugar que o porquinho da Paulista consegue virar famoso.

SPEAKER_04

Mas é isso, é. Foi esse momento da minha vida que eu cheguei na conclusão de que eu ia morar em São Paulo em algum momento da minha vida. que com a experiência que eu tive, eu sabia que eu precisava estar muito bem de grana pra conseguir vir mais. É uma saída. Também não, mas né, eu não ia querer sair do conforto que era estar perto dos meus pais, de ter esse apoio mais próximo, se eu não estava estável o suficiente de grana pra não passar perrengue e pra poder viver São Paulo da forma que eu queria viver e não da forma que eu tinha vivo.

SPEAKER_00

Corretíssimo.

SPEAKER_04

Mas então daí eu tava nesse cenário, voltando, vou terminar a faculdade. Pedro não se aguentou, veio morar em São Paulo.

SPEAKER_01

O aluguel no Rio tava ficando caro demais, eu não ia conseguir me manter lá.

SPEAKER_04

Foi bem ali a transição de encerrou o contrato de um aluguel teu.

SPEAKER_01

Foi, eu precisava, enfim. Falei, vou tentar coisa nova, São Paulo.

SPEAKER_04

Tentou, eu acho que a tua história muito interligada na minha, porque Pedro veio pra São Paulo no final de 2024.

SPEAKER_00

Foi.

SPEAKER_04

E acabou que o 2025 que ele fez profissionalmente, eu fiz junto, mesmo que de Porto Alegre.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_04

Eu tava levando a faculdade junto, mas estar com o Pedro e a gente se empurrou muito pra focar nisso aqui, nas redes sociais, e criar conteúdo e crescer. E a gente conseguiu se estabilizar ali financeiramente em um ano, os dois, tranquilamente. Eu nunca achei que eu ia me mudar com tanta segurança de que eu nunca ia precisar voltar a pedir dinheiro pros meus pais pra morar sozinha, tipo, não chegar nem perto disso. E foi isso, a gente teve em 2025 muito bem sucedido.

SPEAKER_01

Eu quero que você conte como foi o planejamento mesmo, sabe? Novembro.

SPEAKER_04

Tá, então, mas que eu ia chegar.

SPEAKER_01

bom, perdão.

SPEAKER_04

Então, assim, daí eu era essa pessoa que achava que tinha chance de eu vir morar em São Paulo quando eu terminasse faculdade, sem chance de ser antes disso, e quando eu tivesse dinheiro suficiente. que na minha cabeça não ia ter dinheiro suficiente antes de terminar a faculdade.

SPEAKER_03

Óbvio.

SPEAKER_04

Pra me mudar pra São Paulo, como é normalmente. que a gente construiu uma plataforma muito legal em um ano. E o Pedro começou na metade de 2025. E se você viesse a fazer o TCC de São Paulo? Se tu se mudasse pra São Paulo?

SPEAKER_01

Tem o contexto de que a casa da Mariana é um leve cálcio. A internet dela nunca funciona bem. Tem sempre alguém gritando, tem sempre alguma coisa acontecendo, alguma coisa caindo, alguém visitando. Eu sabia o quão estressante era pra Mariana, porque quando eu comecei a propor isso, eu tinha visto basicamente você entregando três projetos, que são basicamente TC6 do período. Sim. Três projetos dela em que ela surtava por a internet não funciona, não me deixam trabalhar, não tenho pais aqui, ou tem que ir até, sei o que pra fazer meia hora de carro. Enfim, eu te via surtando por causa disso e eu comecei a apresentar um outro lado, tipo assim.

SPEAKER_04

É. E eu comecei a entender, tipo, ali da metade do ano em diante, eu tinha uma amiga que tava justamente ali naquele momento, começando a cursar o TCC, e eu passei o semestre inteiro entrevistando ela. Como é que é? Tem alguma coisa presencial? Eles cobram presença em alguma aula, algum seminário, e eu fui entendendo o quanto realmente era necessário estar morando em Porto Alegre pra cursar o TCC.

SPEAKER_01

Porque o que a gente começou a pensar e planejar era: e se fizer um método híbrido? E se ela vier pra São Paulo, mas não fazer o TCC todo à distância. Inclusive, esse método híbrido, né, de morar aqui, entrega o TCC em Porto Alegre e ir pra Porto Alegre de vez em quando entregar o TCC, veio a calhar com a família dela, que daqui a pouco ela vai falar sobre.

SPEAKER_04

É, porque daí, no fim das contas, quando eu entendi com essa minha amiga que realmente não tinha nenhuma obrigação de nada presencial, mas que pro bom andamento do trabalho era muito bom eu ter momentos in Porto Alegre pra orientar com a minha orientadora, anda os momentos obrigatórios ali no TCC, que eram apresentações intermediárias, painéis de receber feedbacks e tal. Pra quem não faz arquitetura, não deve estar entendendo nada, né? O nosso TCC é completamente diferente. A gente não escolhe a banca. A banca é definida desde o começo, tu sabe qual que é a banca. A banca o teu trabalho quatro vezes diferentes ao longo do semestre. É uma loucura que realmente requer que tu esteja em certos moments. que a conta que a gente fez foi o nosso 2025, muito bem sucedido, envolveu eu vir a São Paulo umas quatro, cinco vezes por mês. Passar dois diazinhos.

SPEAKER_01

E se o nosso 2025 foi tão bem sucedido à distância e conseguiu criar mesmo assim a identidade de casal que a gente conseguiu criar na rede social, imagina namorando juntos.

SPEAKER_04

Exato. Então a gente sentiu que não dava mais no timing que a gente tinha ali, sabe, atingido como casal na internet. Não dava mais pra esperar eu entregar esse TCC pra daí sim eu me mudar pra São Paulo. A gente chegou à conclusão de que era viável fazer o TCC daqui e que era o momento certo pra isso acontecer. Tanto no nosso relacionamento, né? A gente tava também bem de saco cheio de ser a distância pro namoro.

SPEAKER_01

Ninguém aguentava mais.

SPEAKER_04

Quanto profissionalmente.

SPEAKER_01

Sim.

SPEAKER_04

que tinha um obstáculo que era, pra minha família, eu não ia me mudar pra São Paulo depois de entregar o TCC, como eu ia entregar o TCC e descansar por mais um semestre. Ou seja, eu estaria no calendário da minha família, me mudando pra São Paulo no final deste ano. No final de 2026.

SPEAKER_01

Não sei se a gente falou, mas a família da Mariana é alguém que. é uma família que depende muito da Mariana em muitas coisas diferentes. Então eles contavam com a presença da Mariana durante esse ano inteiro pra organizar evento, pra fazer coisa pra fulana, coisa pra secrana. E a gente começou assim: como é que vai ser?

SPEAKER_04

Como é que a gente vai contar?

SPEAKER_01

Teve um momento em que a irmã da Mariana, a Júlia, beijo, Júlia, comentou com a avó, os avós da Mariana, que a Mariana tava pensando em se mudar pra São Paulo.

SPEAKER_04

Não era nem com datas. Não. Ela falou que eu estava pensando em me mudar, porque também a minha ideia de vir e pra minha família era final de 2026. Também era minha família ali, meu pai, minha mãe e a Júlia. sabiam que estava eminente esse risco.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_04

Mas era com esse prazo mais longo. O resto da minha família não sabia nem que era uma remota possibilidade eu me mudar pra São Paulo.

SPEAKER_01

E aí, quando a Júlia comentou com os avós da Mariana, os avós passaram o dia inteiro questionando a Mariana, né? Sobre isso. Mas, bom, alugamos o apartamento.

SPEAKER_04

Não, ué, a nossa questão toda foi: é um tópico sensível pra minha família a ideia de eu me mudar. Eles são muito dependentes, a família toda é muito família, é muito de estar todo mundo junto, perto.

SPEAKER_01

Domingo, reunido, chorrasco até a noite.

SPEAKER_04

foi até mais, não era domingo. Teve uma época que era sexta, sábado e domingo. E se ajudar no meio da semana com alguma coisa que precisava. E tem um lado, assim, da minha família que eu acho realmente extremamente nobre, assim, que larga-se tudo. Se precisa ir acompanhar em hospital, se precisa buscar, levar, tem que passeio da escola, tem que fazer uma maquete, tem que todo mundo dar um jeito de ajudar de alguma forma.

SPEAKER_01

Eu falei, mas seu pai é o pai mais presente que eu vi na minha vida. E o cara trabalha.

SPEAKER_04

Ele trabalha muito, consegue ser presente. Então, era muito importante pra mim a gente ter uma sensibilidade o suficiente. Pra contar pra eles que a gente tinha tomado essa decisão. que ao mesmo tempo, como eles são tão família assim, eu sabia que ia rolar muito uma tentativa, podia rolar muito uma tentativa de persuasão. De me convencer, não de que não precisava me mudar, mas que eu podia não ir agora. Podia esperar, podia rever, reconsiderar. E aí, por esse motivo, eu cheguei a uma conclusão com o Pedro. A gente precisa anunciar isso depois que o plano estiver muito melhor estruturado.

SPEAKER_01

Foi.

SPEAKER_04

A gente precisa escolher o apartamento, alugar, assinar.

SPEAKER_01

E eu precisaria estar com você.

SPEAKER_04

E exatamente. Muitíssimo importante era. O anúncio tinha que ser feito um do lado do outro.

SPEAKER_01

Com certeza.

SPEAKER_04

Porque eu também não queria que passássemos a impressão de eu vou ir morar com o Pedro. Porque não era isso.

SPEAKER_01

Estamos indo morar juntos.

SPEAKER_04

Nós estamos indo morar juntos. O Pedro também saiu de um apartamento, que era o outro apartamento que ele morava aqui em São Paulo. E nós viemos morar no nosso apartamento. Começamos ele do zero juntos.

SPEAKER_01

Do zero é forte.

SPEAKER_04

Tá, eu falando do lar, não falando de novo.

SPEAKER_01

Sim, sim. É porque tem muito casal que realmente começa do zero quando vai morar juntos.

SPEAKER_04

Porque joga fora, a gente vai lá.

SPEAKER_01

Não, que as pessoas não têm quando vai morar juntos. Sai da casa dos pais, entendeu?

SPEAKER_04

Tá, sim. Inclusive, esses foram os questionamentos da minha avó, né? Que foi bem engraçado. Isso é engraçado.

SPEAKER_01

Daqui a pouco a gente fala disso.

SPEAKER_04

Mas então eu sabia que eu precisava estar do lado do Pedro e com todo um plano muito estruturado. Pra que a ideia fosse recebida da forma menos pior possible. E que eu fosse vista mais como uma adulta responsável do que como uma jovem maluca que tava tomando uma decisão impulsiva.

SPEAKER_01

Ou manipulada pelo namorado também era uma opção, uma possibilidade.

SPEAKER_04

É.

SPEAKER_01

bom.

SPEAKER_04

Mas, enfim. E como fizemos isso?

SPEAKER_01

A gente aluga o apartamento, o apartamento fechado, visitado, definido. Plano 3D no SketchUp Arcade da vida, feito.

SPEAKER_03

A planta do aparato.

SPEAKER_01

E a Mariana ficava deliberando sobre ela meio que escondida da família em Porto Alegre.

SPEAKER_04

Sim, eu desenhando a planta.

SPEAKER_01

Pra ninguém saber.

SPEAKER_04

Quando não tinha ninguém em casa, porque daí eu queria estar em chamado de vídeo com o Pedro. tudo bem, eu posso estar de fone, mas o que eu tava falando podia ser escutado.

SPEAKER_01

Cara, e eu mega feliz, animado, ansioso.

SPEAKER_04

Ai, era horrível isso.

SPEAKER_01

E eu, às vezes, eu queria falar com a Mariana e a Mariana ou não podia me responder, ela não podia reagir positivamente. E eu ficava triste. E ela ficava triste e eu não podia ligar pra ela pra falar.

SPEAKER_04

E eu ficava com medo que o Pedro achasse que eu não tava tão empolgada quanto ele. Sim. Porque eu não tava me permitindo estar tão feliz ainda, porque eu também tava, tipo, aquela sensação agridoce de eu não posso nem me permitir estar feliz ainda se eu ainda escondendo isso da minha família, sabe?

SPEAKER_01

Bom, compramos uma passagem para o final de novembro. Eu acho que foi de podia 25 minutos.

SPEAKER_04

Na verdade de novembro, foi tipo 14, eu acho.

SPEAKER_01

É, foi aniversário da Isadora. E tinha uma questão. Não, não foi antes, não, acho. Tinha uma questão, uma questão muito importante pra gente. Na verdade, pra família inteira. A Júlia.

SPEAKER_03

Vestibular.

SPEAKER_01

A Júlia estava ainda no vestibular e eu fui pra Porto Alegre no segundo final de semana do Enem. Sim. E esse segundo final de semana, a Júlia estava prestando o vestibular no Enem e nós concordamos. A gente pode contar isso depois da prova da Júlia. Porque a Júlia é uma pessoa muito emotiva. E o momento em que a gente contasse pra ela ia completamente desestabilizar.

SPEAKER_04

Ia desestabilizar ela. E a gente não queria chegar nem perto de ser responsável por qualquer alteração no resultado da prova dela. Seria muito injusto com ela e seria. Vocês têm noção da nossa parte. Então, tipo, o Pedro chegou na sexta-feira e o Enem era no domingo.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_04

A gente teve que viver normalmente a sexta, normalmente sábado, normalmente o domingo.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_04

Não, o Enem é sábado agora.

SPEAKER_01

É.

SPEAKER_04

É sábado, tanto que contar foi domingo, meio-dia.

SPEAKER_01

Não, não, não. A gente contou quando a Júlia tava no Enem. A gente deu esse golpe pra ela.

SPEAKER_04

É verdade, então é isso. Domingo é o Enem.

SPEAKER_01

Como é que foi? Vamos contar. A Júlia foi pro Enem, estávamos então em casa. O que eu e Mariana pensamos? A gente tem duas opções, porque a família da Mariana ia se reunir na casa da Mariana nesse domingo. Como de praxe. A gente tinha duas opções. Ou contava pra todo mundo de uma vez só, ou contava escalonado. O que a gente concordou? Vamos escalonado, vamos quebrando, assim.

SPEAKER_04

E o principal contar pro meu pai e pra minha mãe, antes de chegar o resto do bando todo da família.

SPEAKER_01

Teve o milagre que foi: levamos a Júlia no Enem pra fazer o Enem, a gente volta pra casa e um momento mágico. Sobrou o pai da Mariana e a mãe da Mariana sozinho em casa com a gente.

SPEAKER_04

Sem a Júlia, que não podia saber antes da prova, agora ela tava trancada sem celular.

SPEAKER_01

E sem ninguém da família pra.

SPEAKER_04

E sem ninguém da família ainda no churrasco de domingo.

SPEAKER_01

Então, a gente. Cara, eu tava tendo. rei!

SPEAKER_04

Sim, você tava com dor de barriga.

SPEAKER_01

Eu com dor de barriga de dentro.

SPEAKER_04

Porque, tipo, literalmente foi um. Tinha que ser naquele momento, não tinha como fugir. Tinha que ser ali.

SPEAKER_01

Eu vou ao banheiro, eu saio do banheiro, eu, Mariana, mãozinha, e fala.

SPEAKER_03

Não, não, não, não, vamos falar como é que foi, tipo, a linguagem corporal, a posição das pessoas. Nós dois sentamos no sofá.

SPEAKER_01

Foi?

SPEAKER_03

Um de mão dada pro outro.

SPEAKER_01

Na minha memória.

SPEAKER_04

Chamamos meus pais na sala. Claro que foi.

SPEAKER_01

Talvez tenha sido. Na minha memória, seus pais estavam sentados no sofá e a gente tava de pé.

SPEAKER_04

A gente tava sentado no sofá, meu pai tava sentado na poltrona vermelha e a minha mãe de pé, eu acho.

SPEAKER_01

Talvez.

SPEAKER_04

Foi uma coisa assim.

SPEAKER_01

Eu consegui dar uma notícia dessa sentado, que loucura.

SPEAKER_04

Sim, eu sei que daí a gente. Sim, porque a gente sentou e falou, vem aqui, vamos conversar.

SPEAKER_01

Os seus pais geram lá.

SPEAKER_04

Eles ficaram brancos. A minha mãe não quis nem sentar.

SPEAKER_01

Não.

SPEAKER_04

Minha mãe ficou de pé. O meu pai sentou na poltrona e os dois com um olho desse tamanhão, assim.

SPEAKER_01

A Mariana grávida.

SPEAKER_03

E aí, o Pedro, se não me engano, tu ainda botou a mão na minha barriga. Não. E falou: a gente tem uma coisa pra contar, porque eu não sei.

SPEAKER_01

Não, eu acho que não fiz essa brincadeira, não. Acho que não. Não? Eu tava me morrendo, Mariana.

SPEAKER_03

Tá, então não fez antes de falar.

SPEAKER_01

Eu acho que eu falei alguma coisa, tipo assim. Ninguém grávida.

SPEAKER_03

Eu acho que foi isso.

SPEAKER_01

Mas eu não, tipo assim, eu não botei a mão na sua barriga.

SPEAKER_03

Não brincou, é verdade. Mas tu falou isso.

SPEAKER_04

Antes de começar a contar.

SPEAKER_01

Ninguém grávido, não é nada. Ninguém morreu. É verdade.

SPEAKER_04

Daí ainda teve um momento antes da gente contar, o Pedro falou: ninguém grávido. E a minha mãe. E ela se tranquilizou, quando ela se tranquilizou, eu falei: eu e o Pedro, semana passada, assinamos. Eu contei assim, contei que tava assinado, entendeu? O contrato de aluguel de um apartamento nosso em São Paulo. E aí, reação foi: meu pai abriu um sorriso gigantesco.

SPEAKER_01

Foi, uma muito feliz.

SPEAKER_04

Nos abraçou, queria saber onde é que era o apartamento, quantos quartos.

SPEAKER_01

Aonde?

SPEAKER_04

Aonde em São Paulo. A minha mãe começou a chorar. Começou a chorar.

SPEAKER_01

O seu pai, ele teve uma origem humilde. Ele nasceu, cresceu na Cruzeiro, uma favela, uma vila em Porto Alegre. E eu me lembro, isso pra mim foi muito legal. Ele. Quase com o olho lacrimejão também, de emoção.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_01

Ele virou e falou: Cara, eu cresci na Cruzeiro e agora minha filha tendo morar nos jardins. Que incrível, isso é a melhor coisa que um pai pode querer. Me lembro de alguma coisa assim. seu pai levantou pra pegar a cerveja. Pra mim e pra ele só.

SPEAKER_04

Sim, é verdade, ele foi e buscou dois copos dizendo que precisavam fazer um brinde. E a minha mãe chorando e eu tentando acalmá-la.

SPEAKER_01

Mas sua mãe não tava necessariamente chorando. Ela não tava chorando, não.

SPEAKER_04

Ela não chegou a chorar antes, eu acho.

SPEAKER_01

Ela ficou meio assustada.

SPEAKER_04

Ela ficou meio assustada e a gente começou a mostrar, porque daí a gente também começou pão e circo, né? A gente começou, peguei o iPad. Olha os quartos.

SPEAKER_01

Não tempo dela raciocinar. É brain rot. Olha o quarto, olha como é que vai ser. Olha que legal.

SPEAKER_04

E meu pai vem com essa afronta desse brinde pros dois e eu falo, não. Se a gente vai brindar, tem que ter algo pra eu e minha mãe bebermos também. E aí, olhamos em casa, não tinha nada pra gente beber, a gente não queria brindar com cerveja. Nenhuma das duas é muito de beber cerveja.

SPEAKER_01

Por isso que ele deu dois copos.

SPEAKER_04

Sim, exatamente. que daí é injusto, né? eu falei, não, então tem que ir comprar alguma coisinha. Tem um mercado na frente do meu condomínio.

SPEAKER_01

E eu pensei em ir, eu e o pai da Mariana, que a gente vai conversando.

SPEAKER_04

Pra ele, tipo assim, deixar melhor a visão do meu pai sobre essa música.

SPEAKER_01

Não, não era por causa disso, não. Era pra você poder conversar com a sua mãe sem eu estar presente. Pra vocês terem um momento de meninas ali também. que Mariana não se tocou muito também.

SPEAKER_04

Não, não é que eu não me toquei. Eu estava tão nervosa e eu tava sentindo que o meu único ally naquele momento era o Pedro, que, pra mim, aquele momento ali de escape precisava ser eu e tu.

SPEAKER_01

começar o ventinho, conversar sobre o que tinha sido.

SPEAKER_04

Exatamente. Tipo, um intervalo, assim, pra mim, sabe? Tipo, tá, a gente vai ali comprar, enquanto isso a gente se recompõe, fala como é que a gente achou que foi, pra que direção a gente tem que ir aqui em diante. Eu tava nervosa. Fomos, compramos, voltamos. sim, quando a gente volta pra casa, rapidinho, foi tipo questão de cinco minutos. Quando a gente volta pra casa, a minha mãe está jogada no sofá, chorando. Agora sim, ela estava chorando. E o meu pai tentando acalmá-la, tentando dizer que tava tudo bem, não sei o quê. Mas enfim, chegamos com a bebida, eu choro junto com a minha mãe, também falo que era doloroso pra mim, tento trazer essa parte vulnerável, que óbvio que era doloroso pra mim, mas é que eu tinha vivido aqui. Aquele luto da mudança bem antes dela, né? Ela tava recebendo aquela notícia naquele momento, eu tinha decidido isso meses.

SPEAKER_01

Claro. O seu pai não tava meio que deixando sua mãe chorar. Seu pai virava pra sua mãe e falava: Meu, olha que legal, cara!

SPEAKER_04

Sim, para com isso, cara.

SPEAKER_01

E eu ficava, tipo assim, deixa ela ficar triste, é normal, né?

SPEAKER_04

A gente ficava falando essas coisas que a Mariana chorou muito, já, tipo, lidou com essas emoções da mudança, tu te deparando com isso agora, é normal ficar triste. A gente tava, tipo, tentando ser mega compreensível, assim.

SPEAKER_01

Mas foi tudo bem.

SPEAKER_04

Mas foi tudo muito melhor do que a gente imaginava. Não teve ninguém questionando a decisão, que era a principal coisa, que era o meu medo.

SPEAKER_01

Viram a planta, gostaram da parte de um.

SPEAKER_04

Acharam um apartamento incrível, enorme, acharam o máximo isso.

SPEAKER_01

Inclusive, até adiantando, mas quando eles vieram pra São Paulo, eles adoraram a região, adoraram tudo.

SPEAKER_04

Adoraram as férias que a gente teve em Ilha Bela, que a gente vendeu isso junto, a gente falou, tá, a gente vai se mudar finaleira de dezembro. Uma semana depois, vocês vão estar aqui pra gente tirar férias em Ilha Bela, vocês conhecerem o apartamento. Foi loucura.

SPEAKER_01

O corno aqui surtou pra deixar tudo próprio.

SPEAKER_04

Foi loucura que a gente teve literalmente, tipo, nove dias.

SPEAKER_01

Eu acho que foi menos que isso.

SPEAKER_04

Porque foi de 27.

SPEAKER_01

Não, a mudança terminou o dia 29. Foi dia 28, dividiu dia 29. Tinha muita coisa no lugar.

SPEAKER_04

É verdade. Então foi de 29 até o dia 5. Foi tipo 4.

SPEAKER_01

Eu acho que eles chegaram dia 4.

SPEAKER_04

Sério?

SPEAKER_01

Eu acho que sim.

SPEAKER_04

Nossa. Foi tipo 3, 4 dias.

SPEAKER_01

Foi corrido. Mas a gente falou pras outras pessoas da família da Mariana.

SPEAKER_04

Eles foram chegando as outras pessoas e era aquele misto de chororô com felicidade.

SPEAKER_01

Os homens da família muito mais felizes do que as mulheres, né?

SPEAKER_04

As mulheres muito mais em luto e os homens muito mais felizes. Diz muito sobre homens suprimirem mais as emoções do que as mulheres, ou também sobre as mulheres serem muito mais apegadas a mim do que os homens da família. Quando chegou a hora de contar pra Julia, quando ela voltou do vestibular, a gente tentou preparar todo o terreno. A gente pediu o McDonald's. Tinha algo pra gente assistir juntas na TV. Não lembro agora se era um episódio de uma série.

SPEAKER_01

Achei alguma coisa bobinha.

SPEAKER_04

Ah, é um episódio de Masterchef. Era algum Masterchef que a gente tava vendo, nem era do momento, eu acho. A gente tava assistindo um Masterchef e a gente sempre tentava combinar horários pra assistir Masterchef juntas, sempre comendo alguma coisa gostosa. E a gente sempre dividiu tudo que a gente ia pedir. Sempre não, mas a maioria das vezes. Então dessa vez eu pedi Mac para a gente, sabe? Esperei ela com o McDonald's pronto pra assistir Masterchef. Se eu não me engano, a gente deu o play.

SPEAKER_01

Não sei.

SPEAKER_04

E começou a comer.

SPEAKER_01

Essa parte é mais nebulosa na minha cabeça.

SPEAKER_04

E aí, do nada, eu paro, conto pra Júlia, Júlia, quer saber de chorar. Não quer ver a planta do apartamento.

SPEAKER_01

Não, eu não queria nada.

SPEAKER_04

Não quer saber do apartamento. Não queria nada. Ela queria chorar. Ela não tava brava comigo. Ela realmente estava arrasada com o quão cedo isso ia acontecer. Porque a gente contou isso em novembro, final de novembro, e ia acontecer tudo em final de dezembro. Então tinha um mês pra ela se acostumar com a ideia. E eu e a minha irmã somos muito próximas, muito apegadas. A gente tem uma amizade muito grande. Então ela demorou, assim, bastante tempo. Acho que no outro dia ela quis saber tudo. Ela é super, tipo, organizada financeiramente e de cuidar de contas de. Ela é muito responsável nesse sentido. Então no outro dia ela começou: quanto custa o aluguel? Aonde é que é? Quantos quartos tem? Pra daí entender. Ela sabia um pouco sobre o valor de passagem pelo meu ano que eu estive viajando pra São Paulo.

SPEAKER_01

E eu virava pra ela e falava, você quer ver o apartamento? Não.

SPEAKER_04

É, não. Na noite, ele no momento que a gente contou não queria ver nada. queria chorar. precisava de um copo d'água.

SPEAKER_01

Sim.

SPEAKER_04

E conseguia chorar.

SPEAKER_01

Não, mas mesmo no dia seguinte, quando ela tava mais tranquila, eu tentei mostrar, ela não queria.

SPEAKER_04

É que eu acho que foi depois que tu foi embora que ela quis ver.

SPEAKER_01

É, deve ter sido isso. Mas, no final das contas, a reação de todo mundo foi. Foi.

SPEAKER_04

E a reação da Júlia eu acho extremamente justa. Eu acho que se fossem invertidos os papéis, eu ia sofrer tanto quanto, se não mais do que ela, porque se tem alguém que é chorona, sou eu.

SPEAKER_01

E a Júlia agora quer passar férias de inverno aqui com a gente.

SPEAKER_04

Hoje a gente tava organizando pra Júlia vir passar uma semana, quando chegar ali meu aniversário, metade de julho.

SPEAKER_01

Sim.

SPEAKER_04

Ela vira pra cá, eu vou ter entregado meu TCC.

SPEAKER_01

Vai ser logo antes, ou durante o show do Harry Styles.

SPEAKER_04

Isso, vai ser durante o show do Harry.

SPEAKER_01

Sim.

SPEAKER_04

E ela mudou completamente a narrativa dela sobre eu em São Paulo. Ela. Claro que ela sente a distância no dia a dia, mas ela percebeu, tipo, o quão bom sendo pra mim. E o mais importante pra mim é perceber que ela reconhece o quão importante é e vai ser pra ela.

SPEAKER_00

Sim.

SPEAKER_04

Sabe, tipo, ter isso aqui, a cidade é um polo, é importante, ela pode ter oportunidades até de trabalho, profissionais aqui.

SPEAKER_00

Pode fazer um curso aqui.

SPEAKER_04

De fazer algum curso, de conhecer gente daqui. Um pretendente, amigas. Sabe, Júlia?

SPEAKER_01

Inclusive, pediu pra gente apresentar pra ela meninos legais, bonitos.

SPEAKER_04

De 22, 23, aí.

SPEAKER_01

20, 21, calma lá.

SPEAKER_04

É, entre 20 e 23.

SPEAKER_01

É isso, ela tem 20. Então, se você for um pretendente legal, comenta.

SPEAKER_04

É, mas tem que ser tipo Pedro, tá?

SPEAKER_01

Tipo o Pedro impossível, gente. Desculpa. Tipo, isso é impossível. Mas assim, quis se assemelhar, sabe?

SPEAKER_04

É isso. E assim, é diretinho histórico de não gostar de namorados de Mariana.

unknown

Ela.

SPEAKER_01

Namorados, como se tivesse tido vários.

SPEAKER_04

Se teve mais de um, eu posso chamar de namorados. Tu conhece a língua portuguesa?

SPEAKER_01

Conheço, meu amor. Eu falando que.

SPEAKER_04

Eu, hein?

SPEAKER_01

Porque você teve um namorado, além de mim.

SPEAKER_04

Como esperado, nesse primeiro ano de namoro, eu não era a maior do Pedro. Não gostava muito dele. Quando recebeu a notícia da mudança, o principal problema dela talvez fosse não que eu ia embora, mas que eu ia ficar com alguém que ela não gostava.

SPEAKER_01

Mas naquela época ela não.

SPEAKER_04

Não desgostava mais. que ela não era também ainda a que ela é hoje. O que eu queria dizer é isso. Eu não sei como o Pedro conseguiu a façanha de me levar embora da Júlia e ao mesmo tempo conquistar a Júlia. Porque hoje em dia, Rola complou entre os dois contra mim. É tipo assim, eu vou reclamar pra Júlia de algo que o Pedro me irritou, a Júlia defende o Pedro. Ou então eu vou reclamar pro Pedro de uma briga que eu tendo com a Júlia, porque sim, as irmãs continuam brigando mesmo à distância.

SPEAKER_01

Pelos mesmos motivos que elas brigavam quando não era distância.

SPEAKER_04

E o Pedro defende a Júlia pra mim. Eles viraram um time e eu estou sobrando.

SPEAKER_01

É isso. Mas foi um trabalho árduo meu, de convencimento. Tem um pouco da malemolência do Carioca, que pessoalmente ajuda. Ela veio pra cá, ela aproveitou Lola Lá, né?

SPEAKER_04

Ela veio de Lola Lounge passar uns dias aqui, sem ninguém dizer um A pra ela do que ela precisava, não precisava, podia, não podia fazer.

SPEAKER_01

Chegou de madrugada aqui em casa e ninguém se importou. Assim, a gente se importou. Eu acordei de madrugada, eu vi que tinha notificação que a porta tinha aberta, falei, a Júlia chegou em casa. Mas ninguém ficou feito uma coruja em cima dela.

SPEAKER_04

No outro dia de manhã que eu fui olhar se ela tinha chegado.

SPEAKER_01

Lola Lounge ela bebeu também. Open Bar.

SPEAKER_04

Bebeu Open Bar, 20 anos, Open Bar, por causa da irmã não pagar um centavo pra ir em festival. Quer outra vida. Não tinha. Quer desgostar de um namorado da irmã desse jeito?

SPEAKER_01

A gente ganhou ingresso pro segundo dia, Lola Lounge também. Conseguimos levar a Júlia com Lola Lounge pra gente no dia da Chapel.

SPEAKER_04

É verdade, e o ingresso que a Júlia tinha comprado pro dia da Chapel meia entrada, normal, sobrou e ela deu pra amiga dela, que tinha comprado pro Domingo da Lorde, e ia perder o dia da Chapel, o sábado da Chapel.

SPEAKER_01

Conseguiram ir junto e.

SPEAKER_04

E a amiga chegou do aeroporto, basicamente, direto para o Lula Palooza. Porque ela não tava planejando ir nesse dia.

SPEAKER_01

E agora, o sonho da Júlia era que eu comprasse um PS5 pra ela poder jogar.

SPEAKER_03

Quando viesse pra cá.

SPEAKER_01

Comprei um PS5 ontem, hoje ela tem uma fera de inverno aqui.

SPEAKER_03

perguntando, tudo bem, eu ia ficar seis, sete dias aí?

SPEAKER_01

Exato. É isso.

SPEAKER_04

É isso, gente. No fim das contas foi um sucesso, mas obviamente, no meio disso, tiveram muitas dores de barriga. Ficamos muito nervosos em vários momentos.

SPEAKER_01

E eu acho que talvez um conselho que a gente possa dar pra quem eventualmente for passar por isso e vai ficar com isso na cabeça, ou esteja passando agora e precisar dessa conversa pra família. Cara, planeja. Eu ia até falar, vocês não gostam tanto que tudo aqui seja roteirizado, mas eu acho que tudo na nossa vida é, de certa forma, roteirizado.

SPEAKER_04

Sim, eu cresci com pais que eram muito estritos, assim, de o que eu podia ou não podia fazer na adolescência, e eu aprendi desde nova que pra eu me deixar, por exemplo, ir no cinema com um grupo de amigos, eu precisava saber exatamente quais amigos iam no cinema, o pai de qual amigo ia nos levar, what horas a gente ia, what horas a gente voltava, o que a gente ia fazer antes orgulhoso, se ia ter algum restaurante antes orically, or a casa of alguém antes orienta. Entendeu? Eu tinha que saber todos os detalhes. Se tinha qualquer furo, meus pais suspeitavam de alguma coisa e não me deixavam ir e cancelavam. So eu vim desse estado de alerta and I pensava, pra eu anunciar uma mudança, tem que estar tudo mais do que alinhado.

SPEAKER_01

Costurado, todas as perguntas respondidas, as perguntas a gente se fazia, basicamente. A gente imaginava problemas e começava a pensar na pior das hipóteses se alguém surtar, se alguém reclamar disso, se alguém falar daquilo. A gente tinha todos os planos A, B, C, D feitos na cabeça. Acabou que o. Foi o melhor. Eu acho que a gente nem tava tão preparado.

SPEAKER_04

Pra quão tranquilo foi, né? Exato. É verdade. A gente nem conseguiu, parece que contar com tanta felicidade, porque a gente tava tão preocupado de ter uma reação adversa que a gente não. Eu não sinto que eu contei num tom de tipo assim.

SPEAKER_01

Não, a gente contou preocupado.

SPEAKER_04

Yes!

SPEAKER_01

É porque também a sua família, as mulheres, em momento nenhum iam ficar. Então se a gente fosse. Ia ser muito.

SPEAKER_04

É, ia ser falta de sensibilidade.

SPEAKER_01

Ia ser falta de sensibilidade, não tinha como.

SPEAKER_04

Mas foi isso. E sobre pra mim, como sendo, porque eu acho que a pergunta também teve muito disso. Eu sempre respondo isso, me faz essa pergunta toda hora quando a gente encontra com gente que trabalha com a mesma coisa que a gente, né? Enfim, ou amigos. Como está sendo pra mim morar em São Paulo? Se estou gostando da cidade, se a cidade me recebeu bem. Eu adorando, mas eu também não tendo tantas surpresas in relação à cidade. Because a gente teve em 2025, que, como eu falei, eu vinha pra cinco vezes por mês, passava dois, three days, então era quase metade do meu mês ainda.

SPEAKER_01

Um pouquinho menos do que isso, mas tudo bem.

SPEAKER_04

Aqui teve meses que foi. Lembra quando eu vim em junho?

SPEAKER_01

Vida dos namorados foi pesado. Exatamente. Marcas. chegando, dia dos namorados.

SPEAKER_04

É um mês que a gente trabalha.

SPEAKER_01

E vocês podem sentar aqui no sofá com a gente. Pode fechar publica aqui também, tá? Beijo.

SPEAKER_04

É. E é isso. Eu tava muito acostumada com a cidade, com os nossos programas na cidade. Então, em relação a São Paulo, nada me pegou de surpresa. Mas em relação ao bairro que estamos morando, sim. Porque eu me apaixonei por uma região de São Paulo que eu não conhecia. gostando muito de morar por aqui. E que isso rindo.

SPEAKER_01

Eu achei um pouco chovendo e molhado, falar, eu me apaixonei pelo jardins, óbvio, né?

SPEAKER_04

Sim, mas é porque a gente não tava vindo passear aqui. Ou talvez eu não vinha e olhava com olhos de como seria morar aqui. Sim. Era muito, tipo, tá, passei ele, nosso carro freire.

SPEAKER_01

A gente, antes de pensar em morar no Jardim, honestamente, a gente não achava que a gente teria grana pra morar nos jardins. A gente encontrou um apartamento por um valor muito bom, numa localização muito boa. É. A gente pensava em morar em Gianópolis. Não é um bairro muito mais barato que o Jardins, mas é mais barato. E em Gianópolis a gente amava também.

SPEAKER_04

Amava. É, que eu acho que é isso. Eu andava por Higienópolis e eu me imaginava morando lá.

SPEAKER_01

Sim.

SPEAKER_04

Aqui eu não cheguei a andar pelo bairro pensando nisso. Eu era meio ali Oscar Freire e Legal.

SPEAKER_01

A gente não se dava a chance de imaginar morar nos jardins, eu acho. Here we are.

SPEAKER_04

E é por isso, eu acho que eu nem cheguei a conhecer tanto dessa parte. A gente não vinha tanto pra programas aqui. A gente foi o quê? Na Height uma vez, das memórias que eu tinha, assim, aqui da volta, né?

SPEAKER_01

Miado também.

SPEAKER_04

No miado. Mas muita coisa de vez em quando, que nem dava tempo de andar nos arredores e sentir a região. Por isso que eu falo que me surpreendeu muito, porque na minha cabeça São Paulo nem tinha um bairro como esse. E tem, e é muito legal, é muito natural.

SPEAKER_01

E andando até os shops, e andando até a Casa Santa Luzia.

SPEAKER_04

Eu gostando muito.

SPEAKER_01

Miado. gostando muito.

SPEAKER_04

E morar com o Pedro também, ele acha graça quando eu falo isso, mas sendo muito mais suave do que eu imaginava, sabe? Tipo, o Pedro teve muito tempo morando sozinho, muitos, muitos anos. Então eu achava que ele ia ter muito mais manias que não fossem ser flexíveis à minha agora presença constante. Zero. Tipo assim, eu tinha esse receio, sabe?

SPEAKER_01

Mas você também não tem nenhuma coisa que realmente incomode alguém. É porque você também.

SPEAKER_04

Perfeita, né? Porra.

SPEAKER_01

É porque você também. Você dividia banheiro com a sua irmã, sabe? Eu acho que você viveu no caos por 20 anos ali junto com a Júlia.

SPEAKER_04

É.

SPEAKER_01

Eu tenho certeza que tem uma irmã.

SPEAKER_04

Porque eu saí de morar com muita gente.

SPEAKER_01

Com todo amor e carinho a Júlia. Não é fácil morar com uma irmã dividindo banheiro todo santo dia, com a maneira, a comunicação violenta que a sua família inteira tem.

SPEAKER_04

É, é. Então é isso. Eu tava com um pouco de medo, mas, como eu falo, tudo sendo muito tranquilo. O Pedro é uma pessoa que é super organizada com casa e ele tem até umas maninhas de, tipo assim, ai, ele lava roupa aqui. Porque ele sabe lavar roupa de um jeito que eu não sei. Eu nunca lavei uma roupa, não sei nem operar a nossa máquina de lavar roupa.

SPEAKER_01

Você pode mexer na nossa máquina de lavar.

SPEAKER_04

Não sei. E aí, tipo assim, ah, eu tinha ficado com a louça. Agora a gente comprou uma máquina de lavar a louça.

SPEAKER_01

Eu sinto que a gente tem o turno de urno e o turno noturno. O turno noturno é mais meu. E agora que eu ficando acordado até mais tarde que você, voltou. Que eu normalmente dou uma geralzinha na casa, eu pelo menos tiro algumas louças.

SPEAKER_04

E eu tenho essa rotina de manhã. Você tem. Eu acordo antes de ti e eu também dou assim um.

SPEAKER_01

Você joga o lixo fora.

SPEAKER_04

Joga o lixo fora, às vezes bota a lava-louça pra. Bota a lava-louça pra funcionar de novo. Exato. Já, tipo, se tu botou louça pra lavar de madrugada na hora de dormir, de manhã, quando tu acorda, ela guardada na mesa. Exato.

SPEAKER_01

E a gente vai tendo essa rotina e vai funcionar.

SPEAKER_04

Isso, a gente teve muito essa sintonia. E outra coisa maravilhosa de me mudar com o Pedro é o lance que a gente ia falar da minha avó. Que é: o Pedro tinha um enxoval de casa que não é um enxoval de casa de homem hétero que morava sozinho. É um enxoval de casa que eu escolheria pra mim mesma com a mesma faixa etária, sabe?

SPEAKER_01

E também não é um enxoval de casa de quem foi morar sozinho um ano. Não eram os primeiros móveis, era a segunda geração de móveis.

SPEAKER_03

era a segunda leva, né?

SPEAKER_01

Não era aquele sofá vermelho da mobile, que era um sofá-cama também de veludo, que custa 800 reais, que é o primeiro sofá normal pra uma pessoa ter. era um segundo sofá da Tok Stock, de couro, era bonitinho. Sim. Meus pratos não eram aqueles primeiros pratos brancos, normais, básicos. eram pratos mais bonitinhos também da Tok Stock.

SPEAKER_04

E eu falei pro Pedro esses dias que é muito engraçado que eu sempre falei pra minha mãe, e ela discordava de mim, tipo, no caso, não gostava dessa ideia. Que eu falava pra minha mãe que quando eu fosse morar sozinha, eu ia comprar um jogo de louças que não seriam todas as louças iguais. Tipo, se fosse uma cor sólida, seria uma de cada cor sólida, sabe? Ou então que elas iam ser todas diferentes, mas combinando entre si. E eu conheço um cara que o jogo de louça dele é, tipo, um prato de cada estampa, uma xícara de cada cor, mas todas iguais. E foi muito engraçado isso, porque minha mãe sempre ouvia falando isso, mas será que é legal, Nana? Porque tu não compra um conjunto todos iguais.

SPEAKER_01

E quando ela veio aqui, ela percebeu isso, né?

SPEAKER_04

Percebeu, sim. E foi ela que me falou, tipo, tu lembra que tu disse isso? E no fim o Pedro tinha isso. Mas é engraçado que, como não é normal ter um homem que mora sozinho e tem tudo isso muito bem organizado, a minha avó, no primeiro contato que ela teve com a ideia de eu ir morar com o Pedro, ela falou assim: Ih, mas vocês vão ter que fazer chá de panela. Vão ter que ganhar tudo. Como é que a gente vai te dar as coisas daqui pra tu levar pra lá?

SPEAKER_01

Eles deram uma coisa e foi um trabalho.

SPEAKER_04

Então a minha avó ficava assim, ó, mas. E pano de prato, ele tem? Tem. Mais ou menos. Ah, tu tinha, né? Agora a gente extinguiu o pano de prato, porque eu sou contra o pano de prato.

SPEAKER_01

pra secar a mãozinha depois do lápico.

SPEAKER_04

Uma toalha de mão.

SPEAKER_01

É isso.

SPEAKER_04

Que é uma toalha, nem é um pano.

SPEAKER_01

Sim.

SPEAKER_04

Mas. E tudo a minha avó ia perguntando: geladeira, micro-ondas, tudo ela queria saber se Pedra tinha. E tudo a resposta era sim. Mas roupa de cama tem mais de uma, não é lençol furado. Não, vó. São belos lançóis de linho. Cada.

SPEAKER_01

De linho, de algodão, de algodões diferentes, de mil fios, dois mil fios, tudo. Dovê, capa de dovê.

SPEAKER_04

Tudo ela perguntava se tinha, e a resposta era sim.

SPEAKER_01

E tinha uma coisa que eu me apaixonei na casa da Mariana, que é a Air Fryer deles, que é de vidro, que também é jogar na lava-louça. Sim, que limpo.

SPEAKER_04

Porque a parte que tu põe a comida tem até uma gradezinha metálica, mas ela é removível como nos outros Air Fryers.

SPEAKER_01

Eu não faço ideia da marca.

SPEAKER_04

Mas a bacia é de vidro.

SPEAKER_01

É.

SPEAKER_04

É tipo um Pirex, assim.

SPEAKER_01

Meu sogro ficou sabendo que eu amei a Air Fryer deles.

SPEAKER_03

De nada. Eu organizei o meu presente de Natal.

SPEAKER_01

E foi o nosso presente de Natal, o Mafry nova. que o Natal a gente passou em Jaguaruna.

SPEAKER_03

Não foi nem em Porto Alegre, nem em São Paulo.

SPEAKER_01

Jaguaruna, Santa Catarina, uma cidade do litoral de Santa Catarina. E a gente ganhou o Merfryer e teve que trazer de avião pra São Paulo, mas trouxemos.

SPEAKER_04

Primeiro, a Air Fryer viajou, porque ela chegou em Porto Alegre. ela viajou de Porto Alegre pra Jaguaruna na caixa original dela, embalada pra presente. O meu pai imprimiu prints dos nossos conteúdos e colou nas laterais da caixa. Tu pensou até uma story disso, na época do Natal. E a gente ganhou esse Natal, devolvemos pra caixa. A caixa foi devolvida pro carro de volta pra Porto Alegre. Em Porto Alegre, em alguma das minhas voltas a Porto Alegre.

SPEAKER_01

Quando seus pais vieram.

SPEAKER_04

Não.

SPEAKER_01

Foi? Quando seus pais vieram no iniciozinho de. É verdade que eu tive.

SPEAKER_04

Essa primeira vinda deles de janeiro, eu tive uma ligação de vídeo. Eu comprei bagagem pra eles.

SPEAKER_01

Uma bagagem despachada pra cada uma delas.

SPEAKER_04

Pra cada um deles, é verdade. Três bagagens despachadas de 23 quilos. Comprei uma pra cada um e fiz ligação de vídeo pra dizer pra eles o que colocar dentro de cada mala que eu precisava, porque eu tinha me mudado. Tem esse detalhe, me mudei com uma mala de mão.

SPEAKER_00

Minha malinha verde.

SPEAKER_04

Por que como eu vim direto? Eu vim de Jaguaruna, nem me lembro de nada. Você vim de Jaguar. Eu vim de Jaguaruna com o Twitter.

SPEAKER_01

De Florianópolis, na verdade.

SPEAKER_04

Eu e tu viemos de Florianópolis. E por que eu vim com uma mala? Porque eu tava vindo de Jaguaruna e eu não tinha feito uma mala grande pra Jaguaruna. Porque como a gente foi pra Jagaruna pro Natal, a gente tinha que levar presente de Natal pra 15 pessoas dentro do carro e não coube uma mala pra despachar a minha. Então eu tive que viajar com uma mala de mão.

SPEAKER_01

Foi.

SPEAKER_04

E foi isso na hora de nós voltarmos. Não voltamos com a Air Fryer pra São Paulo.

SPEAKER_01

Não. Ela veio uma semana depois.

SPEAKER_04

E ela veio uma semana depois com meus pais. E finalmente o presente chegou no destino final.

SPEAKER_01

Foi. E a gente usa ela todos os santos dias. Ela é ótima.

SPEAKER_04

Todos os dias. E é, usa, joga na Airfly. Depois a gente leva a luz.

SPEAKER_01

Se posta nos stories qual é a máquina, a Air Fryer.

SPEAKER_04

É.

SPEAKER_01

Ela é muito boa.

SPEAKER_04

Ele entra em contato com a marca, faz uma pula.

SPEAKER_01

Não, calma, nem tudo precisa ser publica.

SPEAKER_04

É porque realmente é uma indicação que ela tem. Ela é muito boa, ela é. por ser de vidro. Eu nem sei se tem outras marcas mais conhecidas que fazem de vidro.

SPEAKER_01

Eu sei também.

SPEAKER_04

Porque eu vejo essa que o meu pai usa, não vejo mais ninguém com a flor de vidro. Gente, a fofoca foi suculenta hoje.

SPEAKER_01

Espero que vocês estejam felizes.

SPEAKER_04

Falei mais do que. Como é que é a expressão que tem?

SPEAKER_01

Não faço ideia.

SPEAKER_04

Falei pelos cotovelos? Não é isso?

SPEAKER_01

Tem essa, essa expressão existe. Sim.

SPEAKER_04

Falei. Mas falar pelos cotovelos não é falar dos outros?

SPEAKER_01

Não. Falar pelos cotovelos você falou demais. Falei isso. Mas você não falou pelos cotovelos, você falou o suficiente. Falei o suficiente. Você falou até menos do que deveria. Você sempre deveria falar mais.

SPEAKER_00

É isso.

SPEAKER_01

É isso. Meus queridos, vamos ficar por aqui, porque também é quinta-feira, às 6h37 da noite, nesse exato momento. Esse episódio vai ao ar impreterivelmente amanhã, 11 da manhã. Eu tenho que editar isso, e é longo pra editar. Uma coisa que vocês não sabem também, né? A gente grava na quinta. Vocês até sabem, talvez, né? A gente grava na quinta e eu saio correndo aqui pra editar. E eu passo mais quatro horas editando. que dessa vez a gente não vai parar pra editar. A gente tem um jantar com amigos nossos. Então, eu vou começar a editar, tipo, 10 da noite.

SPEAKER_04

É verdade, me distraia aqui lendo meus comentários.

SPEAKER_01

Eu vou até, tipo, 2 da manhã editando essa brincadeira hoje pra vocês verem assistir.

SPEAKER_02

Que horas é nosso restaurante?

SPEAKER_01

8 horas, 8h15. É isso, gente. Vamos ficando por aqui. Se você ficou até o final, por favor, comenta. E a gente considera você parte da nossa mobília. Você podia ser uma luminária do apartamento, porque falta luminário aqui, né? E você brilha. Você brilha muito.

SPEAKER_03

Que gracinha. Eu adoro quando tu faz essas analogias. E o que mais?

SPEAKER_01

Você fala do Spotify pra eu poder falar do YouTube, que você tem vergonha, né?

SPEAKER_04

Você quer falar que.

SPEAKER_01

Não, é isso.

SPEAKER_04

pode dar uma.

SPEAKER_01

Mas eu falei que a pessoa pode ser uma luminária do nosso apartamento.

SPEAKER_04

A cópia da chave não é fixo.

SPEAKER_01

Não.

SPEAKER_04

Cada dia é uma coisa.

SPEAKER_01

Você falou sobre os luminários do apartamento, entendeu?

SPEAKER_04

Mas então é isso. Se você estiver nos escutando no Spotify ou no Apple Podcasts, uma nota pra gente. Apartamento 32 ajuda as pessoas a nos encontrarem por lá.

SPEAKER_01

E o que mais tem que fazer? Tem que seguir, né?

SPEAKER_04

E seguir o podcast, obviamente, pra não perder nenhum episódio.

SPEAKER_01

Toda sexta-feira, 11 horas da manhã.

SPEAKER_04

Toda sexta-feira, 11 horas da mãe.

SPEAKER_01

Até que alguma coisa aconteça, mas por enquanto a gente está conseguindo.

SPEAKER_04

Vai ter gravação de episódio no meu aniversário.

SPEAKER_01

É quinta-feira?

SPEAKER_04

É quinta-feira.

SPEAKER_01

A gente quer começar a gravar na quarta-feira, tem isso, então talvez.

SPEAKER_04

Mas não me importo, né? As pessoas trabalham no dia dos seus aniversários.

SPEAKER_01

Se você assistindo a gente no YouTube, eu também. Você pode assistir no Spotify, que a gente postando em vídeo no Spotify. Se inscreva, ativa o sininho, deixa um comentário falando o que você achou, mas comentários delicados, por favor, eu um pouco cansado. A gente tudo. Tipo assim, literalmente, tudo mesmo. falei, né? Se inscreve.

SPEAKER_04

O joinha, tu não falou.

SPEAKER_01

Ativa o sininho e taca a pau naquele joinha.

SPEAKER_03

acordando a gata.

SPEAKER_01

Eu sempre quis falar taca a pau no joinha. E bom, qualquer coisa positiva. A gente no Instagram, tem o meu, PGMZara.

SPEAKER_04

E o meu, Mari Veloso. E o apartamento. Apartamento 3. Apartamento.3.2.

SPEAKER_01

Gente, se vocês quiserem mandar DMs.

SPEAKER_04

Cara, parece. Sabe o que eu senti agora? Que a gente tinha o Yuri e a. Mas é muito isso. Do Bom Dir Companhia.

SPEAKER_01

Se vocês quiserem mandar DM.

SPEAKER_04

Como é que era o número do Bom Dir e Companhia? Eles falavam como uma música, o número que tinha que ligar.

SPEAKER_01

Eu não faço ideia.

SPEAKER_04

Que droga, eu me esqueci.

SPEAKER_01

Se você quiser, manda uma DM proba apartamento 32, sem ponto nenhum. arroba apartamento 32 no Instagram. Fala que a gente quer comprar esse perfil deles. A gente adoraria.

SPEAKER_04

A gente compra o arroba, o domínio.

SPEAKER_01

E bom, a gente se no próximo episódio, sexta-feira que vem, 11 horas da manhã, impreterivelmente.

SPEAKER_04

Será um prazer.

SPEAKER_01

Será um prazer.

SPEAKER_04

Um beijo.

SPEAKER_01

Beijo, queridos.